Fic - Conto de uma Fada
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Fic - Conto de uma Fada
Relembrando a primeira mensagem :
Mais uma fic que comecei a escrever. É uma comédia romântica que vai agradar todo mundo (espero que sim neh) hihihihihihi
PS: eu tô cismada que fui uma fada em outra vida... kkkkkkkk
Eu sou uma fada gente, juro! :\/:
Vamos à sinopse:
Sinopse: Maya é uma fada que foi expulsa de Guhur e como castigo teve que viver na Terra. Quando Gerard a encontra, um novo amor surge repleto de muitas confusões e magia.

Capítulo 1 – O Julgamento em Guhur
Maya é a fada que habita a flor conhecida como botão de ouro. É descrita como uma menina de cabelos cor de mel, aspecto sonhador e romântico. Ela representa toda a doçura do mundo natural das flores. Também é a fada cujo desígnio principal está relacionado ao encontro do amor verdadeiro e realização dos mais belos sonhos...
- Maya, volte já aqui! Deixa de ser teimosa! – Joan gritava enquanto me seguia.
- eu não vou até lá, Joan. Não vou mesmo. – de repente, parei de andar e fiquei de frente pra minha amiga, com os braços cruzados e fazendo cara feia.
- mas se você não for, será pior. Você sabe muito bem o que a Aguane pode fazer.
- mas foi ela que começou essa palhaçada!
- shiiiiii! Não fale isso, Maya! Se Branwen ouve você falar assim... – e soltou um suspiro preocupado - É melhor você ir...
- aiiiiiiiiii! Eu vou, já que não tem jeito...
Bati minhas asinhas e não consegui voar. Eu já devia imaginar que aquele era o início do meu castigo. Fui andando devagar sem olhar pra trás. Eu sabia que Joan estava preocupada com o meu futuro depois do que aconteceria atrás daquela grande porta. Olhei pra frente e me deparei com dois grandes seres usando máscaras guardando o enorme e sagrado portão de ferro.
- com licença, eu fui chamada... – eu disse fazendo a habitual reverência.
O portão se abriu e nenhum dos dois se mexeu, mas mesmo assim consegui passar por eles sem nenhum problema.
- como esses dois são estranhos, eu hein... – resmunguei e continuei andando em frente.
Uma forte luz invadiu meus olhos e logo depois percebi que estava dentro de uma sala com uma mesa no centro e duas cadeiras em frente a ela. Uma das cadeiras já estava ocupada por ninguém menos que Aguane, sorrindo cinicamente para mim.
- fada Maya, por favor queira se sentar. – Branwen disse e eu obedeci sem vontade. – o julgamento vai começar.
Muito, muito longe dali....
- o que você tem, Gerard? Você está bem?
- não sei Frank, to com uma sensação estranha...
- já foi no banheiro? Eu também sinto isso às vezes depois que almoço. – ele começou a rir do amigo.
- pára de bobeira! Não é nada disso...
- então o que é? Você nunca fica com esse olhar perdido... a não ser que... – Frank abriu a boca pra falar alguma coisa mas não saiu nada.
- não inventa. Não tem nada a ver com ela.
- eu duvido que não. Você a Nataly não estão bem há semanas. Anda, diz o que aconteceu.
- ta bom, ta bom. Só vou dizer pra você parar de me encher... Na semana passada, eu fui... – e Gerard contou tudo o que o estava lhe deixando inquieto daquele jeito.
De volta ao julgamento...
Branwen começou a ler um papel com o motivo das duas estarem ali.
- durante o ritual de iniciação, a fada Maya empurrou a fada Aguane na fogueira azul causando um acidente que quase custou a vida de sua companheira, como também as vidas de todas as outras aprendizes, estou certa fada Maya? – Branwen falou ríspida.
- não! Não foi nada disso! – fiquei de pé e tentei me defender. Em vão.
- foi sim, senhora! Ela quis me matar, Branwen! E eu tenho certeza que ela teria conseguido se Anna e Banshee não tivessem a impedido!
- silêncio! As duas! – ela gritou e ficou de pé. Seu tamanho era o dobro do meu, então o máximo que fiz foi me encolher na cadeira e me calar.
Branwen era uma fada também, e mais conhecida como a ‘fada chefe’ de toda Guhur. Todas nós obedecemos a ela, e aprendemos desde que nascemos que nunca, nunca mesmo, devemos levantar o tom de voz com ela senão sofreríamos um grande e temido castigo. Castigo que eu estava prestes a conhecer...
- então você traiu a Nataly??
- sim.
- e ela descobriu tudo?? – Gerard confirmou com a cabeça, bebendo seu terceiro copo de cerveja. – nossa, então foi pior do que eu pensava...
- ela não quer me ver nem pintado de ouro com brilhantes. E ainda jogou minhas coisas pela janela. – Frank deu uma gargalhada.
- desculpe cara, mas é difícil não imaginar a cena.
- pode rir, é a minha vida e não a sua.
- hey, hey! Minha vida também não anda nada boa não, esqueceu? A Jamy ta achando que eu não quero me casar com ela.
- e quer?
- não sei... não tenho certeza. – Frank abaixou a cabeça confuso.
- xiiii... eu conheço essa história... – e bebeu seu último gole. – eu vou pra casa. Preciso buscar o resto das minhas coisas e depois arrumar um lugar pra ficar por enquanto. A gente se vê amanhã no ensaio, ok?
- valeu, brother. Até amanhã.
Os dois se despediram e Gerard seguiu seu caminho sozinho. Aquela noite ainda seria de muitas surpresas...
- mas Branwen, não é justo! Eu não queria machucá-la! Foi tudo uma grande confusão, ela caiu sozinha e...
- você está dizendo que ela se jogou na fogueira apenas para colocar a culpa em você, fada Maya??
- não, senhora... é que...
- julgamento encerrado! – ela gritou e os dois seres estranhos que estavam na porta entraram no salão. – condeno a fada Maya culpada, sem direito a perdão e seu castigo será ser jogada à Terra, onde aprenderá a dar valor às verdadeiras amizades.
- nãoooooooooo! – eu gritava mas já era tarde. Fui agarrada pelos dois e antes de sair, ainda consegui ver a cara de felicidade que Aguane fazia.
Do lado de fora, Joan veio correndo até mim mas fui impedida de falar com ela. Me levaram até um longo corredor e paramos em frente a uma outra porta. Dessa vez ninguém a guardava, ela estava sozinha, como eu. Um dos seres abriu a porta e um clarão quase me cegou. Fui empurrada e senti meus pés flutuarem no ar por um longo tempo. Meu cérebro se apagou e eu desmaiei.
Fada JOAN

