Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
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Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Relembrando a primeira mensagem :
Nome da fic: Entre Anjos E Demônios.
Nome da autora: x_Midnight.Poison_x
Gênero: Drama/Romance.
Nota: Fanfic acompanhada da música “Sunburn”, do Muse, nos textos em AZUL.
Tipo: Fanfic/Songfic.
Censura: NC - 17
Shipper: Mikey/Ava, Gerard/Cellia.
Direitos Autorais: Nenhum dos personagens me pertence, portanto não ganharei nada com isso.
POV: Mikey, Ava, Gerard e Cellia.
Beta-Reader: Eu.
Outras fics: Superstar, Antes Que Termine O Dia e Falling From Grace.
POV: Uma adicta e um sociopata asmático se apaixonam e então, reunem-se a seu irmão e a namorada dele e começam um amor intenso, com vários acidentes e mortes como pano de fundo. Mas no final algo inesperado ocorre com dois deles.
"Se você pudesse lutar por alguma coisa, pelo quê lutaria? Seria por amor? Ou por vingança?"
Prólogo. POV Mikey.
"Eu sentia o amor dela queimar como veneno em meu sangue enquanto nossos corpos despidos se tocavam lentamente na grande cama de lençóis vermelhos e pretos. Parecíamos dois drogados, estavamos viciados naquilo que mais queriamos: o sexo. Ava passava seus dedos sobre minha pele cheia de marquinhas vermelhas tanto de seus beijos e carinhos que a faziam morder minha pele lentamente e também estava cheia de marcas de seu batom vermelho inconfundível. Estávamos loucos, viciados nisso. Estávamos viciados em sexo e em nossos jogos. Um nos enlouquecia e o outro nos fazia querer sempre mais. Mas dois de nós pagaram nossos preços. E pagaram de uma forma correta."
Capítulo 1. POV Ava.
-Olá, meu nome é Ava e eu sou uma adicta. - Fora a primeira coisa que pude pronunciar. Primeira frase que eu consegui dizer. Talvez a única que meu coração pensasse em falar. -Eu estava sóbria a uma semana, mas tive uma recaída na festa de casamento de minha irmã. - Continuei a falar, não queria chegar a razão de minha fala, minha mente me puxava para as memórias, para a tristeza e meu coração tentava não desistir, mas parecia mais fraco a cada batimento cardíaco. -Eu vim aqui para tentar me manter limpa e para tentar esquecer uma tragédia familiar. - Disse, bagunçando meu cabelo. -Meu irmãozinho, Christopher, ele morreu e ele tinha apenas 7 anos e a culpa é minha, com toda a certeza do mundo. Ele estava no meu quarto, brincando e conversando comigo até que minha mãe me chamou e eu fui lá ver o que ela queria, obviamente e eu tive de ajudar ela a lavar toda a casa. E quando eu voltei para o meu quarto, vi meu irmãozinho deitado com os olhos brancos e revirados cada um para um lado e vi um pouco de pó em seu nariz. Assoprei o pó e percebi que era cocaína. Ele era asmático e sofreu uma overdose. Eu jamais consegui me perdoar depois disso, a única pessoa que teve coragem de falar comigo depois foi meu primo, um dos meus melhores amigos e... Por que ele fez isso?? Por que ele tinha de morrer e me deixar sozinha nessa merda desse mundo?? Seria isso um alarme, uma forma de dizer para eu não usar drogas e não morrer?? Desde que ele foi eu venho tentando cometer suicídio, mas eu nunca consigo, eu não tenho coragem de fazer isso... - Comecei a chorar e me sentei. Um homem de cabelos negros como a noite e olhos verdes profundos colocou sua mão em meu ombro e eu o olhei e ele sorriu.
-Dizem que somos motivados pela morte de alguém para desistir das drogas... Eu estou limpo e sóbrio a 6 anos, mas continuo vindo aqui porque quero que isso dure. - Disse, sorrindo. Ele conseguiu me acalmar.
-Alguém mais tem algo a dizer? - Perguntou a Dr. Ana. Todos disseram que não e então fomos embora. Na saída, todos se despediram de mim educadamente, menos aquele homem da sessão. Até que o vejo.
-Acho que não me apresentei... Meu nome é Gerard Way e eu tenho 31 anos. -Disse, cumprimentando-me docemente.
-Como você deve saber meu nome é Ava Sallevich e eu tenho 28 anos. -Cumprimentei-o também.
-Bom, eu tenho ir pegar meu irmão no Hospital Psiquiátrico. Você quer ir? Tem algum parente seu por lá? - Perguntou, entrando no carro.
-Sim, tem o meu tio, e eu espero que não lhe incomode minha companhia. - Ele sorriu e nós dois entramos no carro e fomos para o Hospital Psiquiátrico, mais conhecido como "Hospício". Gerard falava comigo e nós ouviamos uma música calma no carro. Ele é uma pessoa muito gentil, isso eu não posso negar.
Nome da fic: Entre Anjos E Demônios.
Nome da autora: x_Midnight.Poison_x
Gênero: Drama/Romance.
Nota: Fanfic acompanhada da música “Sunburn”, do Muse, nos textos em AZUL.
Tipo: Fanfic/Songfic.
Censura: NC - 17
Shipper: Mikey/Ava, Gerard/Cellia.
Direitos Autorais: Nenhum dos personagens me pertence, portanto não ganharei nada com isso.
POV: Mikey, Ava, Gerard e Cellia.
Beta-Reader: Eu.
Outras fics: Superstar, Antes Que Termine O Dia e Falling From Grace.
POV: Uma adicta e um sociopata asmático se apaixonam e então, reunem-se a seu irmão e a namorada dele e começam um amor intenso, com vários acidentes e mortes como pano de fundo. Mas no final algo inesperado ocorre com dois deles.
"Se você pudesse lutar por alguma coisa, pelo quê lutaria? Seria por amor? Ou por vingança?"
Prólogo. POV Mikey.
"Eu sentia o amor dela queimar como veneno em meu sangue enquanto nossos corpos despidos se tocavam lentamente na grande cama de lençóis vermelhos e pretos. Parecíamos dois drogados, estavamos viciados naquilo que mais queriamos: o sexo. Ava passava seus dedos sobre minha pele cheia de marquinhas vermelhas tanto de seus beijos e carinhos que a faziam morder minha pele lentamente e também estava cheia de marcas de seu batom vermelho inconfundível. Estávamos loucos, viciados nisso. Estávamos viciados em sexo e em nossos jogos. Um nos enlouquecia e o outro nos fazia querer sempre mais. Mas dois de nós pagaram nossos preços. E pagaram de uma forma correta."
Capítulo 1. POV Ava.
-Olá, meu nome é Ava e eu sou uma adicta. - Fora a primeira coisa que pude pronunciar. Primeira frase que eu consegui dizer. Talvez a única que meu coração pensasse em falar. -Eu estava sóbria a uma semana, mas tive uma recaída na festa de casamento de minha irmã. - Continuei a falar, não queria chegar a razão de minha fala, minha mente me puxava para as memórias, para a tristeza e meu coração tentava não desistir, mas parecia mais fraco a cada batimento cardíaco. -Eu vim aqui para tentar me manter limpa e para tentar esquecer uma tragédia familiar. - Disse, bagunçando meu cabelo. -Meu irmãozinho, Christopher, ele morreu e ele tinha apenas 7 anos e a culpa é minha, com toda a certeza do mundo. Ele estava no meu quarto, brincando e conversando comigo até que minha mãe me chamou e eu fui lá ver o que ela queria, obviamente e eu tive de ajudar ela a lavar toda a casa. E quando eu voltei para o meu quarto, vi meu irmãozinho deitado com os olhos brancos e revirados cada um para um lado e vi um pouco de pó em seu nariz. Assoprei o pó e percebi que era cocaína. Ele era asmático e sofreu uma overdose. Eu jamais consegui me perdoar depois disso, a única pessoa que teve coragem de falar comigo depois foi meu primo, um dos meus melhores amigos e... Por que ele fez isso?? Por que ele tinha de morrer e me deixar sozinha nessa merda desse mundo?? Seria isso um alarme, uma forma de dizer para eu não usar drogas e não morrer?? Desde que ele foi eu venho tentando cometer suicídio, mas eu nunca consigo, eu não tenho coragem de fazer isso... - Comecei a chorar e me sentei. Um homem de cabelos negros como a noite e olhos verdes profundos colocou sua mão em meu ombro e eu o olhei e ele sorriu.
-Dizem que somos motivados pela morte de alguém para desistir das drogas... Eu estou limpo e sóbrio a 6 anos, mas continuo vindo aqui porque quero que isso dure. - Disse, sorrindo. Ele conseguiu me acalmar.
-Alguém mais tem algo a dizer? - Perguntou a Dr. Ana. Todos disseram que não e então fomos embora. Na saída, todos se despediram de mim educadamente, menos aquele homem da sessão. Até que o vejo.
-Acho que não me apresentei... Meu nome é Gerard Way e eu tenho 31 anos. -Disse, cumprimentando-me docemente.
-Como você deve saber meu nome é Ava Sallevich e eu tenho 28 anos. -Cumprimentei-o também.
-Bom, eu tenho ir pegar meu irmão no Hospital Psiquiátrico. Você quer ir? Tem algum parente seu por lá? - Perguntou, entrando no carro.
-Sim, tem o meu tio, e eu espero que não lhe incomode minha companhia. - Ele sorriu e nós dois entramos no carro e fomos para o Hospital Psiquiátrico, mais conhecido como "Hospício". Gerard falava comigo e nós ouviamos uma música calma no carro. Ele é uma pessoa muito gentil, isso eu não posso negar.
Última edição por x_Midnight.Poison_x em 1/11/2009, 11:38 pm, editado 4 vezes

