Fic - A Sweet Memory
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Fic - A Sweet Memory
Relembrando a primeira mensagem :
Oláaaaaaaaaaaa amigusssss!
Tô postando um pedacinho da nova fic que eu andei escrevendo há um tempo atrás pra ver se alguém gosta. Se comentarem, quem sabe eu não continuo postando?? hihihihi
Mas dessa vez é sério, se não tiver coment suficiente eu não posto mais. Tenho dito... =P
Lá vai....
Sinopse:
Gerard e Julie eram amigos de infância, até que um acidente os separa. Anos depois, ele encontra com uma pessoa que irá confundir seu presente e ajuda-lo a ressuscitar seu passado. “Aquela era Julie? A Julie de antigamente ou uma outra mulher que apenas sentiu uma atração por um cara bonito e o chamou pra almoçar? Gerard estava mais confuso do que antes, mas também estava disposto a descobrir esse segredo.”

Newark, New Jersey
Eu caminhava segurando a mão dela, uma pele tão macia, tão suave...
- você vai almoçar comigo hoje, Gee? – ela perguntava me olhando nos olhos.
- hoje eu não posso, Julie. Sinto muito, mas meu pai vai viajar e eu preciso ir com minha mãe leva-lo no aeroporto. – eu abaixei a cabeça triste com a minha resposta.
- ah... tudo bem. Amanhã você pode? Eu falo com a minha mãe pra ela fazer lasanha, seu prato favorito!
- huuummm, então eu não posso deixar de ir! Depois da escola eu vou pra sua casa com você.
Julie – 11 anos, cabelos negros, olhos azuis e uma espontaneidade incrível para uma criança que já sofreu tanto na vida. Quando ela tinha 5 anos, seu pai faleceu de ataque cardíaco e desde então ela morava apenas com sua mãe, Susan.
Gerard – 13 anos, cabelos pretos, expressivos olhos verdes e um ótimo desenhista. Sonhava em ter sua própria revista quando crescesse. Era também bastante tímido e mantinha uma paixão de infância por Julie.
Nós nos conhecemos quando ainda éramos pequenos, logo quando Julie se mudou com a mãe dela para Newark. Desde que viramos vizinhos nos tornamos amigos inseparáveis. Estudávamos na mesma escola, mas em turmas diferentes e nos intervalos entre as aulas nós não nos desgrudávamos pra nada. Quem via, dizia que seríamos perfeitos namorados um dia. Mas isso não chegou a acontecer como todos previam, pois coisas muito complicadas aconteceram...
Naquela tarde, eu fui com a minha mãe levar meu pai ao aeroporto. Segundo os planos, ele viajaria a trabalho para o Canadá e só voltaria algumas semanas depois.
- pai, não demora. Sentiremos sua falta. – eu o abracei bem forte.
- pode deixar filho, eu volto assim que puder ok? – meu pai, Donald, piscou para mim como ele sempre fazia.
- o senhor sabe que eu não gosto dessas suas viagens de avião. – eu disse preocupado.
- não se preocupe, Gerard. Eu vou ficar bem.
Donna e Donald, meus pais, se despediram com beijos e mais beijos. Donald fez o check-in e seguiu pela passagem até o avião, dando adeus com a mão.
Minha mãe e eu o olhávamos pelo vidro do saguão com lágrimas nos olhos. Sempre que meu querido pai viajava por tanto tempo, deixava imensa saudade.
Mas dessa vez foi diferente. Ele deixara saudade sim, mas para sempre.
Assim que Donald entrou no avião e ele estava pronto para decolar, um problema na turbina causou uma enorme explosão fazendo o avião e todos que estava dentro, pegarem fogo. Todos que viam a cena através do vidro começaram a se desesperar, mas nada podiam fazer já que todos os passageiros estavam lá dentro e não havia meio de sair com tudo pegando fogo. Bombeiros chegaram e tentaram apagar a explosão, infelizmente em vão.
Minha mãe começou a passar mal e a gritar por meu pai, que tamanha a explosão, com certeza não estaria mais entre nós. Eu fiquei sem reação, era meu pai ali a alguns metros de mim, morrendo queimado dentro daquele maldito avião.
No dia seguinte, foi o enterro de Donald. Eu e minha adorável Julie estávamos lado a lado em volta do caixão e sempre que ela me olhava, eu não conseguia emitir som algum, e nem sequer uma única lágrima. Estava petrificado por dentro. Não conseguia definir a dor que estava sentindo em meu peito. Perder o pai era uma dor terrível para qualquer um, mas Julie sabia muito bem como era passar por tudo isto e só ela conseguia me confortar nesse triste momento da minha vida.
Um último olhar para aquele que seria o lar do meu pai para sempre e eu joguei uma rosa vermelha em cima do caixão que estava sendo eternamente coberto por terra. Sem conseguir mais me segurar, deixei escapar uma lágrima solitária em meu rosto abatido.
- pode chorar, Gerard. Chorar faz bem e purifica a alma. – Julie disse olhando no fundo dos meus olhos encharcados.
Ela me abraçou e nós ficamos assim por muito tempo, até que o cemitério ficasse vazio e a lápide coberta de flores. Senti-la em meus braços era uma sensação tão boa, confortante e inesquecível.
[....]
Só até aí.... o mistério vem depois... hahahaha
Dpois eu posto as fotos dos personagens.
Se tiver coment, eu posto...
FUI!
Oláaaaaaaaaaaa amigusssss!
Tô postando um pedacinho da nova fic que eu andei escrevendo há um tempo atrás pra ver se alguém gosta. Se comentarem, quem sabe eu não continuo postando?? hihihihi
Mas dessa vez é sério, se não tiver coment suficiente eu não posto mais. Tenho dito... =P
Lá vai....
Sinopse:
Gerard e Julie eram amigos de infância, até que um acidente os separa. Anos depois, ele encontra com uma pessoa que irá confundir seu presente e ajuda-lo a ressuscitar seu passado. “Aquela era Julie? A Julie de antigamente ou uma outra mulher que apenas sentiu uma atração por um cara bonito e o chamou pra almoçar? Gerard estava mais confuso do que antes, mas também estava disposto a descobrir esse segredo.”