Fada AGUANE

Fada BRANWEN

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
E aí, gostaram?? hehehehehe
Mais uma fic que comecei a escrever. É uma comédia romântica que vai agradar todo mundo (espero que sim neh) hihihihihihi
PS: eu tô cismada que fui uma fada em outra vida... kkkkkkkk
Eu sou uma fada gente, juro! :\/:
Vamos à sinopse:
Sinopse: Maya é uma fada que foi expulsa de Guhur e como castigo teve que viver na Terra. Quando Gerard a encontra, um novo amor surge repleto de muitas confusões e magia.

Capítulo 1 – O Julgamento em Guhur
Maya é a fada que habita a flor conhecida como botão de ouro. É descrita como uma menina de cabelos cor de mel, aspecto sonhador e romântico. Ela representa toda a doçura do mundo natural das flores. Também é a fada cujo desígnio principal está relacionado ao encontro do amor verdadeiro e realização dos mais belos sonhos...
- Maya, volte já aqui! Deixa de ser teimosa! – Joan gritava enquanto me seguia.
- eu não vou até lá, Joan. Não vou mesmo. – de repente, parei de andar e fiquei de frente pra minha amiga, com os braços cruzados e fazendo cara feia.
- mas se você não for, será pior. Você sabe muito bem o que a Aguane pode fazer.
- mas foi ela que começou essa palhaçada!
- shiiiiii! Não fale isso, Maya! Se Branwen ouve você falar assim... – e soltou um suspiro preocupado - É melhor você ir...
- aiiiiiiiiii! Eu vou, já que não tem jeito...
Bati minhas asinhas e não consegui voar. Eu já devia imaginar que aquele era o início do meu castigo. Fui andando devagar sem olhar pra trás. Eu sabia que Joan estava preocupada com o meu futuro depois do que aconteceria atrás daquela grande porta. Olhei pra frente e me deparei com dois grandes seres usando máscaras guardando o enorme e sagrado portão de ferro.
- com licença, eu fui chamada... – eu disse fazendo a habitual reverência.
O portão se abriu e nenhum dos dois se mexeu, mas mesmo assim consegui passar por eles sem nenhum problema.
- como esses dois são estranhos, eu hein... – resmunguei e continuei andando em frente.
Uma forte luz invadiu meus olhos e logo depois percebi que estava dentro de uma sala com uma mesa no centro e duas cadeiras em frente a ela. Uma das cadeiras já estava ocupada por ninguém menos que Aguane, sorrindo cinicamente para mim.
- fada Maya, por favor queira se sentar. – Branwen disse e eu obedeci sem vontade. – o julgamento vai começar.
Muito, muito longe dali....
- o que você tem, Gerard? Você está bem?
- não sei Frank, to com uma sensação estranha...
- já foi no banheiro? Eu também sinto isso às vezes depois que almoço. – ele começou a rir do amigo.
- pára de bobeira! Não é nada disso...
- então o que é? Você nunca fica com esse olhar perdido... a não ser que... – Frank abriu a boca pra falar alguma coisa mas não saiu nada.
- não inventa. Não tem nada a ver com ela.
- eu duvido que não. Você a Nataly não estão bem há semanas. Anda, diz o que aconteceu.
- ta bom, ta bom. Só vou dizer pra você parar de me encher... Na semana passada, eu fui... – e Gerard contou tudo o que o estava lhe deixando inquieto daquele jeito.
De volta ao julgamento...
Branwen começou a ler um papel com o motivo das duas estarem ali.
- durante o ritual de iniciação, a fada Maya empurrou a fada Aguane na fogueira azul causando um acidente que quase custou a vida de sua companheira, como também as vidas de todas as outras aprendizes, estou certa fada Maya? – Branwen falou ríspida.
- não! Não foi nada disso! – fiquei de pé e tentei me defender. Em vão.
- foi sim, senhora! Ela quis me matar, Branwen! E eu tenho certeza que ela teria conseguido se Anna e Banshee não tivessem a impedido!
- silêncio! As duas! – ela gritou e ficou de pé. Seu tamanho era o dobro do meu, então o máximo que fiz foi me encolher na cadeira e me calar.
Branwen era uma fada também, e mais conhecida como a ‘fada chefe’ de toda Guhur. Todas nós obedecemos a ela, e aprendemos desde que nascemos que nunca, nunca mesmo, devemos levantar o tom de voz com ela senão sofreríamos um grande e temido castigo. Castigo que eu estava prestes a conhecer...
- então você traiu a Nataly??
- sim.
- e ela descobriu tudo?? – Gerard confirmou com a cabeça, bebendo seu terceiro copo de cerveja. – nossa, então foi pior do que eu pensava...
- ela não quer me ver nem pintado de ouro com brilhantes. E ainda jogou minhas coisas pela janela. – Frank deu uma gargalhada.
- desculpe cara, mas é difícil não imaginar a cena.
- pode rir, é a minha vida e não a sua.
- hey, hey! Minha vida também não anda nada boa não, esqueceu? A Jamy ta achando que eu não quero me casar com ela.
- e quer?
- não sei... não tenho certeza. – Frank abaixou a cabeça confuso.
- xiiii... eu conheço essa história... – e bebeu seu último gole. – eu vou pra casa. Preciso buscar o resto das minhas coisas e depois arrumar um lugar pra ficar por enquanto. A gente se vê amanhã no ensaio, ok?
- valeu, brother. Até amanhã.
Os dois se despediram e Gerard seguiu seu caminho sozinho. Aquela noite ainda seria de muitas surpresas...
- mas Branwen, não é justo! Eu não queria machucá-la! Foi tudo uma grande confusão, ela caiu sozinha e...
- você está dizendo que ela se jogou na fogueira apenas para colocar a culpa em você, fada Maya??
- não, senhora... é que...
- julgamento encerrado! – ela gritou e os dois seres estranhos que estavam na porta entraram no salão. – condeno a fada Maya culpada, sem direito a perdão e seu castigo será ser jogada à Terra, onde aprenderá a dar valor às verdadeiras amizades.
- nãoooooooooo! – eu gritava mas já era tarde. Fui agarrada pelos dois e antes de sair, ainda consegui ver a cara de felicidade que Aguane fazia.
Do lado de fora, Joan veio correndo até mim mas fui impedida de falar com ela. Me levaram até um longo corredor e paramos em frente a uma outra porta. Dessa vez ninguém a guardava, ela estava sozinha, como eu. Um dos seres abriu a porta e um clarão quase me cegou. Fui empurrada e senti meus pés flutuarem no ar por um longo tempo. Meu cérebro se apagou e eu desmaiei.
Fada JOAN