x_Midnight.Poison_x- Vampiro Energético

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Número de Mensagens: 471
Idade: 17
Localização: Somewhere, Just Dancing In The Dark
Interesses: MCR, Muse, fanfics, Artes, Música, Filmes, Etc. O clássico do clássico.
Ocupação: Fotografando, desenhando, escrevendo, publicando notícias.
Humor: "It's a new dawn
It's a new day
It's a new life for me
And I'm feeling good."
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Preferido:
Data de inscrição: 11/07/2008

Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Ainda estou digitando, amiga. Hoje a noite é certeza que eu posto! 

x_Midnight.Poison_x- Vampiro Energético

- Número de Mensagens: 471
Data de inscrição: 11/07/2008

Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Eu espero!!!!!!!!!!!!!! ahaha! 

Mandy McDowell- Vampiro Príncipe

- Número de Mensagens: 1470
Data de inscrição: 01/01/2009

Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
ooo cara que coisa viciante de ler , meu deus isso é muito fodaa :O
eu ja fiz um "livro" , pelo menos era pra ser um, mas ele teve um fim tragico, meu pc estrago, e mandei arruma eles formataram o pc e eu perdi todo ele, fiquei um pouco traumatizada :/ nao recomecei ele :(
mas tu é muito boa
parabéns
eu ja fiz um "livro" , pelo menos era pra ser um, mas ele teve um fim tragico, meu pc estrago, e mandei arruma eles formataram o pc e eu perdi todo ele, fiquei um pouco traumatizada :/ nao recomecei ele :(
mas tu é muito boa
parabéns
emillyvampire- Vampiros Embrace