Newark, New Jersey
Eu caminhava segurando a mão dela, uma pele tão macia, tão suave...
- você vai almoçar comigo hoje, Gee? – ela perguntava me olhando nos olhos.
- hoje eu não posso, Julie. Sinto muito, mas meu pai vai viajar e eu preciso ir com minha mãe leva-lo no aeroporto. – eu abaixei a cabeça triste com a minha resposta.
- ah... tudo bem. Amanhã você pode? Eu falo com a minha mãe pra ela fazer lasanha, seu prato favorito!
- huuummm, então eu não posso deixar de ir! Depois da escola eu vou pra sua casa com você.
Julie – 11 anos, cabelos negros, olhos azuis e uma espontaneidade incrível para uma criança que já sofreu tanto na vida. Quando ela tinha 5 anos, seu pai faleceu de ataque cardíaco e desde então ela morava apenas com sua mãe, Susan.
Gerard – 13 anos, cabelos pretos, expressivos olhos verdes e um ótimo desenhista. Sonhava em ter sua própria revista quando crescesse. Era também bastante tímido e mantinha uma paixão de infância por Julie.
Nós nos conhecemos quando ainda éramos pequenos, logo quando Julie se mudou com a mãe dela para Newark. Desde que viramos vizinhos nos tornamos amigos inseparáveis. Estudávamos na mesma escola, mas em turmas diferentes e nos intervalos entre as aulas nós não nos desgrudávamos pra nada. Quem via, dizia que seríamos perfeitos namorados um dia. Mas isso não chegou a acontecer como todos previam, pois coisas muito complicadas aconteceram...
Naquela tarde, eu fui com a minha mãe levar meu pai ao aeroporto. Segundo os planos, ele viajaria a trabalho para o Canadá e só voltaria algumas semanas depois.
- pai, não demora. Sentiremos sua falta. – eu o abracei bem forte.
- pode deixar filho, eu volto assim que puder ok? – meu pai, Donald, piscou para mim como ele sempre fazia.
- o senhor sabe que eu não gosto dessas suas viagens de avião. – eu disse preocupado.
- não se preocupe, Gerard. Eu vou ficar bem.
Donna e Donald, meus pais, se despediram com beijos e mais beijos. Donald fez o check-in e seguiu pela passagem até o avião, dando adeus com a mão.
Minha mãe e eu o olhávamos pelo vidro do saguão com lágrimas nos olhos. Sempre que meu querido pai viajava por tanto tempo, deixava imensa saudade.
Mas dessa vez foi diferente. Ele deixara saudade sim, mas para sempre.
Assim que Donald entrou no avião e ele estava pronto para decolar, um problema na turbina causou uma enorme explosão fazendo o avião e todos que estava dentro, pegarem fogo. Todos que viam a cena através do vidro começaram a se desesperar, mas nada podiam fazer já que todos os passageiros estavam lá dentro e não havia meio de sair com tudo pegando fogo. Bombeiros chegaram e tentaram apagar a explosão, infelizmente em vão.
Minha mãe começou a passar mal e a gritar por meu pai, que tamanha a explosão, com certeza não estaria mais entre nós. Eu fiquei sem reação, era meu pai ali a alguns metros de mim, morrendo queimado dentro daquele maldito avião.
No dia seguinte, foi o enterro de Donald. Eu e minha adorável Julie estávamos lado a lado em volta do caixão e sempre que ela me olhava, eu não conseguia emitir som algum, e nem sequer uma única lágrima. Estava petrificado por dentro. Não conseguia definir a dor que estava sentindo em meu peito. Perder o pai era uma dor terrível para qualquer um, mas Julie sabia muito bem como era passar por tudo isto e só ela conseguia me confortar nesse triste momento da minha vida.
Um último olhar para aquele que seria o lar do meu pai para sempre e eu joguei uma rosa vermelha em cima do caixão que estava sendo eternamente coberto por terra. Sem conseguir mais me segurar, deixei escapar uma lágrima solitária em meu rosto abatido.
- pode chorar, Gerard. Chorar faz bem e purifica a alma. – Julie disse olhando no fundo dos meus olhos encharcados.
Ela me abraçou e nós ficamos assim por muito tempo, até que o cemitério ficasse vazio e a lápide coberta de flores. Senti-la em meus braços era uma sensação tão boa, confortante e inesquecível.
[....]
Só até aí.... o mistério vem depois... hahahaha
Dpois eu posto as fotos dos personagens.
Se tiver coment, eu posto...
FUI!
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*Michelle*- Hall da Fama