Fada AGUANE

Fada BRANWEN

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
E aí, gostaram?? hehehehehe
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Re: Fic - Conto de uma Fada
eu ja perdi
como ja disse
vou esperar o the rasmus
como ja disse
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Re: Fic - Conto de uma Fada
eu li no jornal que teria show no Rio õo'
Deh~- Sociedade dos Vampiros

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Re: Fic - Conto de uma Fada
-tathy escreveu:eu ja perdi![]()
como ja disse
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*esperando pelo aki @_@*
Kyhetha- Vampiros Veteranos

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Re: Fic - Conto de uma Fada
ooooonw que lindo!! fadinhas voando pelo céu!!!
o Gerard é um anjoooooo
posta maaaaaaaais
o Gerard é um anjoooooo
posta maaaaaaaais
Bia's- Vampiros Embrace

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Re: Fic - Conto de uma Fada
chegay (tá e dai?)
ahm, pronto! a outra lá já vai aprontar
*já engatilha a arma*
___
eu quero ir no show de Curitiba *-*
é o mais perto de mim =/
ahm, pronto! a outra lá já vai aprontar
*já engatilha a arma*
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sweet revenge- Vampiros Veteranos

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Re: Fic - Conto de uma Fada
Postando pra ver se me alegro.. hihihi
Eu li no blog do Biel que o show aqui do Rio AINDA não foi cancelado, mas o negócio com o Vivo Rio tá difícil de sair.... que raiva, aqui no RJ é cheio de casas de show, que que custa fazer no Citibank Hall, no RioCentro, no Canecão...?? poxa....
Só pra desabafar mesmo... rs
Continuando....
Capítulo 9 – Crise de ciúmes
Se não bastasse aquela sensação estranha, depois do que Joan me disse passei a noite inteira acordada. Quando Gerard acordou, me viu ainda sentada na janela olhando pro nada.
- deu formiga na cama, fadinha? – ele disse.
- ah, bom dia Gee. – eu disse olhando pra ele e descendo da janela.
- Maya, o que foi? Você está bem? Parece triste.
- eu estou bem, não se preocupe.
- ainda continua com aquela sensação? – eu confirmei e ele me abraçou – nada nem ninguém vai nos separar, tenha certeza disso.
Aquelas palavras do Gerard ecoaram na minha cabeça toda a manhã. E junto com elas, a frase de Joan para que eu tenha cuidado. Eu estava nervosa com o que poderia acontecer se Aguane me encontrasse. Com certeza ela me culparia pela expulsão dela de Guhur e se soubesse que eu estava feliz, nunca me deixaria em paz.
- está com fome?
Estava distraída quando ouvi a voz dele.
- hã? Se estou com fome?
- é. Quer ir almoçar agora?
- pode ser. – eu não sentia fome, na verdade queria sair dali e distrair minha mente preocupada.
- eu tenho uma surpresa pra você. – ele sorriu e me puxou pela mão. – vamos. Acho que você vai gostar.
Saímos no carro dele pelas ruas de New Jersey. Eu já estava até me acostumando com aquele lugar. As pessoas pareciam honestas e hospitaleiras com gente de outra cidade, ou de outro ‘plano’ como eu.
- o que houve? Está tão calada.
- eu não sei, Gerard... algo me diz que vai acontecer alguma coisa ruim com a gente.
- não fica dizendo isso que atrai. Nada vai acontecer, você vai ver.
- tomara que você esteja certo... tomara.
Eu tentei parecer confiante mas por dentro eu sabia que minha intuição não me enganaria. Algo ia acontecer e muito em breve.
Paramos em um restaurante e eu fiquei boba como era lindo aquele lugar. Havia mesas cobertas com toalhas e muitas pessoas estavam sentadas com as bocas cheias de comida. Algumas bebiam um líquido vermelho e davam altas risadas. Aquilo me assustava.
Gerard e eu nos sentamos em uma das mesas e um cara vestido de branco veio até nós com um livrinho em suas mãos.
- esse rosto não me é estranho... – falei baixinho pra mim mesma. Eu conhecia aquele homem de algum lugar.
- disse alguma coisa, Maya?
- não, nada não.
O homem parou do nosso lado, entregou o livrinho pro Gerard e me encarou curioso.
- boa tarde. O que gostariam de comer? – ele perguntou ainda sem tirar os olhos de mim.
- eu vou querer risoto de camarão com arroz. – Gerard disse fuzilando o cara com o olhar. – e você Maya? Maya??
- ah... – eu parei de olhar pro cara e me virei pro Gerard – o mesmo que você.
- dois risotos de camarão. – eu disse sem nem saber o que era aquilo e o cara anotava tudo no papel – e pra beber?
- uma garrafa de vinho tinto, por favor. – Gerard disse seco.
- ok. Com licença. – e o homem se retirou ainda olhando pra mim, que fiquei séria tentando lembrar de onde ele era.
- hello??? Planeta Terra chamando. – Gerard passou a mão pelo meu rosto e eu acordei. – gostou dele é? – ele disse cínico.
- o quê? Não entendi.
- você entendeu o que eu disse. Você não é tão boba assim, Maya.
- do que você tá falando? – perguntei confusa.
- você não tirou os olhos do cara e nem ele de você! – ele aumentou a voz.
- calma Gerard... não é isso. É que eu estava tentando lembrar de onde o conhecia.
- ah então vocês já se conheciam né? Agora só falta me dizer que ele também é uma ‘fada’. – ele disse cruzando os braços.
- é isso! – falei surpresa - Eu sabia que já tinha visto ele em Guhur! Ele era um guardião antigo do portão de Branwen.
- hã?? Pára com isso, fadas não existem Maya. Eu já te disse que isso é loucura.
- então você está me chamando de louca??
Meus olhos se encheram de lágrimas. Tentei levantar, mas fui impedida pela mão de Gerard que me puxou de volta pra cadeira.
- espera! – ele me soltou devagar - Me desculpa, eu não quis te magoar.
