Fic - A Sweet Memory
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Fic - A Sweet Memory
Relembrando a primeira mensagem :
Oláaaaaaaaaaaa amigusssss!
Tô postando um pedacinho da nova fic que eu andei escrevendo há um tempo atrás pra ver se alguém gosta. Se comentarem, quem sabe eu não continuo postando?? hihihihi
Mas dessa vez é sério, se não tiver coment suficiente eu não posto mais. Tenho dito... =P
Lá vai....
Sinopse:
Gerard e Julie eram amigos de infância, até que um acidente os separa. Anos depois, ele encontra com uma pessoa que irá confundir seu presente e ajuda-lo a ressuscitar seu passado. “Aquela era Julie? A Julie de antigamente ou uma outra mulher que apenas sentiu uma atração por um cara bonito e o chamou pra almoçar? Gerard estava mais confuso do que antes, mas também estava disposto a descobrir esse segredo.”

Newark, New Jersey
Eu caminhava segurando a mão dela, uma pele tão macia, tão suave...
- você vai almoçar comigo hoje, Gee? – ela perguntava me olhando nos olhos.
- hoje eu não posso, Julie. Sinto muito, mas meu pai vai viajar e eu preciso ir com minha mãe leva-lo no aeroporto. – eu abaixei a cabeça triste com a minha resposta.
- ah... tudo bem. Amanhã você pode? Eu falo com a minha mãe pra ela fazer lasanha, seu prato favorito!
- huuummm, então eu não posso deixar de ir! Depois da escola eu vou pra sua casa com você.
Julie – 11 anos, cabelos negros, olhos azuis e uma espontaneidade incrível para uma criança que já sofreu tanto na vida. Quando ela tinha 5 anos, seu pai faleceu de ataque cardíaco e desde então ela morava apenas com sua mãe, Susan.
Gerard – 13 anos, cabelos pretos, expressivos olhos verdes e um ótimo desenhista. Sonhava em ter sua própria revista quando crescesse. Era também bastante tímido e mantinha uma paixão de infância por Julie.
Nós nos conhecemos quando ainda éramos pequenos, logo quando Julie se mudou com a mãe dela para Newark. Desde que viramos vizinhos nos tornamos amigos inseparáveis. Estudávamos na mesma escola, mas em turmas diferentes e nos intervalos entre as aulas nós não nos desgrudávamos pra nada. Quem via, dizia que seríamos perfeitos namorados um dia. Mas isso não chegou a acontecer como todos previam, pois coisas muito complicadas aconteceram...
Naquela tarde, eu fui com a minha mãe levar meu pai ao aeroporto. Segundo os planos, ele viajaria a trabalho para o Canadá e só voltaria algumas semanas depois.
- pai, não demora. Sentiremos sua falta. – eu o abracei bem forte.
- pode deixar filho, eu volto assim que puder ok? – meu pai, Donald, piscou para mim como ele sempre fazia.
- o senhor sabe que eu não gosto dessas suas viagens de avião. – eu disse preocupado.
- não se preocupe, Gerard. Eu vou ficar bem.
Donna e Donald, meus pais, se despediram com beijos e mais beijos. Donald fez o check-in e seguiu pela passagem até o avião, dando adeus com a mão.
Minha mãe e eu o olhávamos pelo vidro do saguão com lágrimas nos olhos. Sempre que meu querido pai viajava por tanto tempo, deixava imensa saudade.
Mas dessa vez foi diferente. Ele deixara saudade sim, mas para sempre.
Assim que Donald entrou no avião e ele estava pronto para decolar, um problema na turbina causou uma enorme explosão fazendo o avião e todos que estava dentro, pegarem fogo. Todos que viam a cena através do vidro começaram a se desesperar, mas nada podiam fazer já que todos os passageiros estavam lá dentro e não havia meio de sair com tudo pegando fogo. Bombeiros chegaram e tentaram apagar a explosão, infelizmente em vão.
Minha mãe começou a passar mal e a gritar por meu pai, que tamanha a explosão, com certeza não estaria mais entre nós. Eu fiquei sem reação, era meu pai ali a alguns metros de mim, morrendo queimado dentro daquele maldito avião.
No dia seguinte, foi o enterro de Donald. Eu e minha adorável Julie estávamos lado a lado em volta do caixão e sempre que ela me olhava, eu não conseguia emitir som algum, e nem sequer uma única lágrima. Estava petrificado por dentro. Não conseguia definir a dor que estava sentindo em meu peito. Perder o pai era uma dor terrível para qualquer um, mas Julie sabia muito bem como era passar por tudo isto e só ela conseguia me confortar nesse triste momento da minha vida.
Um último olhar para aquele que seria o lar do meu pai para sempre e eu joguei uma rosa vermelha em cima do caixão que estava sendo eternamente coberto por terra. Sem conseguir mais me segurar, deixei escapar uma lágrima solitária em meu rosto abatido.
- pode chorar, Gerard. Chorar faz bem e purifica a alma. – Julie disse olhando no fundo dos meus olhos encharcados.
Ela me abraçou e nós ficamos assim por muito tempo, até que o cemitério ficasse vazio e a lápide coberta de flores. Senti-la em meus braços era uma sensação tão boa, confortante e inesquecível.
[....]
Só até aí.... o mistério vem depois... hahahaha
Dpois eu posto as fotos dos personagens.
Se tiver coment, eu posto...
FUI!
Oláaaaaaaaaaaa amigusssss!
Tô postando um pedacinho da nova fic que eu andei escrevendo há um tempo atrás pra ver se alguém gosta. Se comentarem, quem sabe eu não continuo postando?? hihihihi
Mas dessa vez é sério, se não tiver coment suficiente eu não posto mais. Tenho dito... =P
Lá vai....
Sinopse:
Gerard e Julie eram amigos de infância, até que um acidente os separa. Anos depois, ele encontra com uma pessoa que irá confundir seu presente e ajuda-lo a ressuscitar seu passado. “Aquela era Julie? A Julie de antigamente ou uma outra mulher que apenas sentiu uma atração por um cara bonito e o chamou pra almoçar? Gerard estava mais confuso do que antes, mas também estava disposto a descobrir esse segredo.”