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Número de Mensagens: 961
Idade: 24
Localização: Cidade Maravilhosa
Interesses: Dar uma bjoka no Mikey, fazer cafuné no Frank e olhar nos olhos do Gee
Ocupação: Analista e Desenvolvedora de Sistemas
Humor: Work sucks
Fanlisting:
Preferido:
Data de inscrição: 08/06/2007

Re: Fic - A Sweet Memory
munito demais ele né não povo? o Gee é Demais
jayd- Vampiro Príncipe

- Número de Mensagens: 1352
Data de inscrição: 08/06/2007
Re: Fic - A Sweet Memory
Ôpa!!!
Demais é poko pra ele né Jayd?
Demais é poko pra ele né Jayd?
Deby- Vampiros Matusálem

- Número de Mensagens: 3118
Data de inscrição: 22/07/2007

Re: Fic - A Sweet Memory
*pega um banquinho**senta*
Esperando mais fic!
Esperando mais fic!
*Bi@*- Sociedade dos Vampiros

- Número de Mensagens: 641
Data de inscrição: 08/06/2007
Re: Fic - A Sweet Memory
pelo jeito ela esqueceu dessa fic , num ai postar o final não é dona Mi?
jayd- Vampiro Príncipe

- Número de Mensagens: 1352
Data de inscrição: 08/06/2007
Re: Fic - A Sweet Memory
"kiss my sass"
mih.............ANDA LOGO

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crazymoom- Vampiros Matusálem

- Número de Mensagens: 4586
Data de inscrição: 20/02/2008

Re: Fic - A Sweet Memory
jayd escreveu:pelo jeito ela esqueceu dessa fic , num ai postar o final não é dona Mi?
Anda logo tia....