- mas magoou. Eu sei que não acredita em mim, mas também não precisa me chamar de louca.
- é que... essa história, não sei... não dá pra acreditar, Maya.
>>>>>>>>>>>>>
Xiiii será que o Gerard nunca vai acreditar na fadinha?? hihihi
Eu li no blog do Biel que o show aqui do Rio AINDA não foi cancelado, mas o negócio com o Vivo Rio tá difícil de sair.... que raiva, aqui no RJ é cheio de casas de show, que que custa fazer no Citibank Hall, no RioCentro, no Canecão...?? poxa....
Só pra desabafar mesmo... rs
Continuando....
Capítulo 9 – Crise de ciúmes
Se não bastasse aquela sensação estranha, depois do que Joan me disse passei a noite inteira acordada. Quando Gerard acordou, me viu ainda sentada na janela olhando pro nada.
- deu formiga na cama, fadinha? – ele disse.
- ah, bom dia Gee. – eu disse olhando pra ele e descendo da janela.
- Maya, o que foi? Você está bem? Parece triste.
- eu estou bem, não se preocupe.
- ainda continua com aquela sensação? – eu confirmei e ele me abraçou – nada nem ninguém vai nos separar, tenha certeza disso.
Aquelas palavras do Gerard ecoaram na minha cabeça toda a manhã. E junto com elas, a frase de Joan para que eu tenha cuidado. Eu estava nervosa com o que poderia acontecer se Aguane me encontrasse. Com certeza ela me culparia pela expulsão dela de Guhur e se soubesse que eu estava feliz, nunca me deixaria em paz.
- está com fome?
Estava distraída quando ouvi a voz dele.
- hã? Se estou com fome?
- é. Quer ir almoçar agora?
- pode ser. – eu não sentia fome, na verdade queria sair dali e distrair minha mente preocupada.
- eu tenho uma surpresa pra você. – ele sorriu e me puxou pela mão. – vamos. Acho que você vai gostar.
Saímos no carro dele pelas ruas de New Jersey. Eu já estava até me acostumando com aquele lugar. As pessoas pareciam honestas e hospitaleiras com gente de outra cidade, ou de outro ‘plano’ como eu.
- o que houve? Está tão calada.
- eu não sei, Gerard... algo me diz que vai acontecer alguma coisa ruim com a gente.
- não fica dizendo isso que atrai. Nada vai acontecer, você vai ver.
- tomara que você esteja certo... tomara.
Eu tentei parecer confiante mas por dentro eu sabia que minha intuição não me enganaria. Algo ia acontecer e muito em breve.
Paramos em um restaurante e eu fiquei boba como era lindo aquele lugar. Havia mesas cobertas com toalhas e muitas pessoas estavam sentadas com as bocas cheias de comida. Algumas bebiam um líquido vermelho e davam altas risadas. Aquilo me assustava.
Gerard e eu nos sentamos em uma das mesas e um cara vestido de branco veio até nós com um livrinho em suas mãos.
- esse rosto não me é estranho... – falei baixinho pra mim mesma. Eu conhecia aquele homem de algum lugar.
- disse alguma coisa, Maya?
- não, nada não.
O homem parou do nosso lado, entregou o livrinho pro Gerard e me encarou curioso.
- boa tarde. O que gostariam de comer? – ele perguntou ainda sem tirar os olhos de mim.
- eu vou querer risoto de camarão com arroz. – Gerard disse fuzilando o cara com o olhar. – e você Maya? Maya??
- ah... – eu parei de olhar pro cara e me virei pro Gerard – o mesmo que você.
- dois risotos de camarão. – eu disse sem nem saber o que era aquilo e o cara anotava tudo no papel – e pra beber?
- uma garrafa de vinho tinto, por favor. – Gerard disse seco.
- ok. Com licença. – e o homem se retirou ainda olhando pra mim, que fiquei séria tentando lembrar de onde ele era.
- hello??? Planeta Terra chamando. – Gerard passou a mão pelo meu rosto e eu acordei. – gostou dele é? – ele disse cínico.
- o quê? Não entendi.
- você entendeu o que eu disse. Você não é tão boba assim, Maya.
- do que você tá falando? – perguntei confusa.
- você não tirou os olhos do cara e nem ele de você! – ele aumentou a voz.
- calma Gerard... não é isso. É que eu estava tentando lembrar de onde o conhecia.
- ah então vocês já se conheciam né? Agora só falta me dizer que ele também é uma ‘fada’. – ele disse cruzando os braços.
- é isso! – falei surpresa - Eu sabia que já tinha visto ele em Guhur! Ele era um guardião antigo do portão de Branwen.
- hã?? Pára com isso, fadas não existem Maya. Eu já te disse que isso é loucura.
- então você está me chamando de louca??
Meus olhos se encheram de lágrimas. Tentei levantar, mas fui impedida pela mão de Gerard que me puxou de volta pra cadeira.
- espera! – ele me soltou devagar - Me desculpa, eu não quis te magoar.
- mas magoou. Eu sei que não acredita em mim, mas também não precisa me chamar de louca.
- é que... essa história, não sei... não dá pra acreditar, Maya.
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Xiiii será que o Gerard nunca vai acreditar na fadinha?? hihihi
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Re: Fic - Conto de uma Fada
oxi
que coisaa fofa o gee com ciuminho *-*
*aperta o gee*
nhain
eu to esperando o leso do meu pai ligar
ve se ele consegue arranjar ao menos 500 pilas pra mim
hunf
que coisaa fofa o gee com ciuminho *-*
*aperta o gee*
nhain
eu to esperando o leso do meu pai ligar
ve se ele consegue arranjar ao menos 500 pilas pra mim
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Re: Fic - Conto de uma Fada
aposto como esse cara aí vai ajudar a outra lá (esqueci o nome =x) a separar o Gee e a Maya! u.u'
10 pila pra quem apostar..
só não vale mudar a história pra ganhar! =P
o/
[comentário inútil off]
10 pila pra quem apostar..
só não vale mudar a história pra ganhar! =P
o/
[comentário inútil off]
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Re: Fic - Conto de uma Fada
u.u
oq sera q vai aconteçer??
oq sera q vai aconteçer??
katarine- Vampiros Veteranos