Newark, New Jersey
Eu caminhava segurando a mão dela, uma pele tão macia, tão suave...
- você vai almoçar comigo hoje, Gee? – ela perguntava me olhando nos olhos.
- hoje eu não posso, Julie. Sinto muito, mas meu pai vai viajar e eu preciso ir com minha mãe leva-lo no aeroporto. – eu abaixei a cabeça triste com a minha resposta.
- ah... tudo bem. Amanhã você pode? Eu falo com a minha mãe pra ela fazer lasanha, seu prato favorito!
- huuummm, então eu não posso deixar de ir! Depois da escola eu vou pra sua casa com você.
Julie – 11 anos, cabelos negros, olhos azuis e uma espontaneidade incrível para uma criança que já sofreu tanto na vida. Quando ela tinha 5 anos, seu pai faleceu de ataque cardíaco e desde então ela morava apenas com sua mãe, Susan.
Gerard – 13 anos, cabelos pretos, expressivos olhos verdes e um ótimo desenhista. Sonhava em ter sua própria revista quando crescesse. Era também bastante tímido e mantinha uma paixão de infância por Julie.
Nós nos conhecemos quando ainda éramos pequenos, logo quando Julie se mudou com a mãe dela para Newark. Desde que viramos vizinhos nos tornamos amigos inseparáveis. Estudávamos na mesma escola, mas em turmas diferentes e nos intervalos entre as aulas nós não nos desgrudávamos pra nada. Quem via, dizia que seríamos perfeitos namorados um dia. Mas isso não chegou a acontecer como todos previam, pois coisas muito complicadas aconteceram...
Naquela tarde, eu fui com a minha mãe levar meu pai ao aeroporto. Segundo os planos, ele viajaria a trabalho para o Canadá e só voltaria algumas semanas depois.
- pai, não demora. Sentiremos sua falta. – eu o abracei bem forte.
- pode deixar filho, eu volto assim que puder ok? – meu pai, Donald, piscou para mim como ele sempre fazia.
- o senhor sabe que eu não gosto dessas suas viagens de avião. – eu disse preocupado.
- não se preocupe, Gerard. Eu vou ficar bem.
Donna e Donald, meus pais, se despediram com beijos e mais beijos. Donald fez o check-in e seguiu pela passagem até o avião, dando adeus com a mão.
Minha mãe e eu o olhávamos pelo vidro do saguão com lágrimas nos olhos. Sempre que meu querido pai viajava por tanto tempo, deixava imensa saudade.
Mas dessa vez foi diferente. Ele deixara saudade sim, mas para sempre.
Assim que Donald entrou no avião e ele estava pronto para decolar, um problema na turbina causou uma enorme explosão fazendo o avião e todos que estava dentro, pegarem fogo. Todos que viam a cena através do vidro começaram a se desesperar, mas nada podiam fazer já que todos os passageiros estavam lá dentro e não havia meio de sair com tudo pegando fogo. Bombeiros chegaram e tentaram apagar a explosão, infelizmente em vão.
Minha mãe começou a passar mal e a gritar por meu pai, que tamanha a explosão, com certeza não estaria mais entre nós. Eu fiquei sem reação, era meu pai ali a alguns metros de mim, morrendo queimado dentro daquele maldito avião.
No dia seguinte, foi o enterro de Donald. Eu e minha adorável Julie estávamos lado a lado em volta do caixão e sempre que ela me olhava, eu não conseguia emitir som algum, e nem sequer uma única lágrima. Estava petrificado por dentro. Não conseguia definir a dor que estava sentindo em meu peito. Perder o pai era uma dor terrível para qualquer um, mas Julie sabia muito bem como era passar por tudo isto e só ela conseguia me confortar nesse triste momento da minha vida.
Um último olhar para aquele que seria o lar do meu pai para sempre e eu joguei uma rosa vermelha em cima do caixão que estava sendo eternamente coberto por terra. Sem conseguir mais me segurar, deixei escapar uma lágrima solitária em meu rosto abatido.
- pode chorar, Gerard. Chorar faz bem e purifica a alma. – Julie disse olhando no fundo dos meus olhos encharcados.
Ela me abraçou e nós ficamos assim por muito tempo, até que o cemitério ficasse vazio e a lápide coberta de flores. Senti-la em meus braços era uma sensação tão boa, confortante e inesquecível.
[....]
Só até aí.... o mistério vem depois... hahahaha
Dpois eu posto as fotos dos personagens.
Se tiver coment, eu posto...
FUI!
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. : . Twilight : New Moon : Eclipse : Breaking Down . : .

*Michelle*- Hall da Fama

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Interesses: Dar uma bjoka no Mikey, fazer cafuné no Frank e olhar nos olhos do Gee
Ocupação: Analista e Desenvolvedora de Sistemas
Humor: Work sucks
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Preferido:
Data de inscrição: 08/06/2007

Re: Fic - A Sweet Memory
Eu acho q ela perdeu a memória... E foi criada pela Debbie...
Mais tem muitas coisas que ainda não foram explicadas....
Quanto mistério...
Aeeee *__*
Mais tem muitas coisas que ainda não foram explicadas....
Quanto mistério...
*Michelle escreveu:
Boa notícia: já tô escrevendo uma fic nova e em breve posto ela aki procês!! =D
Aeeee *__*
*Bi@*- Sociedade dos Vampiros

- Número de Mensagens: 641
Data de inscrição: 08/06/2007
Re: Fic - A Sweet Memory
ta vendo
eh a Julie FATO u_u
eh a Julie FATO u_u
-tathy- Hall da Fama

- Número de Mensagens: 5028
Data de inscrição: 13/06/2007

Re: Fic - A Sweet Memory
Noooossa...que confusão que tá isso aqui!
Mel Jesuis!!
Tá difícil a coisa hein?
*pula*
Mas essa menina é de mais né? xD
Mel Jesuis!!
Tá difícil a coisa hein?
*Michelle* escreveu:Boa notícia: já tô escrevendo uma fic nova e em breve posto ela aki procês!! =D
*pula*
Mas essa menina é de mais né? xD
Deby- Vampiros Matusálem

- Número de Mensagens: 3118
Data de inscrição: 22/07/2007

Re: Fic - A Sweet Memory
heheheheh ... essa fic me mata dona kd? vai postar não é? o que será que vai acontecer com a Jamie? amo¹²³ bjo mi*
jayd- Vampiro Príncipe