Deby- Vampiros Matusálem

- Número de Mensagens: 3118
Data de inscrição: 22/07/2007

Re: Fic - A Sweet Memory
pelo jeito ela esqueceu dessa fic , num ai postar o final não é dona Mi?[2]
*Bi@*- Sociedade dos Vampiros

- Número de Mensagens: 641
Data de inscrição: 08/06/2007
Re: Fic - A Sweet Memory
eu num esqueci naum galeraaaaaaaaa
é que eu to sem tempo de escrever, juro
não me crucufiquem ok?
é que eu to sem tempo de escrever, juro
não me crucufiquem ok?
*Michelle*- Hall da Fama

- Número de Mensagens: 961
Data de inscrição: 08/06/2007

Re: Fic - A Sweet Memory
ok mi eu te entendo ninguém amis te entende do que eu... bjo !
jayd- Vampiro Príncipe

- Número de Mensagens: 1352
Data de inscrição: 08/06/2007
Re: Fic - A Sweet Memory
Okay, okay... foi bom enquanto durou mas o final sempre é triste neh? hehe
Muito obrigada quem leu, quem gostou, quem num gostou, obrigada a todos por tudo! Pelos comentários, xingamentos, rebeliões... hehehe
Eu sei que não deve ter ficado muito legal e peço desculpas povo, mas eu tô mesmo sem tempo pra nada. Escrevi esse final correndo, atendendo telefone, falando espanhol, a maior confusão! hahaha
Portanto me perdoem se não ficou tão bom quanto gostariam. =/
Agora vamos ao que interessa!
Aguardo vocês na outra fic!
Xoxo
********************************
----- Flashback ----- (Pq ngm mais lembra como terminou o último cap neh?? asubi� )
Susan concordou com a cabeça para que eu fosse até lá e resolvesse nossa história.
- amor, eu sei que isso está sendo muito difícil pra você, saber tudo isso assim sem lembrar do que realmente aconteceu...
- eu lembro. Lembro de tudo, Gee. – ela disse séria, ainda fixa na janela.
- como?? Você se lembra... de tudo??
- sim. Agora eu lembro de tudo. De quando éramos crianças, do acidente, da morte de seu pai... de tudo.
------ Fim -------
[...]
Seu olhar se encontrou com os meus e eu vi que ela chorava. Mas não era de tristeza, era de emoção. Abri os braços e a abracei bem forte. Seus braços estavam agarrados a mim e sua cabeça encostada em meu peito. Minhas lágrimas caíam sob seus cabelos e eu beijava sua cabeça em sinal de carinho e proteção.
- nada mais vai nos separar meu amor. Nunca mais. – eu disse emocionado.
Susan veio em nossa direção e eu soltei Julie do abraço. As duas se olharam por um tempo até que Susan imitou minha atitude. As duas se abraçaram apertado. Foi uma cena incrível, emocionante.
- me perdoa, filha.
- perdoar porquê? A senhora não teve culpa.
- por eu ter pensado que tinha perdido você pra sempre, meu anjo.
- eu te amo, mamãe.
Enfim, a família estava unida novamente. E dessa vez, eu era um mero coadjuvante.
Alguns dias se passaram a vida na pacata cidade de Newark voltava ao normal a cada dia. Julie havia convidado sua mãe, sua verdadeira mãe, para ir morar em sua casa. Susan ficou um pouco receosa no começo, mas aceitou já que não queria mais passar nenhum minuto longe de sua filha que passou tanto tempo desaparecida. Sr. Walter adorou a idéia e pode-se dizer que adorou até demais... Não demorou muito para que os dois descobrissem muitas coisas em comum, além do amor pela filha.
Julie e eu, bom, ainda estamos noivos. Pelo menos até daqui a pouco, mas Julie não sabe disso.
Vesti meu melhor terno, preto com gravata branca. Ajeitei meu cabelo e a caixinha que estava no bolso da calça. Me olhei no espelho antes de sair do banheiro. Respirei fundo e senti meu coração bater forte. Abri a porta e lá estava ela. Linda e perfeita à minha espera.
- por que demorou tanto? Já estamos atrasados, Gerard! A Suzy e o Frank vão nos matar se chegarmos atrasados ao casamento deles.
Esqueci de dizer que ela estava enganada. Suzy não ficaria chateada, muito menos Frank. Os dois estavam namorando e a tal menina da boate de quem ele tanto falava era nada menos do que a melhor amiga de Julie, a Suzy. Que coincidência, não?
Bom, voltando ao que estava prestes a acontecer...
- vamos, amor. Já estou pronto. Você sabia que fica linda quando ta nervosa? – ela sorriu meigamente.
- você sabe que assim eu perco minhas forças e não consigo brigar com você. Isso não é justo, Gee.
- eu adoro quando você faz esse biquinho também. – dei um beijo doce em seus lábios e acariciei seus cabelos.
Aos poucos, nossos beijos foram aumentando e quando me dei conta, já estava sem boa parte do terno. Julie passava as mãos em minha nuca, me deixando louco. Eu não tinha como resistir. Tirei seu vestido e a deixei apenas de lingerie. Ela estava linda.
- vamos nos atrasar. – ela disse mordendo meus lábios.