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Re: Fic - Conto de uma Fada
gerard idiota :B
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Re: Fic - Conto de uma Fada
AEAEAEAE
Eu me atualize-ei!!!!
E sabe o que eu acho disso? que essa maya eh uma vadiazinha mentirosaaaa...!!!!! Fica inventando historia de fadinha e talz... conto de fada num existe, mermã!!!! qnts anos tu tem? 2?
Affz...
Geraldão, meu coração, minha vida, meu cascão de ferida...vem pra cá, xu..!!! Tiops.. essa nega aew eh uma pilantra safadaaa!!!! Quer soh te comer!
Oo
Fim do comentário idiota!
Foi o dogão, eu jurooo!!!
Eu me atualize-ei!!!!
E sabe o que eu acho disso? que essa maya eh uma vadiazinha mentirosaaaa...!!!!! Fica inventando historia de fadinha e talz... conto de fada num existe, mermã!!!! qnts anos tu tem? 2?
Affz...
Geraldão, meu coração, minha vida, meu cascão de ferida...vem pra cá, xu..!!! Tiops.. essa nega aew eh uma pilantra safadaaa!!!! Quer soh te comer!
Oo
Fim do comentário idiota!
Foi o dogão, eu jurooo!!!
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Tks akfrancio, pela gif/presente! A-MEI!!!