- Número de Mensagens: 1352
Data de inscrição: 08/06/2007
Re: Fic - A Sweet Memory
Desculpa a demora pexual!!!
É que eu tô me empolgando escrevendo a nova fic, que por sinal, já está sendo postada aqui no fórum!
Ela se chama: "Nova Chance Para Amar" e eu aconselho a ler pq tá muito legal! [modesta, neh? hahaha]
Agora peço um pouquinho de calma até o próximo cap dessa fic pq o trabalho está consumindo todas as minhas forças e eu tô sem tempo nenhum pra escrever...
Não pensem que eu esqueci daqui se eu demorar um pouco mais a postar, ok?
Vamos ao cap...
O dia amanheceu e começamos a enfeitar a casa para o Natal, que seria no dia seguinte. Pinheiros, pisca-piscas, papai-noel, tudo o que um bom Natal tem direito. Do lado de fora a casa estava perfeita e sem dúvida era a mais bonita do bairro. Jamie estava tão contente que estava a ponto de começar a chorar de emoção.
- olha Gerard, como está ficando tudo tão lindo!
- tem razão, está lindo. Você está chorando, moça??
- me desculpe, eu não sei o que me dá nessa época do ano. Eu fico muito mais sensível.
- ah, me dá um abraço apertado, vai. Eu te amo tanto, sua boba.
- eu que te amo, seu bobo.
Foi então que eu a vi de novo. No mesmo lugar que no dia anterior, ela agora olhava pra mim com um misto de surpresa e tristeza em ver que eu estava sorrindo e feliz.
- Jamie, espere um pouco. Eu já volto.
Atravessei a rua e Susan aumentou a velocidade dos passos. Ela não queria que eu a alcançasse, mas eu fui mais rápido e a puxei pelo braço quando já estávamos na outra rua.
- dona Susan, é a senhora?? – ela ficou muda me encarando – não me reconhece? Sou eu, Gerard.
- eu sei quem você é.
- então por que fugiu de mim?
- eu não quero estragar sua felicidade, menino. Diferente de você, eu nunca esqueci minha querida filhinha.
- e como a senhora pode dizer que eu a esqueci?? – eu soltei o braço dela que eu apertava com força.
- você está feliz.
- eu nunca estive completamente feliz e não estarei até descobrir o que realmente aconteceu com ela!
- ela está morta, Gerard! Minha pequena está morta, e nunca mais vai voltar. – ela correu chorando e eu a deixei ir. Uma lágrima correu em meu rosto gelado e voltei pra casa, onde Jamie me esperava na porta assustada.
- o que houve? Quem era aquela senhora?
- uma antiga conhecida, só isso. Vamos entrar, está frio aqui fora. Vem.
Passei o dia confuso com aquela situação e à noite acabei tendo outro pesadelo, só que dessa vez muito mais real.
No sonho, eu saía de casa e ia até o cemitério da cidade, onde Julie estaria enterrada. Era madrugada e não havia ninguém pelas ruas, muito menos naquele lugar sombrio. Em sua lápide, dizeres alegres como ela. Eu cavava toda a terra com uma pá até chegar à tampa de seu caixão e quando eu o abria, não havia nada a não ser um imenso vazio lá dentro.
Acordei com um grito vindo da cozinha e quando olhei pro lado, Jamie não estava na cama. Corri pra cozinha e quando cheguei lá, Debbie fazia um curativo na mão de Jamie. A mesma mão que eu já havia ‘curado’ antes.
Minha aparência nem um pouco normal e minha camisa suada denunciavam que eu também não estava bem.
- o que aconteceu? – perguntei.
- eu fiquei preocupada com você, amor. Você estava se debatendo durante o sono e eu resolvi vir aqui buscar um pouco d’água, mas parece que isso sempre acontece comigo, não é? – ela apontou pro copo quebrado em cima da pia.
- ah meu anjo...
- não se preocupe, minha mãe é enfermeira. Ela sabe fazer curativo como ninguém! – Jamie sorria e meus neurônios começavam a ferver.
- ah... enfermeira... – sussurrei.
- pronto, minha filha. Mas vê se não quebra mais nada, hein. Esses copos custam caro. – ela deu uma risadinha e saiu – boa noite.
- você está bem? – perguntei a ela, chegando mais perto e a envolvendo num abraço.
- com você ao meu lado eu não poderia estar melhor. – ela mordeu os lábios com malícia e eu a beijei. A peguei no colo e apoiei seu corpo em cima da mesa. Ela tirou minha camisa e eu deslizei meus dedos por seus seios empinados.
- acho melhor irmos pro quarto. – eu disse em meio aos beijos ‘calientes’ que me levavam à excitação.
- calma, não tem problema. É só esperar a luz do quarto deles se apagar. – olhei espantado pra ela que sorria – que foi? Não quer correr o risco, senhor Way?
- eu nunca tenho medo de arriscar, senhorita.
Nos amamos ali mesmo, em cima da mesa da cozinha. Sempre que deixávamos escapar um gemido, tampávamos nossas bocas com um beijo. E foi assim, arriscado e cheio de adrenalina que chegamos ao final e eu acabei esquecendo do sonho que foi a razão de tudo aquilo ter começado.