- que se dane. Eu quero você. – respondi excitado.
Caímos na cama e nos amamos como se fosse o último dia de nossas vidas. Uma lua de mel antecipada, quem sabe...
Tomamos outro banho, juntos, apressados. Vestimos as mesmas roupas numa correria, afinal estávamos quase 1 hora atrasados. Já ia saindo de casa quando lembrei de repente e passei a mão pelo bolso da calça.
- ufa... – exclamei aliviado. Eu não podia esquecer. Não hoje.
Entramos no carro e eu acelerei o máximo que pude. Apesar de chateada por estar atrasada para o ‘casamento’ da amiga, Julie estava com um brilho no olhar incrível. Ela me amava e isso era a coisa mais importante do mundo.
Chegamos em frente a uma igreja, não tão grande mas com certeza a mais famosa de New Jersey. O nervoso aumentava, o coração batia rápido.
- Gerard, o que foi? Parece até que você é o noivo. – ela riu, sem saber que aquilo era a mais perfeita verdade.
- me espere aqui que eu já volto.
- aqui fora? Sozinha? – ela me olhou desconfiada.
- não entre sem mim, ok? Eu já volto. – dei um selinho nela e dei a volta na igreja.
Entrei pelos fundos e Frank me esperava ansioso, e muito nervoso também.
- Gerard!! Onde você se meteu, cara??? Os convidados e até o padre já estão achando que você desistiu!
- calma, Frank. Eu estava aproveitando minhas últimas horas de solteiro. Ao lado da Julie, claro. – completei vendo a cara que ele fez.
- ah tá. Então tá perdoado. Agora entra lá e se ajeita. Onde ela está?
- lá fora. Na porta.
- vou pedir que abram a porta. Vai logo pra sua posição, anda! – Frank me empurrou até o altar.
Todos me esperavam e quando me viram disseram um “Aleluia” coletivo que me deixou até sem graça. Os amigos da banda me abraçaram e os pais de Julie fizeram um sinal de OK pra mim.
Ouvi o barulho da porta se abrindo e os convidados viraram todos juntos para olhar. Meu olhar estava fixo na entrada e meu coração parecia que iria explodir assim que a visse.
Uma música da nossa banda começou a tocar ao fundo, apenas orquestral. Incrível.
Meu olhar se cruzou com o dela quando a porta se abriu completamente. Eu sorri tímido enquanto ela olhava tudo sem acreditar no que estava acontecendo. Walter apareceu ao lado dela e esticou o braço para que ela apoiasse. Julie fazia tudo em estado de choque. Ela ria e chorava ao mesmo tempo. A música tradicional começou a tocar e ela entrou na igreja. Devagar, como se andasse em nuvens de algodão, ela chegou até mim. Eu estiquei meu braço e ela se segurou. Os olhos cheios de lágrimas, o rosto muito vermelho e um sorriso bobo na boca mostravam que ela estava feliz com a surpresa. E eu estava radiante.
A cerimônia não durou mais do que 1 hora, mas o bastante para se tornar o momento mais inesquecível da minha vida. Na saída, pétalas de flores forravam a passagem e grãos de arroz voavam sob nossas cabeças. Recebemos abraços e felicitações de muitos, mas o que mais me comoveu foi o comentário de dona Susan, na porta da igreja.
- Gerard, meu filho. Saiba que a partir de hoje uma parte de mim vai com você pra se tornar a mulher mais feliz e amada do mundo. Que você a faça eternamente feliz e a dê muitos filhos. Cuide dela como cuidou sempre e ela será a melhor esposa do mundo, tenho certeza. Meus parabéns, meus filhos. Que vocês sejam muito felizes!
Nós três nos abraçamos e em seguida, eu e Julie entramos na limusine. Não houve festa, não era o que eu tinha planejado para nossa verdadeira lua-de-mel.
- pra onde nós vamos? – ela perguntou.
- aeroporto. – respondi sem dar mais pistas.
- Gerard... o que mais você aprontou?
- você saberá na hora certa.
Alguns minutos viajando em um jatinho particular e, enfim, chegamos ao nosso destino.
- onde estamos?
- vem comigo. Você vai descobrir logo, logo.
Entramos no carro que nos levaria até o local que escolhi. Era noite e a cidade inteira estava iluminada em clima de festa. Um cenário perfeito para o último dia do ano, dia de reveillon. Julie estava encantada, ela nunca havia estado em Paris antes e esse era seu sonho de infância, eu me lembro muito bem disso.
Paramos em frente à Torre Eiffel e muitos aguardavam a queima de fogos. 23:58h. Estava próximo.
Segurei a mão dela que tremia, talvez de nervoso, talvez de alegria. Nossos corpos se uniram num abraço apertado, seguido por um beijo doce e mágico. 00:00h. Fogos no céu e em nossos corações incendiados de amor.
- eu trouxe isso pra você. – entreguei a ela um presente de infância.
- oh meu Deus! Gerard, ainda está perfeito! – era a pedra com nossas iniciais esculpidas com sangue.