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Re: Fic - Conto de uma Fada
hahahhahaha
Só rindo com a Danie.... tu é mais loka do que eu pensava *olha quem fala*
O Dogão voltou a todo vapor neh? O bagulho deve tá bom d+... hahahahaha
Vou postar logo 2 caps... bjinhussss
Capítulo 10 – Nossa casa
Fechei a cara e fiquei encarando o prato. Gerard não disse mais nada e esperamos a comida chegar. Pra minha sorte, não foi o mesmo cara que trouxe nossa comida, mas dessa vez uma mulher que eu nunca tinha visto antes. Quando olhei aquilo no prato quase vomitei.
- não gosta de camarão? – Gerard perguntou me olhando surpreso.
- camarão?? – olhei de novo praquilo e fechei os olhos.
- é gostoso, pode comer. Eu adoro.
Venci meu nojo e coloquei um pouco na boca. Realmente era muito gostoso.
- é bom. – falei e ele riu.
- eu não disse? Vinho? – ele abriu a garrafa e despejou um líquido vermelho na minha taça.
- isso parece sangue. – fiz cara de nojo – não vou beber isso não.
- não é sangue, pode beber. Também é gostoso, só não pode exagerar muito quando beber. Pode fazer mal pra quem não é acostumado.
Bebi um gole, mas não gostei muito. Ardia um pouco a garganta, então preferi deixar de lado e comer só o camarão.
Após nosso almoço, Gerard segurou em minhas mãos e seus olhos brilhavam como nunca.
- vem comigo. Eu tenho algo pra te mostrar.
Saímos de carro mais uma vez e paramos em frente a uma casa linda, com as paredes pintadas de verde claro e detalhes em branco. Encantadora de verdade. Gerard abriu a porta da casa e entramos. Já estava com alguns móveis e cheirava a tinta.
- gostou da casa? – ele perguntou sorridente.
- sim! É perfeita! É sua?
- não... é nossa. – olhei pra ele confusa e depois que me dei conta da gravidade fiquei sem reação.
- você tá dizendo que...
- essa será a nossa casa a partir de agora. Vamos ter nosso espaço, nosso quarto, nossa cozinha, nosso cantinho... – ele me abraçou por trás e sussurrou em meu ouvido – eu te amo, Maya.
Me virei e o encarei de frente. Nossos olhares se encontraram e nossos lábios também. Nos beijamos por um bom tempo, até eu sentir aquela sensação estranha novamente.
- que foi? – ele disse quando eu parei o beijo assustada.
- vamos embora, Gerard. Vamos voltar pra pousada, por favor.
- você não gostou da surpresa? – o sorriso dele sumiu e seu rosto ficou triste.
- claro que gostei! Não é isso, eu só...
- tudo bem. É seu ‘pressentimento’ de novo, não é? – confirmei com a cabeça – então vamos.
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Capítulo 11 – Minha varinha!
Segurei em sua mão e saímos da casa juntos. Enquanto ele fechava a porta, eu olhei em volta e vi algo brilhando próximo do outro lado da calçada. Atravessei a rua e percebi que aquele era o mesmo jardim de onde eu tinha caído e onde eu tinha encontrado Gerard pela primeira vez. Olhei entre as flores e achei o que eu tanto procurava.
- minha varinha!
Abaixei em a peguei. Ela estava um pouco quebrada, talvez da queda, mas eu tinha certeza que era a minha. Gerard atravessou correndo e veio até onde eu estava.
- Maya, você quase me mata de susto! Eu olhei pra trás e você tinha sumido, não faça... – ele parou de falar quando viu o que eu segurava – o que é isso??
- não está vendo? – meus olhos brilhavam – é a minha varinha! A varinha que eu disse pra você que eu tinha perdido naquele dia!
Ele fazia uma cara de espantado, tentando forçar sua mente a acreditar que tudo era mesmo real.
- então...
- eu sou uma fada, Gerard! Uma verdadeira fada! Acredita agora?
- vamos, Maya. Está ficando tarde. – ele me deu um beijo na testa, sacudiu um pouco a cabeça e entrou no carro.
Naquele momento eu desisti de tentar convence-lo. Já me sentia feliz por ter encontrado uma peça que me ligava ao meu passado e isso já bastava pra que eu me esquecesse da sensação que tanto me atormentava.
Entrei no carro e fui o caminho inteiro sem tirar os olhos da minha varinha. Ela era branca da cor da lua, do tamanho e da grossura de um canudo e toda brilhosa. Na ponta havia uma pequena estrela que emitia uma luz fraca. Gerard olhava sério pra estrada e às vezes olhava de relance pra mim, sem acreditar que estava mesmo ao lado de uma fada. Ele ainda não tinha fé suficiente pra acreditar.
Chegamos na pousada e eu me deitei na cama sorrindo. Ao mesmo tempo em que eu me sentia feliz, meu corpo tremia sem saber se tinha coragem de realizar algum feitiço e descobrir se eu ainda era fada ou não. O medo tomava conta de mim. Medo. Um sentimento proibido em Guhur e tão famoso na Terra.
- não vai fazer nada? – ouvi a voz de Gerard quando ele se deitou ao meu lado na cama.
- não tenho coragem.
- e por que não? Você não diz que é uma verdadeira fada? – dessa vez ele não parecia cínico, apenas curioso.
- mas eu tenho medo de descobrir que virei uma humana como você, de ter perdido todos os meus poderes...
- não tenha medo. Se você não tentar, nunca vai saber.
Ele estava certo. O único jeito era tentar lançar algum feitiço, utilizar a varinha e saber se eu ainda era fada.
- você tem razão. – fiquei de pé olhando pra ele. – vou arriscar.
- o que vai fazer comigo, fadinha? – ele disse rindo.
- você vai ver.
Levantei a varinha e fechei os olhos, tentando me concentrar. Quando eu ia lançar o feitiço, me desconcentrei com Gerard gritando.
- ahhhh quem é você??? – ele gritava olhando pra janela.
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Só rindo com a Danie.... tu é mais loka do que eu pensava *olha quem fala*
O Dogão voltou a todo vapor neh? O bagulho deve tá bom d+... hahahahaha
Vou postar logo 2 caps... bjinhussss
Capítulo 10 – Nossa casa
Fechei a cara e fiquei encarando o prato. Gerard não disse mais nada e esperamos a comida chegar. Pra minha sorte, não foi o mesmo cara que trouxe nossa comida, mas dessa vez uma mulher que eu nunca tinha visto antes. Quando olhei aquilo no prato quase vomitei.