[...]
É que eu tô me empolgando escrevendo a nova fic, que por sinal, já está sendo postada aqui no fórum!
Ela se chama: "Nova Chance Para Amar" e eu aconselho a ler pq tá muito legal! [modesta, neh? hahaha]
Agora peço um pouquinho de calma até o próximo cap dessa fic pq o trabalho está consumindo todas as minhas forças e eu tô sem tempo nenhum pra escrever...
Não pensem que eu esqueci daqui se eu demorar um pouco mais a postar, ok?
Vamos ao cap...
O dia amanheceu e começamos a enfeitar a casa para o Natal, que seria no dia seguinte. Pinheiros, pisca-piscas, papai-noel, tudo o que um bom Natal tem direito. Do lado de fora a casa estava perfeita e sem dúvida era a mais bonita do bairro. Jamie estava tão contente que estava a ponto de começar a chorar de emoção.
- olha Gerard, como está ficando tudo tão lindo!
- tem razão, está lindo. Você está chorando, moça??
- me desculpe, eu não sei o que me dá nessa época do ano. Eu fico muito mais sensível.
- ah, me dá um abraço apertado, vai. Eu te amo tanto, sua boba.
- eu que te amo, seu bobo.
Foi então que eu a vi de novo. No mesmo lugar que no dia anterior, ela agora olhava pra mim com um misto de surpresa e tristeza em ver que eu estava sorrindo e feliz.
- Jamie, espere um pouco. Eu já volto.
Atravessei a rua e Susan aumentou a velocidade dos passos. Ela não queria que eu a alcançasse, mas eu fui mais rápido e a puxei pelo braço quando já estávamos na outra rua.
- dona Susan, é a senhora?? – ela ficou muda me encarando – não me reconhece? Sou eu, Gerard.
- eu sei quem você é.
- então por que fugiu de mim?
- eu não quero estragar sua felicidade, menino. Diferente de você, eu nunca esqueci minha querida filhinha.
- e como a senhora pode dizer que eu a esqueci?? – eu soltei o braço dela que eu apertava com força.
- você está feliz.
- eu nunca estive completamente feliz e não estarei até descobrir o que realmente aconteceu com ela!
- ela está morta, Gerard! Minha pequena está morta, e nunca mais vai voltar. – ela correu chorando e eu a deixei ir. Uma lágrima correu em meu rosto gelado e voltei pra casa, onde Jamie me esperava na porta assustada.
- o que houve? Quem era aquela senhora?
- uma antiga conhecida, só isso. Vamos entrar, está frio aqui fora. Vem.
Passei o dia confuso com aquela situação e à noite acabei tendo outro pesadelo, só que dessa vez muito mais real.
No sonho, eu saía de casa e ia até o cemitério da cidade, onde Julie estaria enterrada. Era madrugada e não havia ninguém pelas ruas, muito menos naquele lugar sombrio. Em sua lápide, dizeres alegres como ela. Eu cavava toda a terra com uma pá até chegar à tampa de seu caixão e quando eu o abria, não havia nada a não ser um imenso vazio lá dentro.
Acordei com um grito vindo da cozinha e quando olhei pro lado, Jamie não estava na cama. Corri pra cozinha e quando cheguei lá, Debbie fazia um curativo na mão de Jamie. A mesma mão que eu já havia ‘curado’ antes.
Minha aparência nem um pouco normal e minha camisa suada denunciavam que eu também não estava bem.
- o que aconteceu? – perguntei.
- eu fiquei preocupada com você, amor. Você estava se debatendo durante o sono e eu resolvi vir aqui buscar um pouco d’água, mas parece que isso sempre acontece comigo, não é? – ela apontou pro copo quebrado em cima da pia.
- ah meu anjo...
- não se preocupe, minha mãe é enfermeira. Ela sabe fazer curativo como ninguém! – Jamie sorria e meus neurônios começavam a ferver.
- ah... enfermeira... – sussurrei.
- pronto, minha filha. Mas vê se não quebra mais nada, hein. Esses copos custam caro. – ela deu uma risadinha e saiu – boa noite.
- você está bem? – perguntei a ela, chegando mais perto e a envolvendo num abraço.
- com você ao meu lado eu não poderia estar melhor. – ela mordeu os lábios com malícia e eu a beijei. A peguei no colo e apoiei seu corpo em cima da mesa. Ela tirou minha camisa e eu deslizei meus dedos por seus seios empinados.
- acho melhor irmos pro quarto. – eu disse em meio aos beijos ‘calientes’ que me levavam à excitação.
- calma, não tem problema. É só esperar a luz do quarto deles se apagar. – olhei espantado pra ela que sorria – que foi? Não quer correr o risco, senhor Way?
- eu nunca tenho medo de arriscar, senhorita.
Nos amamos ali mesmo, em cima da mesa da cozinha. Sempre que deixávamos escapar um gemido, tampávamos nossas bocas com um beijo. E foi assim, arriscado e cheio de adrenalina que chegamos ao final e eu acabei esquecendo do sonho que foi a razão de tudo aquilo ter começado.
[...]
*Michelle*- Hall da Fama