- eu fiquei com medo de você não lembrar... - falei meio tímido.
- eu nunca esqueceria. Eu te amo, Gee. Pra sempre.
- E eu sempre irei te amar, Julie. Até que nossa vida se torne uma doce lembrança. Doce e inesquecível.
Muito obrigada quem leu, quem gostou, quem num gostou, obrigada a todos por tudo! Pelos comentários, xingamentos, rebeliões... hehehe
Eu sei que não deve ter ficado muito legal e peço desculpas povo, mas eu tô mesmo sem tempo pra nada. Escrevi esse final correndo, atendendo telefone, falando espanhol, a maior confusão! hahaha
Portanto me perdoem se não ficou tão bom quanto gostariam. =/
Agora vamos ao que interessa!
Aguardo vocês na outra fic!
Xoxo
********************************
----- Flashback ----- (Pq ngm mais lembra como terminou o último cap neh?? asubi� )
Susan concordou com a cabeça para que eu fosse até lá e resolvesse nossa história.
- amor, eu sei que isso está sendo muito difícil pra você, saber tudo isso assim sem lembrar do que realmente aconteceu...
- eu lembro. Lembro de tudo, Gee. – ela disse séria, ainda fixa na janela.
- como?? Você se lembra... de tudo??
- sim. Agora eu lembro de tudo. De quando éramos crianças, do acidente, da morte de seu pai... de tudo.
------ Fim -------
[...]
Seu olhar se encontrou com os meus e eu vi que ela chorava. Mas não era de tristeza, era de emoção. Abri os braços e a abracei bem forte. Seus braços estavam agarrados a mim e sua cabeça encostada em meu peito. Minhas lágrimas caíam sob seus cabelos e eu beijava sua cabeça em sinal de carinho e proteção.
- nada mais vai nos separar meu amor. Nunca mais. – eu disse emocionado.
Susan veio em nossa direção e eu soltei Julie do abraço. As duas se olharam por um tempo até que Susan imitou minha atitude. As duas se abraçaram apertado. Foi uma cena incrível, emocionante.
- me perdoa, filha.
- perdoar porquê? A senhora não teve culpa.
- por eu ter pensado que tinha perdido você pra sempre, meu anjo.
- eu te amo, mamãe.
Enfim, a família estava unida novamente. E dessa vez, eu era um mero coadjuvante.
Alguns dias se passaram a vida na pacata cidade de Newark voltava ao normal a cada dia. Julie havia convidado sua mãe, sua verdadeira mãe, para ir morar em sua casa. Susan ficou um pouco receosa no começo, mas aceitou já que não queria mais passar nenhum minuto longe de sua filha que passou tanto tempo desaparecida. Sr. Walter adorou a idéia e pode-se dizer que adorou até demais... Não demorou muito para que os dois descobrissem muitas coisas em comum, além do amor pela filha.
Julie e eu, bom, ainda estamos noivos. Pelo menos até daqui a pouco, mas Julie não sabe disso.
Vesti meu melhor terno, preto com gravata branca. Ajeitei meu cabelo e a caixinha que estava no bolso da calça. Me olhei no espelho antes de sair do banheiro. Respirei fundo e senti meu coração bater forte. Abri a porta e lá estava ela. Linda e perfeita à minha espera.
- por que demorou tanto? Já estamos atrasados, Gerard! A Suzy e o Frank vão nos matar se chegarmos atrasados ao casamento deles.
Esqueci de dizer que ela estava enganada. Suzy não ficaria chateada, muito menos Frank. Os dois estavam namorando e a tal menina da boate de quem ele tanto falava era nada menos do que a melhor amiga de Julie, a Suzy. Que coincidência, não?
Bom, voltando ao que estava prestes a acontecer...
- vamos, amor. Já estou pronto. Você sabia que fica linda quando ta nervosa? – ela sorriu meigamente.
- você sabe que assim eu perco minhas forças e não consigo brigar com você. Isso não é justo, Gee.
- eu adoro quando você faz esse biquinho também. – dei um beijo doce em seus lábios e acariciei seus cabelos.
Aos poucos, nossos beijos foram aumentando e quando me dei conta, já estava sem boa parte do terno. Julie passava as mãos em minha nuca, me deixando louco. Eu não tinha como resistir. Tirei seu vestido e a deixei apenas de lingerie. Ela estava linda.
- vamos nos atrasar. – ela disse mordendo meus lábios.
- que se dane. Eu quero você. – respondi excitado.
Caímos na cama e nos amamos como se fosse o último dia de nossas vidas. Uma lua de mel antecipada, quem sabe...
Tomamos outro banho, juntos, apressados. Vestimos as mesmas roupas numa correria, afinal estávamos quase 1 hora atrasados. Já ia saindo de casa quando lembrei de repente e passei a mão pelo bolso da calça.
- ufa... – exclamei aliviado. Eu não podia esquecer. Não hoje.
Entramos no carro e eu acelerei o máximo que pude. Apesar de chateada por estar atrasada para o ‘casamento’ da amiga, Julie estava com um brilho no olhar incrível. Ela me amava e isso era a coisa mais importante do mundo.
