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+_Depressed Chronicles_+

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Mensagem por cold_blood em 15/3/2008, 4:44 pm

Relembrando a primeira mensagem :

motionbye woot
Hi people! Well, como prometido, eu voltei com uma fic nova, "Depressed Chronicles", e espero que curtam demais!

Sinopse: Quando se perde as forças, e parece ser o fim de tudo, olhe ao lado, pode ser que "aquele certo alguém" pode salvar sua vida...
Status: ainda está em elaboração...
Tipo: divisão em capítulos
Classificação etária: livre


PS: Só posto as continuações se perceber que o pessoal tah gostando, ou seja, se receber muitos comentários, okay?
AH! e não se esqueçam de votar na enquete, right?

mts bjs pra tds!
cheesy

----------------------------------------------------------------------------

Depressed Chronicles


I.
Eu acordara. Acordara, e tudo era escuridão, exceto por uma luz azulada, que penetrava o vidro da janela e manchava os lençóis da minha cama.
Nunca pensei que acordaria novamente... eu ainda tinha as mãos frias e trêmulas da véspera.
Era uma noite silenciosa, aquela.
E eu imaginava o que alguém poderia pensar de mim, agora. Você não está entendendo? Pois aguarde, as explicações vêm quando convém.
Eu nunca havia posto os pés naquele lugar, mas era óbvio demais. Estava num hospital. Aquele cheiro horrível de xarope de cereja que não me saía do nariz era inconfundível.
Mas, estando ali, percebi que xarope nenhum resoveria meus problemas. Estes, eu concluí, só terminariam com a minha morte. Não, não tentei me matar (bom, pelo menos não tecnicamente). Contarei isso com mais detalhes depois.
Eu acordara no meio da noite. E divagava...
Comecei a adormecer, não sem antes escutar, perturbando um pouco o silêncio, uma respiração dificultada e próxima. Isto me intrigou muito.
Eu não saberia calcular se havia muitas pessoas no quarto. Porém, havia mas alguém. Eu não estava só.


***


A luz ainda vacilava pelas cortinas, mas já podia-se ouvir os enfermeiros ligarem os aparelhos. Um destes aparelhos funcionava na cama ao lado da minha. Não podia ver quem estava ali, pois haviam colocado um biombo. Droga, eu ficava curiosa para saber quem deitava lá.
Na verdade, eu não vira ninguém nas últimas doze horas, e isso tava estranho, mesmo para uma pessoa antisocial como eu.
Porquê as pessoas me ignoram tanto? Será que tenho alguma deformação, trago alguma peste? Francamente, não quero ser dramática, mas não pertenço a lugar algum, nem tenho esperanças de melhorar.
Bem, se você acha que eu não passo de mais uma “garota depressiva e suicida em potencial”, é porque você não passou pelas merdas que passei (ainda em fase de reabilitação). Caso contrário, vai se identificar muito comigo.
Nossa, que falta de finesse a minha... esqueci-me de me apresentar.
O meu nome é tão desnecessário quanto eu mesma, então, se ele aparecer em algum diálogo (sim...eu sei falar!), fica sendo considerado uma apresentação, okay?
Bem, não demorou muito e logo veio uma enfermeira com uma seringa enorme na mão. Antes que ela pudesse fazer seu trabalho, quis esclarecer a cabeça.
-Porquê eu tô aqui?
Ela olhou bem pra minha cara, num misto de pena e frustração.
-A senhorita tomou um vidro inteiro de antidepressivos.
Ow, a voz dela era tão fria. Acho que, numa profissão como esta, tem que ser mais realista mesmo.
-E porque diabos eu ainda tô viva?! - perguntei, mas ela não respondeu.
Puxou a manga da minha camisola pra cima, procurou-me a veia e injetou a agulha.
Eu nem liguei para aquela dorzinha porcaria. Na certa, tirava o sangue pra ver se eu usava drogas ou algo assim.
Okay, os outros não me compreendem, é por isso que engoli todas as pílulas. Parece infantil? Ah, certo, então tentem viver em um lugar onde as pessoas te desprezam e te julgam a toda hora. Só os céus saberiam se você duraria mais ou menos tempo do que eu.
Guardo tanta dor aqui dentro que, se por alguma razão eu a expusesse, talvez teria a mesma consequência de uma bomba de Hiroshima.
Hum, eles dizem, é saudável mostrar seus sentimentos. Mas duvido muito disto, pois ninguém pode ter as quedas que são suas, ninguém pode te ajudar. Ser extrovertido é ser um desesperado. Sim, dsesperado por atenção alheia. Por qual outro motivo você contaria o que sente?
Por um momento, lembrei-me de meus pais, que haviam, ambos, se distanciado de mim. Minha mãe, há alguns anos, morrera. Mesmo assim, eu ainda a amo. Meu pai é um imprestável; um verdadeiro merda (eu não ligo pra censura). Ele me abandonou, declaradamente, quando completei dezesseis anos. Agora, com dezoito, espero nunca mais vê-lo.
Na certa, algum vizinho percebeu minha “ausência” e telefonou para o centro médico. O anormal era o fato de eu ser notada... mas pouco me importei com isso.
Eu pensava em tantas coisas que não vi a bandeja do café da manhã. O meu estômago roncava, mas aquela comida insossa me deprimiu. O que de mais saboroso tinha era água, e foi só aquilo que eu ingeri naquela manhã.
Eu devia estar extremamente anêmica; meu rosto estava amarelado. Pelo menos foi o que vi na grade metálica da maca.
Espere: antes de cortar os pulsos por testemunhar uma vida tão estagnada, leia como eu o conheci.
Saiba o porquê de eu poder escrever hoje a minha história, e a história dele também. Ele, que me restaurou as esperanças, nos piores momentos da minha vida. Ele, tão frágil, mas tão forte. Forte ao ponto de suportar as nossas dores juntas. O tempo que passamos unidos foi injustamente curto; porém, indelével. Talvez, apenas pelo seu sorriso meio entristecido, eu adivinharia o que ele ia falar.
E não importa o que aconteça, e mesmo que eu morra, nunca o esquecerei.