- Número de Mensagens: 961
Data de inscrição: 08/06/2007

Re: Fic - A Sweet Memory
Meu Deus....nñãnã* Que falta de respeito hein senhor Way?
Na cozinha?
Affs,ele devia peprguntar: "- Você cozinha comoeucozinhu?"
Mauhauh,meuu...vou chamart o b.o.p.e e resolver este mistério de uma vez!
Na cozinha?
Affs,ele devia peprguntar: "- Você cozinha comoeucozinhu?"
Mauhauh,meuu...vou chamart o b.o.p.e e resolver este mistério de uma vez!
crazymoom- Vampiros Matusálem

- Número de Mensagens: 4586
Data de inscrição: 20/02/2008

Re: Fic - A Sweet Memory
ela robo a Julie mano
u_ú
u_ú
-tathy- Hall da Fama

- Número de Mensagens: 5028
Data de inscrição: 13/06/2007

Re: Fic - A Sweet Memory
concordo Tah - acho que ela robou a Jamie- Julie mermo... que véia safadonnaaaaaa * decapite ela* Gerard meu filho... seios empinados??? uie* que del-icia imagine o Gezudo ainnnn que orgasmos multiplies... kkkk
jayd- Vampiro Príncipe

- Número de Mensagens: 1352
Data de inscrição: 08/06/2007
Re: Fic - A Sweet Memory
Aêee ressucitei! hahaha
Hoje consegui escrever mais um grande pedaço da fic, e aviso aos navegantes que o final está beeem próximo! hahahaha
Só mais alguns capzinhus...
Agora chega de enrolação e vamos à história...
******************
- Feliz Natal, senhorita! – Jamie abriu os olhos e se espantou ao me ver vestido de Papai Noel.
- Gee... você é doido?
- doido por você.
- ai que fofo!
- não vai querer seu presente?
- hum... você ainda pergunta??
Joguei o saco vermelho em cima da cama e fingi estar procurando alguma coisa dentro dele.
- poxa, acho que esqueci seu presente. Vai ter que esperar até o ano que vem.
- ahhhh... – ela fez biquinho.
- tô brincando, criancinha. – tirei uma caixinha de dentro do saco e os olhos dela arregalaram.
- Gerard, você não...
- essa é apenas uma parte do que você merece por me fazer feliz.
- não acredito! Você quer...
- te pedir em casamento. – os olhos dela arregalaram mais ainda com a surpresa.
Tirei a barba falsa, o gorro vermelho e ajoelhei no chão em frente a cama, onde ela estava ainda imóvel. Abri a caixinha e deixei a mostra uma linda aliança de ouro que reluzia com o raio de sol que entrava pela janela.
- você aceita se casar comigo? – fiz a tão aguardada pergunta e os olhos dela se encheram de lágrimas.
- mas é claro... claro que sim, Gerard! Eu te amo!
- eu também te amo, minha pequena. Te amo mais do que você pode imaginar.
Nos beijamos e nos amamos mais uma vez. Sim, nós não cansávamos de nos amar a cada momento que fosse possível, como se fosse a última vez de nossas vidas.
O dia de Natal foi perfeito, incrível, inesquecível. Bem diferente dos últimos anos em que passei solitário, à procura de algo que me fizesse esquecer o fantasma daquele passado sombrio. Agora era tudo diferente, eu estava feliz. Mesmo que aquela não fosse minha tão sonhada Julie, eu tinha a total certeza de que aquela doce mulher, Jamie, era a pessoa perfeita para me fazer eternamente feliz.
Passamos o dia inteiro comemorando a notícia do nosso futuro casamento. Sr. Walter, é lógico, ficou muito contente quando soube. Ele não cansava de dizer que eu seria o genro perfeito e que Jamie não podia ter escolhido melhor. Debbie também estava feliz, mas havia algo estranho que a incomodava e eu não sabia o porquê. Enquanto Jamie conversava com seu pai, fui até Debbie saber a razão daquela inquietude.
- a senhora está bem? – falei e ela não se mexeu. Continuava a olhar pela janela como se algo lá fora chamasse muito a sua atenção. – senhora Debbie?
- ah.. oi Gerard. Desculpe, eu estava só um pouco distraída. O que disse? – ela me olhou ainda com a feição assustada e era visível seu desconforto.
- quero saber se a senhora se sente bem. Parece um pouco pálida.
- eu estou bem, não se preocupe. É só um pouco de mal estar, mas já vai passar. – ela se distanciou de mim voltando para o lado de seu marido.
Aquilo estava muito estranho, aquela conversa, o sonho, o jeito de Debbie. Algo não estava certo e eu sentia que aquela história ainda precisava ser esclarecida. Resolvi que na manhã seguinte, 14 anos após a morte de Julie, eu iria desvendar esse mistério. E eu já sabia o que fazer, por mais que depois de tudo acabado eu parecesse louco de verdade.
Na manhã seguinte, acordei cedo e me vesti. Jamie dormia como um anjo. Fazia um vento frio, diferente do dia anterior quando o sol resolveu aparecer. A cobri com o lençol e ela se encolheu ainda mais, me fazendo rir em ver como ela era linda. Em todos os sentidos.
Dei um beijo em sua testa antes de sair e pôr em prática o que planejei durante toda aquela noite.
- eu te amo. Nunca se esqueça disso. – sussurrei em seu ouvido, mas ela não se mexeu.
Vesti o casaco e saí sem fazer barulho. A casa estava silenciosa, o relógio marcava 7:35h da manhã.
Caminhei pela rua deserta, parei em frente a minha antiga casa. Uma placa na porta mostrava que ninguém mais tinha entrado ali depois que fui embora pra New York. Dei a volta na casa e olhei a janela do meu antigo quarto, por onde eu e Julie havíamos entrado várias vezes depois da escola, escondidos de minha mãe. Com um pouco de força e jeito, consegui abrir a janela e entrar com uma certa dificuldade, pois eu tinha me esquecido que já não era mais tão pequeno como antes. Meu quarto continuava o mesmo, o mesmo lençol, os mesmo móveis. Quando parti, deixei tudo pra trás sem pensar em voltar. Eu só queria ficar longe dali, só isso.
Passei a mão pela foto na cômoda empoeirada pelo efeito do tempo, e sorri em ver aquela imagem que eu tanto adorava. Julie e eu sentados na beira do ‘nosso lago’ e nós dois segurando aquela pedra que simbolizava nossa eterna amizade. Uma lágrima quente caiu de meu rosto no chão e eu coloquei a foto de volta ao seu lugar.
Dei um último olhar em tudo e saí como entrei, pela janela.