- não gosta de camarão? – Gerard perguntou me olhando surpreso.
- camarão?? – olhei de novo praquilo e fechei os olhos.
- é gostoso, pode comer. Eu adoro.
Venci meu nojo e coloquei um pouco na boca. Realmente era muito gostoso.
- é bom. – falei e ele riu.
- eu não disse? Vinho? – ele abriu a garrafa e despejou um líquido vermelho na minha taça.
- isso parece sangue. – fiz cara de nojo – não vou beber isso não.
- não é sangue, pode beber. Também é gostoso, só não pode exagerar muito quando beber. Pode fazer mal pra quem não é acostumado.
Bebi um gole, mas não gostei muito. Ardia um pouco a garganta, então preferi deixar de lado e comer só o camarão.
Após nosso almoço, Gerard segurou em minhas mãos e seus olhos brilhavam como nunca.
- vem comigo. Eu tenho algo pra te mostrar.
Saímos de carro mais uma vez e paramos em frente a uma casa linda, com as paredes pintadas de verde claro e detalhes em branco. Encantadora de verdade. Gerard abriu a porta da casa e entramos. Já estava com alguns móveis e cheirava a tinta.
- gostou da casa? – ele perguntou sorridente.
- sim! É perfeita! É sua?
- não... é nossa. – olhei pra ele confusa e depois que me dei conta da gravidade fiquei sem reação.
- você tá dizendo que...
- essa será a nossa casa a partir de agora. Vamos ter nosso espaço, nosso quarto, nossa cozinha, nosso cantinho... – ele me abraçou por trás e sussurrou em meu ouvido – eu te amo, Maya.
Me virei e o encarei de frente. Nossos olhares se encontraram e nossos lábios também. Nos beijamos por um bom tempo, até eu sentir aquela sensação estranha novamente.
- que foi? – ele disse quando eu parei o beijo assustada.
- vamos embora, Gerard. Vamos voltar pra pousada, por favor.
- você não gostou da surpresa? – o sorriso dele sumiu e seu rosto ficou triste.
- claro que gostei! Não é isso, eu só...
- tudo bem. É seu ‘pressentimento’ de novo, não é? – confirmei com a cabeça – então vamos.
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Capítulo 11 – Minha varinha!
Segurei em sua mão e saímos da casa juntos. Enquanto ele fechava a porta, eu olhei em volta e vi algo brilhando próximo do outro lado da calçada. Atravessei a rua e percebi que aquele era o mesmo jardim de onde eu tinha caído e onde eu tinha encontrado Gerard pela primeira vez. Olhei entre as flores e achei o que eu tanto procurava.
- minha varinha!
Abaixei em a peguei. Ela estava um pouco quebrada, talvez da queda, mas eu tinha certeza que era a minha. Gerard atravessou correndo e veio até onde eu estava.
- Maya, você quase me mata de susto! Eu olhei pra trás e você tinha sumido, não faça... – ele parou de falar quando viu o que eu segurava – o que é isso??
- não está vendo? – meus olhos brilhavam – é a minha varinha! A varinha que eu disse pra você que eu tinha perdido naquele dia!
Ele fazia uma cara de espantado, tentando forçar sua mente a acreditar que tudo era mesmo real.
- então...
- eu sou uma fada, Gerard! Uma verdadeira fada! Acredita agora?
- vamos, Maya. Está ficando tarde. – ele me deu um beijo na testa, sacudiu um pouco a cabeça e entrou no carro.
Naquele momento eu desisti de tentar convence-lo. Já me sentia feliz por ter encontrado uma peça que me ligava ao meu passado e isso já bastava pra que eu me esquecesse da sensação que tanto me atormentava.
Entrei no carro e fui o caminho inteiro sem tirar os olhos da minha varinha. Ela era branca da cor da lua, do tamanho e da grossura de um canudo e toda brilhosa. Na ponta havia uma pequena estrela que emitia uma luz fraca. Gerard olhava sério pra estrada e às vezes olhava de relance pra mim, sem acreditar que estava mesmo ao lado de uma fada. Ele ainda não tinha fé suficiente pra acreditar.
Chegamos na pousada e eu me deitei na cama sorrindo. Ao mesmo tempo em que eu me sentia feliz, meu corpo tremia sem saber se tinha coragem de realizar algum feitiço e descobrir se eu ainda era fada ou não. O medo tomava conta de mim. Medo. Um sentimento proibido em Guhur e tão famoso na Terra.
- não vai fazer nada? – ouvi a voz de Gerard quando ele se deitou ao meu lado na cama.
- não tenho coragem.
- e por que não? Você não diz que é uma verdadeira fada? – dessa vez ele não parecia cínico, apenas curioso.
- mas eu tenho medo de descobrir que virei uma humana como você, de ter perdido todos os meus poderes...
- não tenha medo. Se você não tentar, nunca vai saber.
Ele estava certo. O único jeito era tentar lançar algum feitiço, utilizar a varinha e saber se eu ainda era fada.
- você tem razão. – fiquei de pé olhando pra ele. – vou arriscar.
- o que vai fazer comigo, fadinha? – ele disse rindo.
- você vai ver.
Levantei a varinha e fechei os olhos, tentando me concentrar. Quando eu ia lançar o feitiço, me desconcentrei com Gerard gritando.
- ahhhh quem é você??? – ele gritava olhando pra janela.
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Re: Fic - Conto de uma Fada
aaaaaaahhhhhhhhhhhh
quem a pessoa??
nao mata a gente assim nao
quem a pessoa??
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Re: Fic - Conto de uma Fada
É O SERIAL KILLER QUE EU CONTRATEI PRA MATAR A PILANTRA SAFADA MENTIROSAAA!!!
GERALDÃO, EU TE AMO!
Dogão é maaaau... ele soh tah dando bagulho bom pra mim... novos contatos, sabe cm eah!!!!
Vou passar a revender o bagúio..., vcs kerem?
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Re: Fic - Conto de uma Fada
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Re: Fic - Conto de uma Fada
Danie, eu não preciso de outro revendedor pq eu já tenho o meu próprio Dogão, esqueceu??
ele me fornece váaaarios bagulhos diferentes... hahahahaha
*conversa de bêbado*
ele me fornece váaaarios bagulhos diferentes... hahahahaha
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Re: Fic - Conto de uma Fada
nhaim
posta mais miii