- Número de Mensagens: 29
Data de inscrição: 31/07/2009
Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Obrigada, emilyvampire. Seu comentário foi muito gentil.
Bom, vamos falar de fic. Lamento muito por não ter postado nenhum capítulo ao decorrer dessas semanas, mas hoje eu estou postando o 13º e o 14º capítulo, com POV do Mikey.
Capítulo 13. POV Mikey.
“Abro meus olhos e me encontro apenas com minha jaqueta preta no meio do mato. Olho para o lado e vejo uma das mascaradas me observando. Tinha um olhar malicioso e estava sorrindo. Abaixou-se e passou suas mãos por meus cabelos. Tentei me mover, mas não consegui. Olhei para minha perna e vi o sangue do tiro escorrer e então olhei para o meu pé e o sangue também escorria. Tentei me levantar e fiquei ajoelhado na grama. Minha perna dóia e meu pé também então não havia muito que eu pudesse fazer. Até que alguém se aproxima de mim e me empurra pela cabeça e eu caio no chão. Sinto sua respiração se aproximar lentamente de meu pescoço e o contornar e vejo o reflexo de sua espingarda tocar lentamente minha cabeça. Uma voz mórbida ecoa pela floresta.
-Tenha bons sonhos, Mikey. – Um tiro.”
-NÃO!!!! – Gritei, levantando-me na seqüência. Estava chorando, tremendo e suado. Olhei a meu redor e vi que estava em um hospital. Até que Gerard aparece e me abraça. Fico chorando em seus braços e tremendo enquanto ele me segurava e tentava me acalmar e eu lutava contra minhas lágrimas. -AVA!!! – Gritei, chorando desesperadamente. Meu irmão me soltou e saiu correndo do meu quarto. Tinham várias enfermeiras e médicos me observando até que Ava aparece e fecha a porta. Anda até minha cama e nos abraçamos. Eu chorava em seus braços enquanto ela acariciava meus cabelos e minhas costas gentilmente. Meu rosto estava vermelho e molhado e ela beijava minha testa e me mantia em seus braços. Olhei para minha perna e vi que minha coxa estava enfaixada e meu pé também. Lembrei-me de tudo o que aconteceu e comecei a chorar mais.
-Não se preocupe, eles estão todos presos, Mikey, vai dar tudo certo... – Dizia, tentando me acalmar. Deitei minha cabeça em seu ombro e ela continuou tentando me acalmar. Minhas pernas e braços tremiam na cama enquanto eu tentava parar de chorar. Até que Gerard e Cellia aparecem e entram no quarto e se sentam na cama. Gerard passou sua mão por meu ombro e Cellia me abraçou. Eles então sairam e eu e Ava trocamos de roupa e esperamos por eles e fomos embora todos juntos. No elevador, Mikey e eu nos abraçamos enquanto Gerard e Cellia se beijavam. Pareciam estar mais apaixonados do que nunca. Nós então saímos do elevador e chamamos um táxi. Eu fui atrás com Ava e Cellia e Gerard foi na frente. Cellia deitou sua cabeça em meu ombro e eu me encostei no ombro de Ava, que riu um pouco. Gerard sorriu e então nós chegamos em casa e descemos. Gerard e Cellia se abraçaram e eu e Ava também e nós entramos em casa. Ava me ajudou a subir as escadas por causa da dor do meu tornozelo e fomos para o meu quarto, pois o de Ava estava com a janela quebrada e então nós dois entramos no quarto e nos deitamos na cama. Ela me beijou e nós dois nos abraçamos e eu deitei minha cabeça em seu ombro. Ava passou suas mãos por meus cabelos e arrumou alguns fios que cairam em meu rosto e disse que me amava. Eu então disse o mesmo e nós dois tocamos nossos lábios em um frio e doce beijo. Nós então ficamos na cama nos beijando e trocando carícias íntimas até que meu irmão e Cellia aparecem. Os dois entram e também se deitam na cama e começam a se beijar. Pareciamos um bando de loucos apaixonados. Talvez fôssemos. Eu então me lembrei que eu tinha que ir tirar sangue com o Dr. Smith e então saí do quarto e chamei um táxi. Eles então desceram e disseram que iam comigo. Sorri e então nós esperamos pelo táxi.
Capítulo 14. POV Mikey.
Passou-se uma hora e nós fomos até o centro da cidade, os táxis que passam perto de casa apenas vão até o centro. Nós então descemos e fomos até a estação de metrô. Estava acontecendo algo, um homem com uma sacola entrou e tinham vários policiais atrás dele. O homem então jogou a sacola no chão e disse que jamais faria isso novamente, pois tinha roubado vários CDs. O metrô então fechou e começou a andar. Até que ouvimos o som de uma explosão mais a frente do trem. Gerard então me empurrou para trás e ficamos olhando para frente. Até que o som de vários metais e vidros se quebrando e colidindo misturados com gritos começou a se aproximar de nós. Gerard se assustou com o barulho e nos olhou.
-Para trás!! Para trás, todo mundo vai para trás!! – Disse. Em uma fração de segundos, uma explosão aconteceu, jogando Cellia e Ava para um lado e eu e meu irmão para o outro. Gerard então me jogou no chão e ficou deitado em cima de mim, me protegendo, enquanto os outros passageiros também se protegiam. Uma moça com um bebê estava sozinha e então eu a chamei para perto de nós e eu e meu irmão a protegemos enquanto o trem se espatifava por completo e raspava na parede, fazendo aquele som horrível. Eu gritava enquanto Gerard tentava me acalmar e me proteger. Ava e Cellia nos olhavam e choravam. O trem então parou de se mover e uma explosão fez o fogo se alastrar em nosso vagão. Gerard então me levantou e nós fomos até Cellia e Ava e ajudamos elas a levantarem e saímos correndo do vagão. Eu então me lembrei da mulher com a criança e resolvi retornar e ajudar elas. Saímos então e ela me agradeceu e foi encontrar com seu marido, que estava olhando-a e sorrindo. Abraçaram-se e então Ava me abraçou. Até que vários bombeiros aparecem e nos tiram de lá e nos enrolam em suas jaquetas. Nós então saímos e vimos meu irmão e Cellia nos olhando. Estavam chorando. Jogamos as jaquetas no chão e fomos correndo na direção deles os abraçar. Gerard e eu nos abraçamos apertado e eu comecei a chorar nos braços dele e Ava e Cellia passavam suas mãos por meu cabelo, tentando me manter calmo. Até que resolvemos ir embora. Entramos em um táxi que passou e fomos para casa. Chegamos lá e eu entrei correndo em casa, chorando e Ava veio atrás de mim e me segurou nas escadas. Ela estava ajoelhada tentando me acalmar e eu chorava sentado no chão e estirado aos braços dela. Gerard e Cellia entraram e se sentaram no chão comigo. Eu tossia e chorava enquanto Ava tentava desesperadamente me acalmar. Gerard então me abraçou e passou suas mãos por meus cabelos enquanto Cellia tentava me acalmar também. Até que parei de chorar e todos saíram de perto de mim, com Ava dando um beijo em minha bochecha. Levantei-me e enxuguei minhas lágrimas e vi Gerard e Cellia entrando na cozinha e vi Ava subindo as escadas. Fui atrás dela até que comecei a ter uma visão embaçada e meu coração começou a doer. Gerard e Cellia me olharam e Ava virou para trás. Fui subir as escadas e tropecei e cai, ouvindo o grito de Ava na seqüência. Gerard então me levantou e me levou para fora de casa e Ava e Cellia o ajudaram. Entramos no carro e fomos para o hospital. Gerard me tirou do carro e me levou para dentro do local apressadamente e Ava me olhava enquanto eu ia adentrando o hospital com Gerard. Um médico apareceu e Gerard explicou o que aconteceu e o médico me levou para um dos quartos e me tratou e disse que era melhor eu dormir.