Lá fora, nem sinal do sol. O tempo ainda permanecia cinza, como se o dia não quisesse amanhecer. Andei sozinho, com as mãos nos bolsos da calça, em passos largos até meu lugar de destino.
Parei de andar quando vi que havia chegado onde já deveria ter ido há muito tempo...
[...]
Hoje consegui escrever mais um grande pedaço da fic, e aviso aos navegantes que o final está beeem próximo! hahahaha
Só mais alguns capzinhus...
Agora chega de enrolação e vamos à história...
******************
- Feliz Natal, senhorita! – Jamie abriu os olhos e se espantou ao me ver vestido de Papai Noel.
- Gee... você é doido?
- doido por você.
- ai que fofo!
- não vai querer seu presente?
- hum... você ainda pergunta??
Joguei o saco vermelho em cima da cama e fingi estar procurando alguma coisa dentro dele.
- poxa, acho que esqueci seu presente. Vai ter que esperar até o ano que vem.
- ahhhh... – ela fez biquinho.
- tô brincando, criancinha. – tirei uma caixinha de dentro do saco e os olhos dela arregalaram.
- Gerard, você não...
- essa é apenas uma parte do que você merece por me fazer feliz.
- não acredito! Você quer...
- te pedir em casamento. – os olhos dela arregalaram mais ainda com a surpresa.
Tirei a barba falsa, o gorro vermelho e ajoelhei no chão em frente a cama, onde ela estava ainda imóvel. Abri a caixinha e deixei a mostra uma linda aliança de ouro que reluzia com o raio de sol que entrava pela janela.
- você aceita se casar comigo? – fiz a tão aguardada pergunta e os olhos dela se encheram de lágrimas.
- mas é claro... claro que sim, Gerard! Eu te amo!
- eu também te amo, minha pequena. Te amo mais do que você pode imaginar.
Nos beijamos e nos amamos mais uma vez. Sim, nós não cansávamos de nos amar a cada momento que fosse possível, como se fosse a última vez de nossas vidas.
O dia de Natal foi perfeito, incrível, inesquecível. Bem diferente dos últimos anos em que passei solitário, à procura de algo que me fizesse esquecer o fantasma daquele passado sombrio. Agora era tudo diferente, eu estava feliz. Mesmo que aquela não fosse minha tão sonhada Julie, eu tinha a total certeza de que aquela doce mulher, Jamie, era a pessoa perfeita para me fazer eternamente feliz.
Passamos o dia inteiro comemorando a notícia do nosso futuro casamento. Sr. Walter, é lógico, ficou muito contente quando soube. Ele não cansava de dizer que eu seria o genro perfeito e que Jamie não podia ter escolhido melhor. Debbie também estava feliz, mas havia algo estranho que a incomodava e eu não sabia o porquê. Enquanto Jamie conversava com seu pai, fui até Debbie saber a razão daquela inquietude.
- a senhora está bem? – falei e ela não se mexeu. Continuava a olhar pela janela como se algo lá fora chamasse muito a sua atenção. – senhora Debbie?
- ah.. oi Gerard. Desculpe, eu estava só um pouco distraída. O que disse? – ela me olhou ainda com a feição assustada e era visível seu desconforto.
- quero saber se a senhora se sente bem. Parece um pouco pálida.
- eu estou bem, não se preocupe. É só um pouco de mal estar, mas já vai passar. – ela se distanciou de mim voltando para o lado de seu marido.
Aquilo estava muito estranho, aquela conversa, o sonho, o jeito de Debbie. Algo não estava certo e eu sentia que aquela história ainda precisava ser esclarecida. Resolvi que na manhã seguinte, 14 anos após a morte de Julie, eu iria desvendar esse mistério. E eu já sabia o que fazer, por mais que depois de tudo acabado eu parecesse louco de verdade.
Na manhã seguinte, acordei cedo e me vesti. Jamie dormia como um anjo. Fazia um vento frio, diferente do dia anterior quando o sol resolveu aparecer. A cobri com o lençol e ela se encolheu ainda mais, me fazendo rir em ver como ela era linda. Em todos os sentidos.
Dei um beijo em sua testa antes de sair e pôr em prática o que planejei durante toda aquela noite.
- eu te amo. Nunca se esqueça disso. – sussurrei em seu ouvido, mas ela não se mexeu.
Vesti o casaco e saí sem fazer barulho. A casa estava silenciosa, o relógio marcava 7:35h da manhã.
Caminhei pela rua deserta, parei em frente a minha antiga casa. Uma placa na porta mostrava que ninguém mais tinha entrado ali depois que fui embora pra New York. Dei a volta na casa e olhei a janela do meu antigo quarto, por onde eu e Julie havíamos entrado várias vezes depois da escola, escondidos de minha mãe. Com um pouco de força e jeito, consegui abrir a janela e entrar com uma certa dificuldade, pois eu tinha me esquecido que já não era mais tão pequeno como antes. Meu quarto continuava o mesmo, o mesmo lençol, os mesmo móveis. Quando parti, deixei tudo pra trás sem pensar em voltar. Eu só queria ficar longe dali, só isso.
Passei a mão pela foto na cômoda empoeirada pelo efeito do tempo, e sorri em ver aquela imagem que eu tanto adorava. Julie e eu sentados na beira do ‘nosso lago’ e nós dois segurando aquela pedra que simbolizava nossa eterna amizade. Uma lágrima quente caiu de meu rosto no chão e eu coloquei a foto de volta ao seu lugar.
Dei um último olhar em tudo e saí como entrei, pela janela.
Lá fora, nem sinal do sol. O tempo ainda permanecia cinza, como se o dia não quisesse amanhecer. Andei sozinho, com as mãos nos bolsos da calça, em passos largos até meu lugar de destino.
Parei de andar quando vi que havia chegado onde já deveria ter ido há muito tempo...
[...]
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Re: Fic - A Sweet Memory
nhóóó
eu sei ki eli foi nu cimitéry ver a julie...ou só u caxao dela...
mas uma coisinhami intriga
si a jamie é a julie...
pq ela num se lemnbra de pelo menos uma koiiiiisinha?
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Re: Fic - A Sweet Memory
si a jamie é a julie...
pq ela num se lemnbra de pelo menos uma koiiiiisinha?
essa nao eh a pergunta certa
a pergunta certa eh: pq a MÃE dela nao reconheceu ela??
ela deve ter amnesia permanente por causa do acidente
por isso nao lembra de nada