Chegamos em frente a uma igreja, não tão grande mas com certeza a mais famosa de New Jersey. O nervoso aumentava, o coração batia rápido.
- Gerard, o que foi? Parece até que você é o noivo. – ela riu, sem saber que aquilo era a mais perfeita verdade.
- me espere aqui que eu já volto.
- aqui fora? Sozinha? – ela me olhou desconfiada.
- não entre sem mim, ok? Eu já volto. – dei um selinho nela e dei a volta na igreja.
Entrei pelos fundos e Frank me esperava ansioso, e muito nervoso também.
- Gerard!! Onde você se meteu, cara??? Os convidados e até o padre já estão achando que você desistiu!
- calma, Frank. Eu estava aproveitando minhas últimas horas de solteiro. Ao lado da Julie, claro. – completei vendo a cara que ele fez.
- ah tá. Então tá perdoado. Agora entra lá e se ajeita. Onde ela está?
- lá fora. Na porta.
- vou pedir que abram a porta. Vai logo pra sua posição, anda! – Frank me empurrou até o altar.
Todos me esperavam e quando me viram disseram um “Aleluia” coletivo que me deixou até sem graça. Os amigos da banda me abraçaram e os pais de Julie fizeram um sinal de OK pra mim.
Ouvi o barulho da porta se abrindo e os convidados viraram todos juntos para olhar. Meu olhar estava fixo na entrada e meu coração parecia que iria explodir assim que a visse.
Uma música da nossa banda começou a tocar ao fundo, apenas orquestral. Incrível.
Meu olhar se cruzou com o dela quando a porta se abriu completamente. Eu sorri tímido enquanto ela olhava tudo sem acreditar no que estava acontecendo. Walter apareceu ao lado dela e esticou o braço para que ela apoiasse. Julie fazia tudo em estado de choque. Ela ria e chorava ao mesmo tempo. A música tradicional começou a tocar e ela entrou na igreja. Devagar, como se andasse em nuvens de algodão, ela chegou até mim. Eu estiquei meu braço e ela se segurou. Os olhos cheios de lágrimas, o rosto muito vermelho e um sorriso bobo na boca mostravam que ela estava feliz com a surpresa. E eu estava radiante.
A cerimônia não durou mais do que 1 hora, mas o bastante para se tornar o momento mais inesquecível da minha vida. Na saída, pétalas de flores forravam a passagem e grãos de arroz voavam sob nossas cabeças. Recebemos abraços e felicitações de muitos, mas o que mais me comoveu foi o comentário de dona Susan, na porta da igreja.
- Gerard, meu filho. Saiba que a partir de hoje uma parte de mim vai com você pra se tornar a mulher mais feliz e amada do mundo. Que você a faça eternamente feliz e a dê muitos filhos. Cuide dela como cuidou sempre e ela será a melhor esposa do mundo, tenho certeza. Meus parabéns, meus filhos. Que vocês sejam muito felizes!
Nós três nos abraçamos e em seguida, eu e Julie entramos na limusine. Não houve festa, não era o que eu tinha planejado para nossa verdadeira lua-de-mel.
- pra onde nós vamos? – ela perguntou.
- aeroporto. – respondi sem dar mais pistas.
- Gerard... o que mais você aprontou?
- você saberá na hora certa.
Alguns minutos viajando em um jatinho particular e, enfim, chegamos ao nosso destino.
- onde estamos?
- vem comigo. Você vai descobrir logo, logo.
Entramos no carro que nos levaria até o local que escolhi. Era noite e a cidade inteira estava iluminada em clima de festa. Um cenário perfeito para o último dia do ano, dia de reveillon. Julie estava encantada, ela nunca havia estado em Paris antes e esse era seu sonho de infância, eu me lembro muito bem disso.
Paramos em frente à Torre Eiffel e muitos aguardavam a queima de fogos. 23:58h. Estava próximo.
Segurei a mão dela que tremia, talvez de nervoso, talvez de alegria. Nossos corpos se uniram num abraço apertado, seguido por um beijo doce e mágico. 00:00h. Fogos no céu e em nossos corações incendiados de amor.
- eu trouxe isso pra você. – entreguei a ela um presente de infância.
- oh meu Deus! Gerard, ainda está perfeito! – era a pedra com nossas iniciais esculpidas com sangue.
- eu fiquei com medo de você não lembrar... - falei meio tímido.
- eu nunca esqueceria. Eu te amo, Gee. Pra sempre.
- E eu sempre irei te amar, Julie. Até que nossa vida se torne uma doce lembrança. Doce e inesquecível.
"Quando fala o amor, a voz de todos os deuses deixa o céu embriagado de harmonia."
(William Shakespeare)
FIM
É, acabou
(William Shakespeare)
FIM
É, acabou
Última edição por *Michelle* em 12/6/2008, 11:47 am, editado 1 vezes
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Re: Fic - A Sweet Memory
Ahhh ficou liiindo *-*