Bom, vamos falar de fic. Lamento muito por não ter postado nenhum capítulo ao decorrer dessas semanas, mas hoje eu estou postando o 13º e o 14º capítulo, com POV do Mikey.
Capítulo 13. POV Mikey.
“Abro meus olhos e me encontro apenas com minha jaqueta preta no meio do mato. Olho para o lado e vejo uma das mascaradas me observando. Tinha um olhar malicioso e estava sorrindo. Abaixou-se e passou suas mãos por meus cabelos. Tentei me mover, mas não consegui. Olhei para minha perna e vi o sangue do tiro escorrer e então olhei para o meu pé e o sangue também escorria. Tentei me levantar e fiquei ajoelhado na grama. Minha perna dóia e meu pé também então não havia muito que eu pudesse fazer. Até que alguém se aproxima de mim e me empurra pela cabeça e eu caio no chão. Sinto sua respiração se aproximar lentamente de meu pescoço e o contornar e vejo o reflexo de sua espingarda tocar lentamente minha cabeça. Uma voz mórbida ecoa pela floresta.
-Tenha bons sonhos, Mikey. – Um tiro.”
-NÃO!!!! – Gritei, levantando-me na seqüência. Estava chorando, tremendo e suado. Olhei a meu redor e vi que estava em um hospital. Até que Gerard aparece e me abraça. Fico chorando em seus braços e tremendo enquanto ele me segurava e tentava me acalmar e eu lutava contra minhas lágrimas. -AVA!!! – Gritei, chorando desesperadamente. Meu irmão me soltou e saiu correndo do meu quarto. Tinham várias enfermeiras e médicos me observando até que Ava aparece e fecha a porta. Anda até minha cama e nos abraçamos. Eu chorava em seus braços enquanto ela acariciava meus cabelos e minhas costas gentilmente. Meu rosto estava vermelho e molhado e ela beijava minha testa e me mantia em seus braços. Olhei para minha perna e vi que minha coxa estava enfaixada e meu pé também. Lembrei-me de tudo o que aconteceu e comecei a chorar mais.
-Não se preocupe, eles estão todos presos, Mikey, vai dar tudo certo... – Dizia, tentando me acalmar. Deitei minha cabeça em seu ombro e ela continuou tentando me acalmar. Minhas pernas e braços tremiam na cama enquanto eu tentava parar de chorar. Até que Gerard e Cellia aparecem e entram no quarto e se sentam na cama. Gerard passou sua mão por meu ombro e Cellia me abraçou. Eles então sairam e eu e Ava trocamos de roupa e esperamos por eles e fomos embora todos juntos. No elevador, Mikey e eu nos abraçamos enquanto Gerard e Cellia se beijavam. Pareciam estar mais apaixonados do que nunca. Nós então saímos do elevador e chamamos um táxi. Eu fui atrás com Ava e Cellia e Gerard foi na frente. Cellia deitou sua cabeça em meu ombro e eu me encostei no ombro de Ava, que riu um pouco. Gerard sorriu e então nós chegamos em casa e descemos. Gerard e Cellia se abraçaram e eu e Ava também e nós entramos em casa. Ava me ajudou a subir as escadas por causa da dor do meu tornozelo e fomos para o meu quarto, pois o de Ava estava com a janela quebrada e então nós dois entramos no quarto e nos deitamos na cama. Ela me beijou e nós dois nos abraçamos e eu deitei minha cabeça em seu ombro. Ava passou suas mãos por meus cabelos e arrumou alguns fios que cairam em meu rosto e disse que me amava. Eu então disse o mesmo e nós dois tocamos nossos lábios em um frio e doce beijo. Nós então ficamos na cama nos beijando e trocando carícias íntimas até que meu irmão e Cellia aparecem. Os dois entram e também se deitam na cama e começam a se beijar. Pareciamos um bando de loucos apaixonados. Talvez fôssemos. Eu então me lembrei que eu tinha que ir tirar sangue com o Dr. Smith e então saí do quarto e chamei um táxi. Eles então desceram e disseram que iam comigo. Sorri e então nós esperamos pelo táxi.
Capítulo 14. POV Mikey.
Passou-se uma hora e nós fomos até o centro da cidade, os táxis que passam perto de casa apenas vão até o centro. Nós então descemos e fomos até a estação de metrô. Estava acontecendo algo, um homem com uma sacola entrou e tinham vários policiais atrás dele. O homem então jogou a sacola no chão e disse que jamais faria isso novamente, pois tinha roubado vários CDs. O metrô então fechou e começou a andar. Até que ouvimos o som de uma explosão mais a frente do trem. Gerard então me empurrou para trás e ficamos olhando para frente. Até que o som de vários metais e vidros se quebrando e colidindo misturados com gritos começou a se aproximar de nós. Gerard se assustou com o barulho e nos olhou.
-Para trás!! Para trás, todo mundo vai para trás!! – Disse. Em uma fração de segundos, uma explosão aconteceu, jogando Cellia e Ava para um lado e eu e meu irmão para o outro. Gerard então me jogou no chão e ficou deitado em cima de mim, me protegendo, enquanto os outros passageiros também se protegiam. Uma moça com um bebê estava sozinha e então eu a chamei para perto de nós e eu e meu irmão a protegemos enquanto o trem se espatifava por completo e raspava na parede, fazendo aquele som horrível. Eu gritava enquanto Gerard tentava me acalmar e me proteger. Ava e Cellia nos olhavam e choravam. O trem então parou de se mover e uma explosão fez o fogo se alastrar em nosso vagão. Gerard então me levantou e nós fomos até Cellia e Ava e ajudamos elas a levantarem e saímos correndo do vagão. Eu então me lembrei da mulher com a criança e resolvi retornar e ajudar elas. Saímos então e ela me agradeceu e foi encontrar com seu marido, que estava olhando-a e sorrindo. Abraçaram-se e então Ava me abraçou. Até que vários bombeiros aparecem e nos tiram de lá e nos enrolam em suas jaquetas. Nós então saímos e vimos meu irmão e Cellia nos olhando. Estavam chorando. Jogamos as jaquetas no chão e fomos correndo na direção deles os abraçar. Gerard e eu nos abraçamos apertado e eu comecei a chorar nos braços dele e Ava e Cellia passavam suas mãos por meu cabelo, tentando me manter calmo. Até que resolvemos ir embora. Entramos em um táxi que passou e fomos para casa. Chegamos lá e eu entrei correndo em casa, chorando e Ava veio atrás de mim e me segurou nas escadas. Ela estava ajoelhada tentando me acalmar e eu chorava sentado no chão e estirado aos braços dela. Gerard e Cellia entraram e se sentaram no chão comigo. Eu tossia e chorava enquanto Ava tentava desesperadamente me acalmar. Gerard então me abraçou e passou suas mãos por meus cabelos enquanto Cellia tentava me acalmar também. Até que parei de chorar e todos saíram de perto de mim, com Ava dando um beijo em minha bochecha. Levantei-me e enxuguei minhas lágrimas e vi Gerard e Cellia entrando na cozinha e vi Ava subindo as escadas. Fui atrás dela até que comecei a ter uma visão embaçada e meu coração começou a doer. Gerard e Cellia me olharam e Ava virou para trás. Fui subir as escadas e tropecei e cai, ouvindo o grito de Ava na seqüência. Gerard então me levantou e me levou para fora de casa e Ava e Cellia o ajudaram. Entramos no carro e fomos para o hospital. Gerard me tirou do carro e me levou para dentro do local apressadamente e Ava me olhava enquanto eu ia adentrando o hospital com Gerard. Um médico apareceu e Gerard explicou o que aconteceu e o médico me levou para um dos quartos e me tratou e disse que era melhor eu dormir.
x_Midnight.Poison_x- Vampiro Energético