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Re: Fic - A Sweet Memory
-tathy escreveu:si a jamie é a julie...
pq ela num se lemnbra de pelo menos uma koiiiiisinha?
essa nao eh a pergunta certa
a pergunta certa eh: pq a MÃE dela nao reconheceu ela??
ela deve ter amnesia permanente por causa do acidente
por isso nao lembra de nada
Realmente, ela deve ter amnésia....
Mas ta aí...pq a mãe da Julie não reconheceu ela?
Cara...fiz uma confusão tão grande de fics...que jurei que essa já tinha acabado....Mas graças ao my big God...ainda tá de pé *-*
a.a
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Re: Fic - A Sweet Memory
dona Mi , está me matando... tá pior que eu , e olha que eu postei logo dois capitulos... poste mais filhinha.... kkkk logo... se não Ó 


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Re: Fic - A Sweet Memory
ai que meeeeedaaaa de tu Jayd! hahahahaha
sai pra lá com esse pau de macarrão!
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Re: Fic - A Sweet Memory
********************
Cemitério de New Jersey, 8:23h da manhã
Abri o enorme portão que separava os vivos dos mortos e entrei sem medo. Caminhei entre os túmulos até avistar aquele que fazia meu coração bater mais rápido. Em sua lápide, dizeres alegres eternizavam seu jeito alegre de quando ela ainda era viva. Ajoelhei na terra úmida pelo orvalho da noite e deixei as lágrimas caírem no lugar onde adormecia a minha doce princesa. Eu não queria acreditar, mas era preciso ou nunca viveria em paz.
Eu chorava como um bebê retirado do colo da mãe quando ouvi passos de alguém que se aproximava. Abri os olhos e vi que ela me olhava com pena e igual tristeza em seus olhos.
- olá, Gerard.
- ah... olá dona Susan. – enxuguei as lágrimas para tentar parecer forte.
- não precisa fingir que é forte, Gerard. Eu sei que isso é algo difícil de ser esquecido, me desculpe se lhe tratei mal aquele dia. Eu tinha acabado de sair daqui e ainda estava muito transtornada, entende? – ela estava sem graça e dessa vez parecia bem mais calma.
- tudo bem, eu entendo o sofrimento da senhora. Eu também sofro muito...
Fiz uma pausa e o silêncio continuou até ela tornar a falar.
- hoje faz 14 anos que perdi minha filha e até agora não consigo acreditar que ela se foi pra sempre. – os olhos dela estavam repletos de lágrimas. – Eu tento, mas não consigo acreditar.
Eu a abracei como se fosse uma mãe pra mim. Enquanto ela chorava em meu ombro, pensei bem e resolvi que era hora de fazer o que era certo. Por mais que fosse loucura, era o certo a se fazer.
- dona Susan...
Ela se soltou dos meus braços, enxugando as lágrimas no cachecol.
- ah.. me desculpe, eu não devia ter molhado sua blusa com minhas lágrimas. – eu ri da forma que ela falou, como se fosse um erro chorar.
- não precisa se desculpar. – fiz outra pausa, tomando coragem pra perguntar. – eu preciso que a senhora me acompanhe até um lugar. – ela me olhou confusa. – eu tenho que descobrir uma coisa e pra isso preciso da sua ajuda. A senhora vem comigo?
Ela assentiu com a cabeça e, depois de nos despedirmos de Julie, seguimos para onde eu queria.
Pelo caminho, ouviam-se os choramingos e soluços de Susan que ecoavam nas ruas desertas do bairro. Meu coração batia forte e quase saía pela boca cada vez que eu lembrava no que estava prestes a fazer e a arriscar.
Paramos de andar e Susan me olhava espantava e confusa ao se dar conta de onde estava.
- Gerard, pra quê me trouxe aqui? Quer me apresentar sua nova namorada? – senti um pouco de receio vindo de sua voz, mas ela estava certa em se sentir mal. Não seria certo eu agir assim no aniversário de morte da sua filha.
- vamos entrar.
Abri a porta com cuidado e Susan me seguia mesmo sem ter certeza do que estava fazendo naquela casa. Entramos na sala e imediatamente sentimos o cheiro do café fresco que vinha da cozinha. Uma cantoria alegre vinha daquela direção e meu coração palpitava mais rápido.
- Gerard... – Susan disse e passos foram ouvidos.
- amor, onde você estava? – Jamie apareceu na sala segurando o pano de prato e com um sorriso enorme no rosto ao ver Gerard ali. Esse mesmo sorriso se desmanchou ao ver quem estava ao lado dele. – por que você a trouxe aqui? Quem é ela? – Susan olhava pra Jamie com uma cara preocupada, como se a conhecesse...
- Jamie, precisamos conversar... – falei nervoso atraindo sua desconfiança.
- não estou entendendo. – ela pôs o pano em cima da mesa e veio em nossa direção.
- amor, essa é Susan, aquela senhora com quem conversei no outro dia. – o olhar de desconfiança de Jamie sumiu, dando lugar a um olhar de interrogação. – Susan, essa é a...
[...]
PS: só pra manter o suspense vou deixar vcs sem cap até sexta-feira... *foge pra bem longe*
Cemitério de New Jersey, 8:23h da manhã
Abri o enorme portão que separava os vivos dos mortos e entrei sem medo. Caminhei entre os túmulos até avistar aquele que fazia meu coração bater mais rápido. Em sua lápide, dizeres alegres eternizavam seu jeito alegre de quando ela ainda era viva. Ajoelhei na terra úmida pelo orvalho da noite e deixei as lágrimas caírem no lugar onde adormecia a minha doce princesa. Eu não queria acreditar, mas era preciso ou nunca viveria em paz.
Eu chorava como um bebê retirado do colo da mãe quando ouvi passos de alguém que se aproximava. Abri os olhos e vi que ela me olhava com pena e igual tristeza em seus olhos.
- olá, Gerard.
- ah... olá dona Susan. – enxuguei as lágrimas para tentar parecer forte.
- não precisa fingir que é forte, Gerard. Eu sei que isso é algo difícil de ser esquecido, me desculpe se lhe tratei mal aquele dia. Eu tinha acabado de sair daqui e ainda estava muito transtornada, entende? – ela estava sem graça e dessa vez parecia bem mais calma.
- tudo bem, eu entendo o sofrimento da senhora. Eu também sofro muito...
Fiz uma pausa e o silêncio continuou até ela tornar a falar.
- hoje faz 14 anos que perdi minha filha e até agora não consigo acreditar que ela se foi pra sempre. – os olhos dela estavam repletos de lágrimas. – Eu tento, mas não consigo acreditar.
Eu a abracei como se fosse uma mãe pra mim. Enquanto ela chorava em meu ombro, pensei bem e resolvi que era hora de fazer o que era certo. Por mais que fosse loucura, era o certo a se fazer.
- dona Susan...
Ela se soltou dos meus braços, enxugando as lágrimas no cachecol.
- ah.. me desculpe, eu não devia ter molhado sua blusa com minhas lágrimas. – eu ri da forma que ela falou, como se fosse um erro chorar.
- não precisa se desculpar. – fiz outra pausa, tomando coragem pra perguntar. – eu preciso que a senhora me acompanhe até um lugar. – ela me olhou confusa. – eu tenho que descobrir uma coisa e pra isso preciso da sua ajuda. A senhora vem comigo?
Ela assentiu com a cabeça e, depois de nos despedirmos de Julie, seguimos para onde eu queria.
Pelo caminho, ouviam-se os choramingos e soluços de Susan que ecoavam nas ruas desertas do bairro. Meu coração batia forte e quase saía pela boca cada vez que eu lembrava no que estava prestes a fazer e a arriscar.
Paramos de andar e Susan me olhava espantava e confusa ao se dar conta de onde estava.
- Gerard, pra quê me trouxe aqui? Quer me apresentar sua nova namorada? – senti um pouco de receio vindo de sua voz, mas ela estava certa em se sentir mal. Não seria certo eu agir assim no aniversário de morte da sua filha.
- vamos entrar.
Abri a porta com cuidado e Susan me seguia mesmo sem ter certeza do que estava fazendo naquela casa. Entramos na sala e imediatamente sentimos o cheiro do café fresco que vinha da cozinha. Uma cantoria alegre vinha daquela direção e meu coração palpitava mais rápido.
- Gerard... – Susan disse e passos foram ouvidos.
- amor, onde você estava? – Jamie apareceu na sala segurando o pano de prato e com um sorriso enorme no rosto ao ver Gerard ali. Esse mesmo sorriso se desmanchou ao ver quem estava ao lado dele. – por que você a trouxe aqui? Quem é ela? – Susan olhava pra Jamie com uma cara preocupada, como se a conhecesse...
- Jamie, precisamos conversar... – falei nervoso atraindo sua desconfiança.
- não estou entendendo. – ela pôs o pano em cima da mesa e veio em nossa direção.
- amor, essa é Susan, aquela senhora com quem conversei no outro dia. – o olhar de desconfiança de Jamie sumiu, dando lugar a um olhar de interrogação. – Susan, essa é a...
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PS: só pra manter o suspense vou deixar vcs sem cap até sexta-feira... *foge pra bem longe*
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Re: Fic - A Sweet Memory
PS: só pra manter o suspense vou deixar vcs sem cap até sexta-feira... *foge pra bem longe*
mih...ta doidinha pra toma cabada né????
posta logo
mas eu num vo cum rolo di macarrao num.,..eu vo com cabo di vassora si num postar!_________________
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Re: Fic - A Sweet Memory
ai meudeeeeeeeelsssssssss *corre até não sentir mais as pernas*
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Re: Fic - A Sweet Memory
Oiaa!!! É agora que a Susan vai descobri né??
Ahhhh =\
*PS: só pra manter o suspense vou deixar vcs sem cap até sexta-feira... *foge pra bem longe*
Ahhhh =\