*assustada*
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*Michelle* escreveu:Danie, eu não preciso de outro revendedor pq eu já tenho o meu próprio Dogão, esqueceu??
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Re: Fic - Conto de uma Fada
Quem é??????



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Re: Fic - Conto de uma Fada
quem é??????
é a Aguane né????
ééééé.... sei não =x
posta maaaaais
é a Aguane né????
ééééé.... sei não =x
posta maaaaais

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Re: Fic - Conto de uma Fada
LEMBRO SIM Q VC TEM SEU DOGÃO... E Q ELE EAH MAAAAAAU PQ NUM TE DEIXOU ENTRAR NA NET UMA VEZ!!!
HUMPF!!!!
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Re: Fic - Conto de uma Fada
mii cade a fic???
eu quero saber quem ele viu
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Re: Fic - Conto de uma Fada
eu posto amanhã a tarde pexual, é que hoje o dia foi corrido e amanhã de manhã tem reunião e visita internacional lá na empresa, aí é phoda, mais trabalho.... ><
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Re: Fic - Conto de uma Fada
eu num vou "/
diga pro gerard q eu o amo e pro frankie q ele eah tiops... perfo!
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Re: Fic - Conto de uma Fada
Foi malz povo, eu não postei ontem pq justamente na hora que entrei no fórum aqui no trabs faltou luz :/
Mas taí o cap....
Capítulo 12 – Eu ainda sou uma fada?
Me virei e quando a vi, corri pra abraça-la. Ela não parecia estar nada bem. Seu rosto era de cansaço e ela apertava seu braço com força.
- você tá maluca?? O que tá fazendo aqui?? – ajudei Joan a entrar e ela sentou choramingando na cama.
- ai, ai... tá doendo. – olhei pro braço dela e estava cortado, mas não saía sangue.
- o que foi isso?? Alguém te machucou?
- foi a Aguane. Ela tentou me seqüestrar pra saber onde você estava, mas eu consegui voar a tempo. Só que um dos feitiços me acertou no braço e agora eu não consigo mexê-lo direito. Minha asa também está ferida.
- caramba, mas essa fada é mais louca do que eu pensava... Deixa eu ver esse corte.
- hey, será que alguém pode me explicar o que tá acontecendo?? Acho que eu bebi vinho demais... – Gerard ainda estava sentado na cama, com cara de susto.
- ah, Gerard essa é Joan, a fada da sorte e também minha melhor amiga em Guhur. Joan, esse é o Gerard, meu...
- namorado. – ela completou a frase – Eu me lembro dele.
- como assim, se lembra de mim?? – ele perguntou confuso.
- Gerard, a Joan esteve aqui naquele dia que eu estava triste na janela, lembra? Ela veio me dizer algumas coisas...
- então você também é...
- sim, eu também sou uma fada se essa é a razão dessa sua cara de espanto. – eu deixei escapar uma risadinha e Gerard fechou a cara com raiva.
- Joan, nós temos que cuidar desse seu machucado. – eu disse.
- vamos levá-la pro hospital. – Gerard disse se levantando.
- não, ela não pode. O que vão fazer se virem as ‘asinhas’ dela?? Vão achar normal? – ele se calou.
- Maya, faça um feitiço de cura em mim. Você é a única que aprendeu todas as falas nas aulas.
- eu... eu não posso. Eu não tenho mais poderes.
- como não tem?? – ela me olhou espantada. – Você tem poderes sim! A Aguane também foi expulsa e olha só o que ela me fez.
De repente eu recuperei minha coragem. Olhei pra Gerard que assistia tudo impressionado e estático. Eu não tinha pensado nisso, se Aguane ainda tinha poderes então eu também! Peguei minha varinha em cima da cama e apontei pro braço de Joan.
Mentalizei meus poderes e comecei a recitar as palavras do feitiço. Minha varinha ficou mais clara e brilhante. Foi como magia, o braço de Joan começou a se curar e seu machucado sumiu. Gerard nem piscava, seus olhos estavam grudados no que acontecia bem na sua frente.
Quando está quase terminando, caí sentada na cama exausta e um pouco tonta.
- Maya, você está bem? – Gerard me abraçou e me beijou.
- sim, só um pouco cansada. Fazer esse tipo de feitiço tira todas as minhas forças.
- você é a melhor amiga e melhor fada do mundo! – Joan me agarrou pelo pescoço – e você, é melhor faze-la feliz senão vai se ver comigo. – ela disse olhando pra Gerard que ficou de olhos arregalados.
- já que vocês correm perigo, acho melhor sairmos daqui e irmos pra um local mais seguro, não acham? – ele perguntou sério.
- e que local seguro seria esse? – Joan perguntou.
>>>>>>>>>>>>>>>>
Mas taí o cap....
Capítulo 12 – Eu ainda sou uma fada?
Me virei e quando a vi, corri pra abraça-la. Ela não parecia estar nada bem. Seu rosto era de cansaço e ela apertava seu braço com força.
- você tá maluca?? O que tá fazendo aqui?? – ajudei Joan a entrar e ela sentou choramingando na cama.
- ai, ai... tá doendo. – olhei pro braço dela e estava cortado, mas não saía sangue.
- o que foi isso?? Alguém te machucou?
- foi a Aguane. Ela tentou me seqüestrar pra saber onde você estava, mas eu consegui voar a tempo. Só que um dos feitiços me acertou no braço e agora eu não consigo mexê-lo direito. Minha asa também está ferida.
- caramba, mas essa fada é mais louca do que eu pensava... Deixa eu ver esse corte.
- hey, será que alguém pode me explicar o que tá acontecendo?? Acho que eu bebi vinho demais... – Gerard ainda estava sentado na cama, com cara de susto.
- ah, Gerard essa é Joan, a fada da sorte e também minha melhor amiga em Guhur. Joan, esse é o Gerard, meu...
- namorado. – ela completou a frase – Eu me lembro dele.
- como assim, se lembra de mim?? – ele perguntou confuso.
- Gerard, a Joan esteve aqui naquele dia que eu estava triste na janela, lembra? Ela veio me dizer algumas coisas...
- então você também é...
- sim, eu também sou uma fada se essa é a razão dessa sua cara de espanto. – eu deixei escapar uma risadinha e Gerard fechou a cara com raiva.
- Joan, nós temos que cuidar desse seu machucado. – eu disse.
- vamos levá-la pro hospital. – Gerard disse se levantando.
- não, ela não pode. O que vão fazer se virem as ‘asinhas’ dela?? Vão achar normal? – ele se calou.
- Maya, faça um feitiço de cura em mim. Você é a única que aprendeu todas as falas nas aulas.
- eu... eu não posso. Eu não tenho mais poderes.
- como não tem?? – ela me olhou espantada. – Você tem poderes sim! A Aguane também foi expulsa e olha só o que ela me fez.
De repente eu recuperei minha coragem. Olhei pra Gerard que assistia tudo impressionado e estático. Eu não tinha pensado nisso, se Aguane ainda tinha poderes então eu também! Peguei minha varinha em cima da cama e apontei pro braço de Joan.
Mentalizei meus poderes e comecei a recitar as palavras do feitiço. Minha varinha ficou mais clara e brilhante. Foi como magia, o braço de Joan começou a se curar e seu machucado sumiu. Gerard nem piscava, seus olhos estavam grudados no que acontecia bem na sua frente.
Quando está quase terminando, caí sentada na cama exausta e um pouco tonta.
- Maya, você está bem? – Gerard me abraçou e me beijou.
- sim, só um pouco cansada. Fazer esse tipo de feitiço tira todas as minhas forças.
- você é a melhor amiga e melhor fada do mundo! – Joan me agarrou pelo pescoço – e você, é melhor faze-la feliz senão vai se ver comigo. – ela disse olhando pra Gerard que ficou de olhos arregalados.
- já que vocês correm perigo, acho melhor sairmos daqui e irmos pra um local mais seguro, não acham? – ele perguntou sério.
- e que local seguro seria esse? – Joan perguntou.
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Re: Fic - Conto de uma Fada
A casa do Frank \o/
mas é seguro mesmo? com o Frank la dentro? Oo
Pode ser também a nova casa deles \o/
posta maaaais
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Re: Fic - Conto de uma Fada
iii q lugar será esse??

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Re: Fic - Conto de uma Fada
Ihh q lugar será esse????
Hum??
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Re: Fic - Conto de uma Fada
onde?onde?ondee??

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