continua...


Última edição por cold_blood em 6/4/2008, 6:36 pm, editado 1 vezes

_________________
so... wtf we'll see now ??

; w ;

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por Srtª Bert em 11/5/2008, 4:12 pm

mentira né? :O

e ela? coitada :(

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por marina em 11/5/2008, 4:18 pm

ah para vai
O Gee não pode morrer
Por favor!

aff eu tava lendo essa capitulo,e por conhecidencia tava tocando demolition lovers...
Aiin é pra chorar msm viu!

marina
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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por Deby em 11/5/2008, 4:31 pm

Não faz isso comigo não!

Tava tão perfeito, tudo tão lindo!
:*_*:

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por cold_blood em 11/5/2008, 4:35 pm

depois desse post, vem o epílogo, ok?

_____________________________________________

-O que fizeram com você, Gerard?
Eu não me continha; as lágrimas, que há tanto queriam inundar meu rosto, agora saíam carregadas de dor...
Ele mal podia falar, estava com sondas no nariz, nas veias do braço, e um grande aparelho atrás de seu leito conectava-se com seu peito, fazendo um som atordoante...
Então, ele resumiu o que houvera.
-Nos pegaram...
Eu segurei sua mão, e ela era gelada, como o resto do corpo.
Ele teve um olhar de censura.
-Você não devia... ter vindo.
-Eu jamais, jamais o deixaria só neste lugar...
Ele estava praticamente imóvel, e não pôde levantar o braço para secar meus olhos. Agora, ele chorava como eu...
Algo naquele instante se subentendia... e eu preferiria morrer com ele a acreditar naquilo por mais um minuto...
Lembrei-me da noite passada. Era véspera de Natal...
Depois de termos jantado num restaurante, começamos a andar pelas calçadas, vendo as ruas reluzentes entre a escuridão noturna.
Estávamos felizes... comentávamos sobre a decoração das lojas, com papais noéis, renas e neve artificial, quando ele fez-me uma surpresa.
-Isto é muito pouco para significar o amor que sinto por você...
E mostrou uma bela aliança de prata como a sua, colocando-a delicadamente em meu dedo. Eu não tinha reação; apenas sentia que alguém como Gerard era um presente tão inestimável que eu não merecia...
Decerto, não existia mais ninguém como ele...
Tocamos nossos lábios, com a ternura de quem conquistou um amor após viver em um pesadelo de profundo vazio...
Doce como sempre, ele tirou sua jaqueta e insistiu para que eu a pusesse, embora eu me alarmasse com o frio que ele poderia sentir.
Então, como uma promessa de felicidade eterna ( oh... mas nada é para sempre...!) uma estrela cadente rasgou o enegrecido céu de dezembro.
Enquanto víamos aquela luz fulgurante se dispersar pelo infinito, Gerard, me abraçando afetuosamente, murmurou: “Nada mais pode nos tirar um do outro... nada...”