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Re: Fic - A Sweet Memory
QQISO mano
como tu para bem ai?
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Re: Fic - A Sweet Memory
ela quer levar é cabada!!!! corre não que tu vai ver o que é o Pau comer no centro!!! 


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Re: Fic - A Sweet Memory
Ohhh...a hora está próxima....
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Re: Fic - A Sweet Memory
Hoje é sexta-feira cadê o capitulo????



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Re: Fic - A Sweet Memory
é mesmo...sposkposkposk
Nem tinha me dado conta....a semana passou rápido Ò.Ó
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Re: Fic - A Sweet Memory
Sorry people, ontem num deu pra postar
*tampando os ouvidos pra não ouvir as reclamações*
Vcs vão querer me bater mas eu vou postar só um pedacinho... se tiver coment eu posto o resto... *foge pra beeem longe*
*********************
Ouvimos um barulho de algo quebrando e quando viramos, vimos Debbie parada na beira da escada e a xícara de café quebrada no chão. Seu rosto estava pálido e suas mãos tremiam.
- você??? – Susan exclamou surpresa.
- o que faz aqui?? – Debbie perguntou com tremor na voz.
- eu que pergunto. O que faz aqui nessa casa??
- essa é minha casa. Eu moro aqui.
- há quanto tempo?
- alguns anos.
- será que alguém pode me explicar o que está acontecendo aqui?? – Jamie perguntou confusa. – vocês duas já se conhecem??
- ela foi a enfermeira que cuidou da minha filha quando ela sofreu o acidente e... – Susan parou de repente e deu um grito. – foi você!! O que você fez com ela?? Você a matou??
- o quê?? – Debbie ficou roxa de repente. Seus olhos espantados transmitiam medo.
- mãe! O que a senhora fez? – Jamie quase chorava entre as duas, no meio da discussão.
- dona Susan, se acalme. – eu tentei controla-la. Em vão.
- Gerard, você não vê?? Ela fez alguma coisa com a minha Julie, com a nossa Julie!! Ela a matou!! Ela a matou!!
- não, dona Susan. Se acalme. Ela não fez isso. – eu tentava dizer e todos me olhavam apreensivos com a minha tranqüilidade.
- como não?? Ela foi a última pessoa a estar com minha filha no hospital, foi ela que me ligou dizendo que Julie havia morrido e ainda me impediu de vê-la dizendo que ela já estava na autópsia. A culpa é dela, Gerard!! É sua culpa a Julie estar morta!
- a Julie não morreu, dona Susan. A Julie não está morta.
- o quê?? – todos gritaram espantados, menos Debbie que sabia muito bem do que eu estava falando.
[...]
Tcham ram ram...
*tampando os ouvidos pra não ouvir as reclamações*Vcs vão querer me bater mas eu vou postar só um pedacinho... se tiver coment eu posto o resto... *foge pra beeem longe*
*********************
Ouvimos um barulho de algo quebrando e quando viramos, vimos Debbie parada na beira da escada e a xícara de café quebrada no chão. Seu rosto estava pálido e suas mãos tremiam.
- você??? – Susan exclamou surpresa.
- o que faz aqui?? – Debbie perguntou com tremor na voz.
- eu que pergunto. O que faz aqui nessa casa??
- essa é minha casa. Eu moro aqui.
- há quanto tempo?
- alguns anos.
- será que alguém pode me explicar o que está acontecendo aqui?? – Jamie perguntou confusa. – vocês duas já se conhecem??
- ela foi a enfermeira que cuidou da minha filha quando ela sofreu o acidente e... – Susan parou de repente e deu um grito. – foi você!! O que você fez com ela?? Você a matou??
- o quê?? – Debbie ficou roxa de repente. Seus olhos espantados transmitiam medo.
- mãe! O que a senhora fez? – Jamie quase chorava entre as duas, no meio da discussão.
- dona Susan, se acalme. – eu tentei controla-la. Em vão.
- Gerard, você não vê?? Ela fez alguma coisa com a minha Julie, com a nossa Julie!! Ela a matou!! Ela a matou!!
- não, dona Susan. Se acalme. Ela não fez isso. – eu tentava dizer e todos me olhavam apreensivos com a minha tranqüilidade.
- como não?? Ela foi a última pessoa a estar com minha filha no hospital, foi ela que me ligou dizendo que Julie havia morrido e ainda me impediu de vê-la dizendo que ela já estava na autópsia. A culpa é dela, Gerard!! É sua culpa a Julie estar morta!
- a Julie não morreu, dona Susan. A Julie não está morta.
- o quê?? – todos gritaram espantados, menos Debbie que sabia muito bem do que eu estava falando.
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Tcham ram ram...
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Re: Fic - A Sweet Memory
que vaca manow. ela roubou a menina u.u
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Re: Fic - A Sweet Memory
num disse
eu sou fods 8D/
mano
isso eh do mal
querer ser feliz roubando os filhos dos outros
eu sou fods 8D/
mano
isso eh do mal
querer ser feliz roubando os filhos dos outros

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Re: Fic - A Sweet Memory
Que ridiculo roubar a filha dos outras tsk tsk....

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Re: Fic - A Sweet Memory
Oh Gódi...
ela roubou...
essa Debbie...
Pélo Amór de Déus
E alguém consegue ficar sem comentar???
ela roubou...
essa Debbie...
Pélo Amór de Déus
*Michelle* escreveu:se tiver coment eu posto o resto... *foge pra beeem longe*
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Re: Fic - A Sweet Memory
é mesmo ninguém consegue fikar sem comentar ah e Mi achasse o que da minha sig do ville? gostoso né? mas é meu... ah e posta logo !!!! se não Ó 


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