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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Lindo, viciante e apaixonante.!
Mandy McDowell- Vampiro Príncipe

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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Vamos falar de fic. Em primeiro lugar, gostaria de pedir a todos as mais sinceras desculpas pela minha demora para escrever os dois novos capítulos da fic, eu estava sem inspiração e semana de prova na escola realmente pode acabar com qualquer um. Enquanto eu estava pensando no que escrever, em como fazer os dois novos capítulos, eu estava me sentindo como o "Rorschach", personagem do Watchmen então eu coloquei esse personagem tão espetacular e cruel para fora e fiz esses dois capítulos da fic, que na minha opinião, ficaram bons. A partir do capítulo 15, a fic começará a ser acompanhada da música "Sunburn", do Muse, nos textos em AZUL. Quem leu as observações no começo da fic vai perceber isso. Ok, então vamos a fic. Capítulos 15 e 16 com o POV (Point Of View ou Ponto De Vista) da Cellia. Divirtam-se!
Capítulo 15. POV Cellia.
Quando retornamos para casa, Gerard me olhou e disse que estava muito preocupado com seu irmão por causa de Ava. Olhei para ela e a vi andando lentamente, parecia chorar. Andei até ela, que olhou para mim de forma triste. Disse que estava se perguntando se tudo que aconteceu com Mikey é culpa dela. Olhei-a e disse que não, disse que as pessoas ás vezes se ferem e acabam tendo idéias de que feriram aos outros. Ela sorriu e disse que eu sou uma boa pessoa. Agradeci e chamei Gerard e nós dois fomos entrar na casa. Quando entramos, o telefone tocou.
“Venha gastar seus milhões aqui
Secretamente ela zomba
Outro espetáculo incorporado
Uma consciência culpada cresce
E eu irei sentir
Uma consciência culpada crescer
Eu eu irei sentir
Uma consciência culpada crescer”
Gerard foi rapidamente atender e ficou com uma expressão perdida ao ouvir o que se passava do outro lado da linha. Assustou-se e tropeçou e quase caiu no chão. Desligou o telefone e foi falar com a gente.
-Acabaram de ligar do hospital, disseram que meu irmão teve um colapso nervoso e... – Ele parou de falar e olhou para o lado assustado, não queria terminar sua sentença.
-E o que aconteceu, Gerard? – Ava o segurou delicadamente pela jaqueta e Gerard me olhou e a olhou na sequência.
-E ele feriu gravemente dois médicos a machadadas e um acidentalmente. Meu irmão tem transtorno bipolar e que isso foi uma das causas do ato psicopático dele de acordo com os médicos. – Ele disse, controlando seu nervosismo.
-O que vai acontecer com ele? – Perguntei, olhando Ava, que chorava desesperadamente.
-Eles disseram que ele pode ser mandado para um reformatório ou pode ser preso, mas como ninguém morreu, o reformatório é mais provável. Precisamos ir lá ver ele, precisamos ajudar ele. – Disse Gerard, chamando Ava e nos levando para o carro. Entramos e durante todo o percurso para o hospital, não falamos. E nem queríamos falar. Chegamos lá e vimos os médicos sendo levados em macas para outro hospital. Estavam com o corpo cheio de cortes e hematomas. Ava os gritou e reconheceu um dos médicos, dizendo que ele atendeu Mikey quando ele desmaiou no corredor a alguns dias para trás.
-Dr. Krammer, o que houve? Cadê o Michael? – Perguntou. Ele a olhou e tossiu um pouco enquanto eles enfaixavam o braço dele para levá-lo ao outro hospital.
-Ele está lá dentro, Ava. Mas, por favor, não fiquem furiosos com ele, ninguém o culpa de ter perdido a família. Dois médicos falaram coisas cruéis a respeito dele, da família dele, de vocês. Eu estava lá e pedi para eles calarem as bocas e o deixassem em paz, mas que médico escuta o que o outro diz? – Dizia, segurando a mão de Ava apertado, que segurou a dele e disse que ele iria ficar bem. Sorriu e concordou. Pediu para continuar. Ele fez uma pausa de meio segundo e continuou a falar. – Ele então enlouqueceu, começou a gritar de raiva, eu tentei fazer ele parar, mas ele não conseguiu e pegou um machado que usamos no caso de incêndios e os atacou. Ambos estão cheios de cortes, mas o estado de Michael não é tão diferente pois eles o espancaram e também cortaram a pele dele. Ele foi maltratado e provocado por ser diferente, por ter um problema, não por ser quem ele é. – Ele então foi levado embora e nós agradecemos pelo que ele disse e fomos ver Mikey. Entramos no hospital e o vimos chorando em um canto, bagunçando seus cabelos.
Capítulo 16. POV Cellia.
“Ele foi maltratado e provocado por ser diferente, por ter um problema, não por ser quem ele é.”
Chegamos perto de Mikey e ele se levantou e saiu correndo pelo hospital. Estavam com suas roupas e tinham várias manchas de sangue e hematomas tanto nele quanto em suas vestimentas. Corremos atrás dele e o ouviamos chorar desesperadamente. Até que tropeça e caí no chão. Gerard andou até ele lentamente e o segurou, dizendo que ia ficar tudo bem. Mikey se soltou dele e ficou sentado chorando olhando para nós. Ava andou para perto dele e se sentou ao lado dele e o abraçou. Mikey não teve uma reação a princípio, mas depois de sentir o enlace de Ava em seus braços, segurou-a com força e começou a chorar. Sentamos perto deles e dissemos a Mikey que iríamos levar ele para casa e iríamos tomar conta dele lá. Nós então nos levantamos e fomos embora. Na saída, por algum motivo desconhecido, várias pessoas começaram a nos aplaudir, especialmente ele. Mikey “afundou” mais sua cabeça no ombro de Ava, por vergonha e nós quatro entramos no carro e fomos embora. Quando chegamos em casa, entramos e fomos para o banheiro. Esperamos ele tirar a roupa para vermos os ferimentos, mas isso não ocorreu.
-Mikey, o que foi? – Perguntou Gerard, olhando-o. Ele então se sentou no chão, perto da banheira e começou a chorar. Suas lágrimas desciam com força de seus olhos e ele respirava mal por chorar tanto, mas ignorava isso. Sentia um peso em meu coração e Ava e Gerard pareciam se sentir arruínados por ele estar assim.
-Mikey, pára de chorar, vai dar tudo certo, você vai ver. Eles vão ficar bem, você não os matou. – Eu falava, tentando o livrar da consciência pesada de seus atos, se bem que se eu estivesse no lugar dele, faria e mesma coisa. Ele então me olhou e começou a chorar mais.