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Re: Fic - A Sweet Memory
cadê o povo daki?????????
pra reclamar vcs sabem neh?? agora pra comentar... ><
vou fazer greve tb, humf... num posto mais fic até todo mundo comentar aki
pra reclamar vcs sabem neh?? agora pra comentar... ><
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Re: Fic - A Sweet Memory
me abraçaram e os pais de Susan fizeram um sinal de OK pra mim.
não seria julie?
mas enfim..
meo deoss....
a-m-e-i
num tem 2ª temporada por acaso num dona mih
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Re: Fic - A Sweet Memory
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Re: Fic - A Sweet Memory
não seria julie?
okay okay, já acertei dona moon
isso que dá escrever com pressa.... hihihihihi
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Re: Fic - A Sweet Memory
Fico Maravilhoso Mii
Simplesmente wondrful!!
Vai fazê falta!
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Re: Fic - A Sweet Memory
eita que até que enfim dona Michelle , eu amei queria que alguém fizesse pelomenos algo parecido com isso , ficou muito lindo... vc é fantástica vc sabe... beijos e continue a outra lá...

jayd- Vampiro Príncipe

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Re: Fic - A Sweet Memory
aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhh
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q coisa linda
chorei
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-tathy- Hall da Fama

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akfrancio- Vampiro Príncipe

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Re: Fic - A Sweet Memory
aaah que fic perfeita ! *---* A M E I !
GENTE QUE INVEJA *-* auhauhaua
PS: tô tão feliz! o Frankito me respondeu no MySpace!!!!!
GENTE QUE INVEJA *-* auhauhaua

teeeh- Vampiros Embrace

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Re: Fic - A Sweet Memory
ameii a tua fanfic
tá linda
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Ines- Vampiros Embrace

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