* * *


O monitor cardíaco que eu observava mostrava uma linha horizontal, com raras ondulações. Ele partia para longe... bem longe dos meu braços...
Não havia tempo para esclarecimentos, sequer para despedidas...
-Não vou me esquecer de você, quando eu for...
Soluçei de agonia, mas ele pareceu não perceber mais...
-... Você vai se lembrar de mim?
-Gerard, você ficará no meu coração... ficará para sempre comigo...
-Seja feliz, okay...?
Ele conseguiu, num último esforço, unir suas mãos às minhas... e mostrou aquele sorriso lindo, e que eu jamais veria novamente...
-...Você nunca estará só... por que continuarei ao seu lado...
Prendi a respiração... nos olhávamos penetrantemente...
O semblante dele desanuviou-se. Afrouxou os dedos magros e gélidos, pendendo a cabeça devagar...
O aparelho que monitorava a sequência cardíaca emitiu um som agudo e contínuo... o fim...
Fechei os olhos e beijei o rosto jovem do querido cadáver... eu ainda não podia crer que Gerard havia partido.
Numa espécie de transe, afastei-me dele. A cada passo que dava para fora do quarto, mais me conscientizava de que nunca mais poderia ouvir sua voz, tocá-lo ou simplesmente estar em sua companhia... somente em sonhos, agora...
Avisei à enfermaria do ocorrido. “O paciente da sala 307...” - mas minha garganta doía de tristeza... não consegui pronunciar mais nada.
-O que houve?- perguntou a mulher, sem nenhuma emoção. - Mais um óbito?
Aquele jeito dela me enojou. Em outros tempos, discutiria aos berros, mas eu havia mudado muito depois que convivera com Gerard... e apenas assenti com a cabeça.
Então, eu me direcionava para a saída... uma mão pesada baixou no meu ombro.
Virei de costas e vi o mesmo doutor que se responsabilizou pelo meu tratamento e o de Gerard.
-Hum... o que houve?
-A senhorita saiu do hospital sem aviso prévio... e o pior de tudo é que falsificou um documento.
Àquela altura, eu já não me importava muito.
-E o que quer que eu faça agora? Me entregue pra polícia?
Passou a falar num tom confidencial.
-Tenho uma proposta. Se você terminar o tratamento, eu não a denuncio.
Eu aceitei, por Gerard. Por tudo o que ele me aconselhara, e não por causa de mim, daquele velho ou daquele lixo de lugar.
O mais difícil daquelas semanas solitárias e regadas à remédios era olhar para cada canto e lembrar dele... dos momentos inesquecíveis que passamos. A saudade era um ácido que corroía o meu coração...
O meu consolo vinha com a noite, que trazia o sono e os sonhos que sempre tinha com Gerard. Mas a realidade estava logo ali, me puxando para um mar de angústias...
Na primeira vez que fui ao refeitório, olhei para a parede que pintáramos de escarlate. Era novamente branca...
Os quartos era cada vez mais frios , os dias mais cinzentos, e as manhãs eram mais negras do que a própria noite.
Porém, mesmo que o ambiente definhasse minha alma e meu corpo, eu podia chorar... e somente isso me acalentou durante todo o tempo que permaneci naquela casa de mortos vivos...




____________________________________________

^^

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por marina em 11/5/2008, 4:58 pm

ah vá!
O gee morreu,não pode isso

mais tem mais?

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por cold_blood em 11/5/2008, 5:03 pm

desculpa, gente... eu tb fiquei triste, acreditem em mim...