-Mas eu quase fiz isso. Eu enlouqueci, eu... eu não tenho a mínima noção de controle mental, eu não penso antes de fazer alguma coisa, eu faço tudo por impulso, Cellia. Se o dr. Krammer não tivesse me parado, eu poderia ter feito uma carnificina lá dentro, vocês viram o jeito que os dois deixaram o hospital, eu não hesitei, eu estava louco para acabar com a vida dos dois, eu... – Ele chorava. Ava então o abraçou e começou a chorar. Mikey disse a ela que sentia muito por tudo que ele fez e disse que nada disso era culpa dela, disse que estava com ódio de algumas pessoas. Então ambos se abraçaram muito apertado e se beijaram. As pernas de Mikey tremiam e escorregavam no tapete do banheiro. Parecia estar se acalmando, mas ainda tinhamos de ver seus hematomas e os cortes. Mas nesse exato momento, sua calmaria era o que importava.
Se amanhã eu ainda estiver inspirada, teremos mais, galerinha do mal!! xD
Beijos!
Capítulo 15. POV Cellia.
Quando retornamos para casa, Gerard me olhou e disse que estava muito preocupado com seu irmão por causa de Ava. Olhei para ela e a vi andando lentamente, parecia chorar. Andei até ela, que olhou para mim de forma triste. Disse que estava se perguntando se tudo que aconteceu com Mikey é culpa dela. Olhei-a e disse que não, disse que as pessoas ás vezes se ferem e acabam tendo idéias de que feriram aos outros. Ela sorriu e disse que eu sou uma boa pessoa. Agradeci e chamei Gerard e nós dois fomos entrar na casa. Quando entramos, o telefone tocou.
“Venha gastar seus milhões aqui
Secretamente ela zomba
Outro espetáculo incorporado
Uma consciência culpada cresce
E eu irei sentir
Uma consciência culpada crescer
Eu eu irei sentir
Uma consciência culpada crescer”
Gerard foi rapidamente atender e ficou com uma expressão perdida ao ouvir o que se passava do outro lado da linha. Assustou-se e tropeçou e quase caiu no chão. Desligou o telefone e foi falar com a gente.
-Acabaram de ligar do hospital, disseram que meu irmão teve um colapso nervoso e... – Ele parou de falar e olhou para o lado assustado, não queria terminar sua sentença.
-E o que aconteceu, Gerard? – Ava o segurou delicadamente pela jaqueta e Gerard me olhou e a olhou na sequência.
-E ele feriu gravemente dois médicos a machadadas e um acidentalmente. Meu irmão tem transtorno bipolar e que isso foi uma das causas do ato psicopático dele de acordo com os médicos. – Ele disse, controlando seu nervosismo.
-O que vai acontecer com ele? – Perguntei, olhando Ava, que chorava desesperadamente.
-Eles disseram que ele pode ser mandado para um reformatório ou pode ser preso, mas como ninguém morreu, o reformatório é mais provável. Precisamos ir lá ver ele, precisamos ajudar ele. – Disse Gerard, chamando Ava e nos levando para o carro. Entramos e durante todo o percurso para o hospital, não falamos. E nem queríamos falar. Chegamos lá e vimos os médicos sendo levados em macas para outro hospital. Estavam com o corpo cheio de cortes e hematomas. Ava os gritou e reconheceu um dos médicos, dizendo que ele atendeu Mikey quando ele desmaiou no corredor a alguns dias para trás.
-Dr. Krammer, o que houve? Cadê o Michael? – Perguntou. Ele a olhou e tossiu um pouco enquanto eles enfaixavam o braço dele para levá-lo ao outro hospital.
-Ele está lá dentro, Ava. Mas, por favor, não fiquem furiosos com ele, ninguém o culpa de ter perdido a família. Dois médicos falaram coisas cruéis a respeito dele, da família dele, de vocês. Eu estava lá e pedi para eles calarem as bocas e o deixassem em paz, mas que médico escuta o que o outro diz? – Dizia, segurando a mão de Ava apertado, que segurou a dele e disse que ele iria ficar bem. Sorriu e concordou. Pediu para continuar. Ele fez uma pausa de meio segundo e continuou a falar. – Ele então enlouqueceu, começou a gritar de raiva, eu tentei fazer ele parar, mas ele não conseguiu e pegou um machado que usamos no caso de incêndios e os atacou. Ambos estão cheios de cortes, mas o estado de Michael não é tão diferente pois eles o espancaram e também cortaram a pele dele. Ele foi maltratado e provocado por ser diferente, por ter um problema, não por ser quem ele é. – Ele então foi levado embora e nós agradecemos pelo que ele disse e fomos ver Mikey. Entramos no hospital e o vimos chorando em um canto, bagunçando seus cabelos.
Capítulo 16. POV Cellia.
“Ele foi maltratado e provocado por ser diferente, por ter um problema, não por ser quem ele é.”
Chegamos perto de Mikey e ele se levantou e saiu correndo pelo hospital. Estavam com suas roupas e tinham várias manchas de sangue e hematomas tanto nele quanto em suas vestimentas. Corremos atrás dele e o ouviamos chorar desesperadamente. Até que tropeça e caí no chão. Gerard andou até ele lentamente e o segurou, dizendo que ia ficar tudo bem. Mikey se soltou dele e ficou sentado chorando olhando para nós. Ava andou para perto dele e se sentou ao lado dele e o abraçou. Mikey não teve uma reação a princípio, mas depois de sentir o enlace de Ava em seus braços, segurou-a com força e começou a chorar. Sentamos perto deles e dissemos a Mikey que iríamos levar ele para casa e iríamos tomar conta dele lá. Nós então nos levantamos e fomos embora. Na saída, por algum motivo desconhecido, várias pessoas começaram a nos aplaudir, especialmente ele. Mikey “afundou” mais sua cabeça no ombro de Ava, por vergonha e nós quatro entramos no carro e fomos embora. Quando chegamos em casa, entramos e fomos para o banheiro. Esperamos ele tirar a roupa para vermos os ferimentos, mas isso não ocorreu.
-Mikey, o que foi? – Perguntou Gerard, olhando-o. Ele então se sentou no chão, perto da banheira e começou a chorar. Suas lágrimas desciam com força de seus olhos e ele respirava mal por chorar tanto, mas ignorava isso. Sentia um peso em meu coração e Ava e Gerard pareciam se sentir arruínados por ele estar assim.
-Mikey, pára de chorar, vai dar tudo certo, você vai ver. Eles vão ficar bem, você não os matou. – Eu falava, tentando o livrar da consciência pesada de seus atos, se bem que se eu estivesse no lugar dele, faria e mesma coisa. Ele então me olhou e começou a chorar mais.
-Mas eu quase fiz isso. Eu enlouqueci, eu... eu não tenho a mínima noção de controle mental, eu não penso antes de fazer alguma coisa, eu faço tudo por impulso, Cellia. Se o dr. Krammer não tivesse me parado, eu poderia ter feito uma carnificina lá dentro, vocês viram o jeito que os dois deixaram o hospital, eu não hesitei, eu estava louco para acabar com a vida dos dois, eu... – Ele chorava. Ava então o abraçou e começou a chorar. Mikey disse a ela que sentia muito por tudo que ele fez e disse que nada disso era culpa dela, disse que estava com ódio de algumas pessoas. Então ambos se abraçaram muito apertado e se beijaram. As pernas de Mikey tremiam e escorregavam no tapete do banheiro. Parecia estar se acalmando, mas ainda tinhamos de ver seus hematomas e os cortes. Mas nesse exato momento, sua calmaria era o que importava.
Se amanhã eu ainda estiver inspirada, teremos mais, galerinha do mal!! xD
Beijos!
x_Midnight.Poison_x- Vampiro Energético