bem aqui vai o final:
________________________________________________

EPÍLOGO


Eu nunca havia visto alguém morrer daquele jeito... prometendo-me o amor que sempre me ofertara, enquanto cada um de seus órgãos parava de funcionar sob o alvo lençol...
Eu soubera, mais tarde, outros detalhes sobre o estado de saúde dele... os vários problemas pulmonares levaram a um estágio crônico de deficiência respiratória.
Enquanto vivíamos juntos, ele não manifestava muitos sintomas, mas agora vejo que ele sabia esconder, pois não desejava me preocupar.
Mesmo que soubesse que o perderia, eu o amaria e viveria com ele quantas vezes me fosse permitido...
Passei o fim de ano no hospital. Com certeza, Gerard me abraçaria forte e diria algo estimulante para mim. “Você me trouxe vida, quando eu não tinha sequer um horizonte à minha frente... vamos comemorar esse novo ano, como uma vida totalmente nova...” . Era isso o que ele me diria, se estivesse comigo, em qualquer lugar que fosse.
Uma lágrima solitária partiu dos meus olhos e manchou minha blusa. Caía uma garoa fina lá fora, e eu olhava aquela cidade estúpida da janela do meu quarto.
Havia neblina. Era janeiro, e eu me lembrava de quando Gerard fora enterrado...
Eu pedira ao hospital uma licença de um dia inteiro, para ir ao cemitério. Eles permitiram, mas eu deveria voltar, no máximo, às seis da noite. Caso contrário, iria correr o risco daquele médico me ferrar.
Peguei um ônibus, e parei umas quadras antes. Queria caminhar um tanto, pelo menos para verificar se minhas pernas ainda funcionavam...
Não demorou para a calçada me levar aos portões escurecidos da necrópole municipal. Era cercado por um muro de heras, onde se escondiam muitas aranhas, se você se aproximasse para ver.
Empurrei o portão, meio úmido do orvalho da noite passada. Pisei no gramado rasteiro e doente, sem muita cor. Percorri sem muito me deter nas sepulturas...
No fundo, eu queria me sentir mais segura quando olhasse o nome dele na lápide, não queria chorar... mas não pude, eu ainda sentia aquela dor pungente, como se Gerard havia me deixado a alguns minutos...
Debruçei-me amargurada sobre sua pedra fria, chorando como o céu naquele instante, gotas impiedosas caindo das nuvens de chumbo...
Não pense que meu amor feneceu, Gerard... eu estou aqui...”
Sei que está num lugar lindo agora, por que você merece...”
Se estivesse comigo, eu não sentiria medo...”
Querido, você acha isto justo? Levou embora meu coração...”
O tempo só vai fortalecer a sua memória, jamais se afastará de mim...”
Eu o encontrarei, um dia... e ficaremos juntos...”
Enquanto tudo desmoronava, eu me afogava nos escombros do dia que começava a sucumbir... murmurava, como que buscando a doce voz de Gerard, que sempre me confortava...
Nada pode nos separar, Camile...”
Nem mesmo o tênue véu que limita a terra dos vivos e dos mortos...”


.fim.





______________________________________



espero q vcs naum tenham achado essa fic mt ruim, pq ela realmente foi incrível para mim, um aprendizado.

hugs for you, people!!!

motionbye

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por marina em 11/5/2008, 5:28 pm

aff
vc tem futuro como escritora ;D

Essa fic foi linda,
uma das únicas que eu acompanhei até o final
Linda msm
Parabéns

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por cold_blood em 11/5/2008, 5:35 pm

obrigada pelo elogio, fico mt mt feliz por saber disso Smile
quando se trata de escrever, eu quase sempre escrevo fins trágicos...

uma fic q eu toh gostando é aquela nova: " I'm not okay(I promise)" ... mt boa, só não lembro d qm eh ^-~

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por marina em 11/5/2008, 5:37 pm

tbm to lendo akela
é da Nyx
mto boa ;D

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por *Michelle* em 13/5/2008, 9:03 am

mto ruim??? como uma pessoa poderia achar essa fic ruim???

=O
estou de boca aberta até agora, juro
seco as lágrimas que teimam em cair após ler esse epílogo
realmente, perfeita
vc tem futuro, aliás, o seu presente já é incrível
parabéns pela fic
foi uma das mais lindas e inesquecíveis que já li *-*

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por Srtª Bert em 13/5/2008, 11:04 am

mim segurei pra não chorar AYSUSUIAYSAUSI.

Escreve outras? :}

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por Deby em 13/5/2008, 7:50 pm

Vc é uma escritora íncrivel!

Essa fic foi incrivel!
E o final, como eu imaginava,...trágico!
but, maravilhoso!

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por akfrancio em 23/2/2009, 1:36 pm

Movida para fics terminadas.

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Re: +_Depressed Chronicles_+

Mensagem por Ines em 8/4/2010, 5:01 pm

tu escreves muito bem
adoreii a fanfic
amei o final

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