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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
OMG ta muito boa a fic *------* continua continua *-*
e tadiiinho do mikey =/
e tadiiinho do mikey =/
teeeh- Vampiros Embrace

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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Hehe...
Obrigada por estar lendo, teeeh!! Significa o mundo para mim. Vou começar a digitar os dois capítulos logo e então, vocês irão ler o que irá acontecer com nossos 2 casais.
Obrigada por estar lendo, teeeh!! Significa o mundo para mim. Vou começar a digitar os dois capítulos logo e então, vocês irão ler o que irá acontecer com nossos 2 casais.

x_Midnight.Poison_x- Vampiro Energético

- Número de Mensagens: 471
Data de inscrição: 11/07/2008

Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
MIdnight!!!! Coitado do mikey!!! Tomara que ele fique bem!!!!
Sério, essa fic mexe comigo!!!!!!!!!!!
Parábéns!!!! Viciante!!
Esperamos por mais!!!!!!!
Sério, essa fic mexe comigo!!!!!!!!!!!
Parábéns!!!! Viciante!!
Esperamos por mais!!!!!!!
Mandy McDowell- Vampiro Príncipe

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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Vamos falar de fic. Capítulos 17 e 18 com o Point Of View da Ava. Eu mudei a sinopse da história, não teremos mais os jogos macabros, não saberia onde começar eles e onde terminar. Mas vamos continuar tendo um amor intenso dos personagens e obviamente, acidentes como pano de fundo. Espero que gostem desses dois capítulos.
Capítulo 17. POV Ava
Gerard e Cellia então saíram do banheiro, sobrando apenas nós dois. Eu então me sentei no chão ao lado de Mikey e então comecei a tirar sua jaqueta lentamente. Mikey estremeceu e gemeu de dor. Disse que sentia muito e ele abaixou seu rosto. Eu então tirei sua camisa lentamente e vi suas costas cheias de cortes e hematomas e raspões. Estavam escrito vários palavrões e coisas obscenas e ofensas, chamando-o de gay e maníaco homícida. Beijei suas costas e então ele se levantou e eu o sentei na beirada da banheira e tirei seus tênis, suas meias e então, tirei sua calça e então abri as torneiras da banheira e “temperei” a água e disse para ele tomar um banho para relaxar sua musculatura e para desinfectar seus ferimentos também desinchar eles. Mikey então tirou sua cueca e entrou na banheira e eu saí. Encontrei com Gerard nas escadas, com uma expressão de quem teve uma idéia. Viu-me e subiu as escadas com uma folha cheia de coisas escritas.
-Vai estrear um filme de terror aqui, chama Atividade Paranormal. É um filme de terror bem interessante e pesado, e eu acho que meu irmão iria gostar. Podíamos ir, iria distrair ele um pouco. O que você acha, Ava? – Perguntou. Sorri e disse que estava louca para assistir esse filme, amo terror. Eu então perguntei se tinha como reservar os ingressos e o Gerard disse que Cellia já comprou nossos ingressos para cinema antecipado. Sorri e fui falar com Mikey. Entrei e o vi na banheira com as pernas encolhidas.
-Mikey... – O chamei. Ele me olhou e sorriu de forma encantadora. Sorri de volta e falei do filme. Mikey disse que iria comigo de qualquer jeito e então nos abraçamos e nos beijamos de forma inesquecível.
“Ela queima como Sol
E eu não posso olhar para o outro lado
Ela irá queimar nossos horizontes
Não comete nenhum erro”
Ele então saiu da banheira e eu entreguei seu roupão. Nós então fomos para o quarto e eu o esperei trocar de roupa, colocando um short, uma camisa de banda e um moletom de capuz. Quando terminou, sentou-se a meu lado e me beijou novamente. Senti seus lábios se colarem aos meus lentamente enquanto nossos braços se friccionavam e nossas mãos se entrelaçavam. Parecíamos muito unidos. Até que Gerard e Cellia aparecem e pulam em nós, fazendo-nos cair no colchão que estava no chão. Rimos e então começamos a falar de coisas nojentas, especialmente eu e Gerard. Cellia ria muito alto e Mikey ria da risada dela, encolhido em meu ombro e falando besteiras para acompanhar nosso momento. Estávamos distraidos até que o telefone toca. Gerard então se levanta e desce para atender. Passando-se 10 minutos, ouvimos a voz dele berrar um “o que” e então ele subiu e se sentou na cama. Algo não parecia certo.
Capítulo 18. POV Ava.
Ele então nos olhou tristemente e segurou a mão de Cellia com força e depois, começou a acariciar os dedos dela de forma gentil, beijando-os. Até que simplesmente parou de fazer o que estava fazendo e nos olhou.
-Alguma de vocês conhece o Christopher McKendal? – Perguntou, olhando para mim e Cellia. Respondemos “sim” ao mesmo tempo e Mikey então me olhou e perguntou de onde. Respondi que somos colegas de turma na Narcóticos Anônimos. Ele então sorriu e me beijou e encostou sua cabeça em meu ombro. Olhou para Gerard na seqüência e então levantou sua cabeça de meu ombro e cutucou o joelho do irmão e se ajoelhou perto do rosto de Gerard, que estava para baixo. Eu e Cellia parecíamos ter achado uma cena fofa de se ver. Gerard olhou para o rosto assustado de Mikey e sorriu, passando suas mãos pelo cabelo dele na seqüência. Mikey então viu a expressão de tristeza de Gerard e perguntou com seu olhar se havia algo errado. Gerard disse que sim, começando a chorar na seqüência. Cellia se assustou com as lágrimas de Gerard e o abraçou, deixando Mikey sozinho perto da cama. Cheguei perto de Mikey e vi que ele olhava para baixo com um olhar diferente, não era um sentimento positivo, mas eu não sabia qual era.
-O que aconteceu, amor? – Perguntava Cellia, passando seus dedos rosados pelos cabelos de Gerard, que a olhou e disse que iria ficar tudo bem. Cellia apenas sorriu.
-O Christopher morreu em um acidente de carro e... A família dele acabou de ligar para me falar isso. – O queixo de Mikey começou a tremer e ele tentou segurar suas lágrimas, mas não conseguia. Gerard o olhou tristemente e passou suas mãos pelo rosto de Mikey, que deitou sua cabeça no joelho do irmão e começou a chorar. Gerard passava suas mãos pelos cabelos dele enquanto eu e Cellia tentávamos acalmar ele. Até que Mikey abraçou as duas pernas de Gerard e ficou dessa forma. Gerard então soltou as pernas de Mikey e o ajudou a sentar na cama e então eles se abraçaram e Mikey desmaiou. Gerard se assustou e pegou o irmão no colo e nós descemos rapidamente as escadas. As pernas de Mikey balançavam lentamente nos braços de Gerard e ele parecia relaxado. Entramos no carro e então o ligamos e fomos para o hospital.
Até amanhã, povão do mau!!
Capítulo 17. POV Ava
Gerard e Cellia então saíram do banheiro, sobrando apenas nós dois. Eu então me sentei no chão ao lado de Mikey e então comecei a tirar sua jaqueta lentamente. Mikey estremeceu e gemeu de dor. Disse que sentia muito e ele abaixou seu rosto. Eu então tirei sua camisa lentamente e vi suas costas cheias de cortes e hematomas e raspões. Estavam escrito vários palavrões e coisas obscenas e ofensas, chamando-o de gay e maníaco homícida. Beijei suas costas e então ele se levantou e eu o sentei na beirada da banheira e tirei seus tênis, suas meias e então, tirei sua calça e então abri as torneiras da banheira e “temperei” a água e disse para ele tomar um banho para relaxar sua musculatura e para desinfectar seus ferimentos também desinchar eles. Mikey então tirou sua cueca e entrou na banheira e eu saí. Encontrei com Gerard nas escadas, com uma expressão de quem teve uma idéia. Viu-me e subiu as escadas com uma folha cheia de coisas escritas.
-Vai estrear um filme de terror aqui, chama Atividade Paranormal. É um filme de terror bem interessante e pesado, e eu acho que meu irmão iria gostar. Podíamos ir, iria distrair ele um pouco. O que você acha, Ava? – Perguntou. Sorri e disse que estava louca para assistir esse filme, amo terror. Eu então perguntei se tinha como reservar os ingressos e o Gerard disse que Cellia já comprou nossos ingressos para cinema antecipado. Sorri e fui falar com Mikey. Entrei e o vi na banheira com as pernas encolhidas.
-Mikey... – O chamei. Ele me olhou e sorriu de forma encantadora. Sorri de volta e falei do filme. Mikey disse que iria comigo de qualquer jeito e então nos abraçamos e nos beijamos de forma inesquecível.
“Ela queima como Sol
E eu não posso olhar para o outro lado
Ela irá queimar nossos horizontes
Não comete nenhum erro”
Ele então saiu da banheira e eu entreguei seu roupão. Nós então fomos para o quarto e eu o esperei trocar de roupa, colocando um short, uma camisa de banda e um moletom de capuz. Quando terminou, sentou-se a meu lado e me beijou novamente. Senti seus lábios se colarem aos meus lentamente enquanto nossos braços se friccionavam e nossas mãos se entrelaçavam. Parecíamos muito unidos. Até que Gerard e Cellia aparecem e pulam em nós, fazendo-nos cair no colchão que estava no chão. Rimos e então começamos a falar de coisas nojentas, especialmente eu e Gerard. Cellia ria muito alto e Mikey ria da risada dela, encolhido em meu ombro e falando besteiras para acompanhar nosso momento. Estávamos distraidos até que o telefone toca. Gerard então se levanta e desce para atender. Passando-se 10 minutos, ouvimos a voz dele berrar um “o que” e então ele subiu e se sentou na cama. Algo não parecia certo.
Capítulo 18. POV Ava.
Ele então nos olhou tristemente e segurou a mão de Cellia com força e depois, começou a acariciar os dedos dela de forma gentil, beijando-os. Até que simplesmente parou de fazer o que estava fazendo e nos olhou.
-Alguma de vocês conhece o Christopher McKendal? – Perguntou, olhando para mim e Cellia. Respondemos “sim” ao mesmo tempo e Mikey então me olhou e perguntou de onde. Respondi que somos colegas de turma na Narcóticos Anônimos. Ele então sorriu e me beijou e encostou sua cabeça em meu ombro. Olhou para Gerard na seqüência e então levantou sua cabeça de meu ombro e cutucou o joelho do irmão e se ajoelhou perto do rosto de Gerard, que estava para baixo. Eu e Cellia parecíamos ter achado uma cena fofa de se ver. Gerard olhou para o rosto assustado de Mikey e sorriu, passando suas mãos pelo cabelo dele na seqüência. Mikey então viu a expressão de tristeza de Gerard e perguntou com seu olhar se havia algo errado. Gerard disse que sim, começando a chorar na seqüência. Cellia se assustou com as lágrimas de Gerard e o abraçou, deixando Mikey sozinho perto da cama. Cheguei perto de Mikey e vi que ele olhava para baixo com um olhar diferente, não era um sentimento positivo, mas eu não sabia qual era.
-O que aconteceu, amor? – Perguntava Cellia, passando seus dedos rosados pelos cabelos de Gerard, que a olhou e disse que iria ficar tudo bem. Cellia apenas sorriu.
-O Christopher morreu em um acidente de carro e... A família dele acabou de ligar para me falar isso. – O queixo de Mikey começou a tremer e ele tentou segurar suas lágrimas, mas não conseguia. Gerard o olhou tristemente e passou suas mãos pelo rosto de Mikey, que deitou sua cabeça no joelho do irmão e começou a chorar. Gerard passava suas mãos pelos cabelos dele enquanto eu e Cellia tentávamos acalmar ele. Até que Mikey abraçou as duas pernas de Gerard e ficou dessa forma. Gerard então soltou as pernas de Mikey e o ajudou a sentar na cama e então eles se abraçaram e Mikey desmaiou. Gerard se assustou e pegou o irmão no colo e nós descemos rapidamente as escadas. As pernas de Mikey balançavam lentamente nos braços de Gerard e ele parecia relaxado. Entramos no carro e então o ligamos e fomos para o hospital.
Até amanhã, povão do mau!!
Última edição por x_Midnight.Poison_x em 6/2/2010, 12:37 am, editado 1 vezes

x_Midnight.Poison_x- Vampiro Energético

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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
aahhhhhhh
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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Capítulos novos com o POV da Cellia. Eu sinto muito se não postei capítulos com o POV do Gerard ainda, eu pensei que eu já tivesse feito isso. Foi mal, galera. Espero que gostem desse capítulo.
Capítulo 19. POV Cellia.
Enquanto Gerard dirigia para o outro hospital em que trabalhava, Ava falava com Mikey. Ele parecia ter recobrado sua consciência, mas estava com o rosto pálido e os olhos avermalhados e inchados nas pálpebras. Estava com sua cabeça deitada no ombro de Ava e ambos conversavam. Até que Mikey fechou seus olhos e dormiu.
-Ava, fica conversando com ele, se ele dormir vai ser pior para ele. – Disse Gerard, observando-os pelo retrovisor. Ela então sacudiu a cabeça de Mikey, que abriu seus olhos e a beijou.
-Meu rosto está em um tom bege... Isso não é bom para mim... – Ele disse, passando suas mãos pelo rosto de Ava, que sorriu e disse que ele iria para um hospital e que lá eles iriam cuidar dele. –Daqui a alguns meses, eu vou ter que morar no hospital, eu não passo um dia sem visitar um. – Disse, dobrando suas pernas e as colocando em cima do banco.
-Não? É sempre assim? – Perguntou Ava, arrumando os cabelos de Mikey. Ele fez “aham”com a cabeça no mesmo tom da pergunta dela e ambos ficaram fofocando entre si. Assuntos do coração, provavelmente, estavam de mãos dadas. Gerard olhou para mim e sorriu e disse que o amor é o único sentimento que está fazendo o irmão dele sobreviver mais, somente para ficar com Ava. Passei meus dedos pelo rosto de Gerard e ele os beijou e então, estacionou o carro e me beijou. Havíamos chegado. Ele então desceu do carro e abriu a porta para mim e eu desci e nós dois nos abraçamos.
-Tenho que te contar uma coisa, Gerard... – Disse a ele, que passou suas mãos por meus braços e sorriu.
-O quê? – Perguntou, passando seus dedos por meus cabelos.
-Estou com um problema de pulmão. Se não conseguirem pulmões novos para mim vou ficar com mais problemas e provavelmente vou morrer. – Gerard então se assustou e me abraçou, chorando. Não estava acreditando.
-Isso não vai acontecer, vamos dar um jeito nisso, está bem? Você não vai ficar cega, eu não quero acordar e não olhar para esses olhos da cor do pôr-do-Sol. – Disse, me abraçando mais. Até que nos soltamos e eu disse que a prioridade é Mikey. Ele então tirou Ava do carro e ela me abraçou, dizendo que ouviu o que eu falei a Gerard. Até que Mikey saiu do carro e Gerard o colocou em seu colo e Mikey olhou para mim e sorriu. Disse a ele que agora ele não estará sozinho no hospital. Entramos e Mikey foi colocado em uma maca e foi levado para a sala do médico. Entramos e vimos que era o Dr. Krammer, parecia muito bem.
Capítulo 20. POV Cellia.
-Dr. Krammer? – Perguntou Gerard, enquanto colocava Mikey na cama do médico. Ele virou e o abraçou e na seqüência abraçou a mim e a Ava ao mesmo tempo e então passou sua mão macia pelo cabelo de Mikey, que abriu seus olhos e ambos se abraçaram. O médico então mediu o pulso de Mikey e a pressão dele e disse que se não tentarmos fazer ele se acalmar quando ele sentir raiva, o coração dele não vai melhorar e é possível que ele tenha uma parada cardíaca e talvez não vá sobreviver. Ele então se sentou com Mikey na cama, que olhou para o lado, provavelmente por medo e Ava segurou a mão dele.
-Filho, não é culpa sua ter nascido com esse problema. Eu não estou dizendo isso por estar magoado com o que você fez, eu somente estou tentando lhe ajudar. Foi como eu disse para seu irmão e para as meninas: você está sendo maltratado e provocado por ter um problema, está bem? Não é por ser quem você é ou por quem as pessoas que você ama são, é por causa do seu problema. – Disse, passando sua mão pelo cabelo de Mikey, que chorava. Ava o acalmava enquanto o doutor conversava com ele. Até que Mikey se sentou na cama e sua amada se sentou ao seu lado. O doutor Jonathan disse que estava tudo bem, mas Mikey não acreditava nisso, percebia-se isso nitidamente pela forma como ele olhava para o lado.
-Não... – Disse, fazendo-nos o olhar de forma preocupada. Ava estranhou o que ele disse.
-Não o que, Mikey? – Perguntou, olhando-o de forma séria. Mikey se envergonhou e olhou para o lado e Ava olhou para Gerard séria e eu abaixei meus olhos.
-Não está tudo bem, nunca esteve. Eu... eu estou feliz, tenho uma namorada inacreditável, alguém que compreende como eu me sinto e alguém que está sempre perto para me ajudar, meu irmão está mais preocupado comigo do que antes e a Cellia está cada vez mais madura, cada vez mais capaz de se abrir ao amor, mas e eu? No que é que eu mudei? Na minha forma de falar, de agir, de ser, o que é que tem de tão interessante em mim agora, de tão legal ou até mesmo surpreendente? A morte dos meus pais foi algo bom para mim, foi algo que me fez mudar a minha forma de ser? Antes eu não chorava nem ao menos na frente deles, mas agora eu choro, agora eu grito a todo momento e passo raiva a todo momento, mas com que finalidade? Para quê isso, Gerard? – O irmão se assustou por ele ter dirigido todas aquelas perguntas a ele. Um silêncio profundo ocorreu pela sala e então Jonathan saiu e nos deixou sozinhos.
Capítulo 19. POV Cellia.
Enquanto Gerard dirigia para o outro hospital em que trabalhava, Ava falava com Mikey. Ele parecia ter recobrado sua consciência, mas estava com o rosto pálido e os olhos avermalhados e inchados nas pálpebras. Estava com sua cabeça deitada no ombro de Ava e ambos conversavam. Até que Mikey fechou seus olhos e dormiu.
-Ava, fica conversando com ele, se ele dormir vai ser pior para ele. – Disse Gerard, observando-os pelo retrovisor. Ela então sacudiu a cabeça de Mikey, que abriu seus olhos e a beijou.
-Meu rosto está em um tom bege... Isso não é bom para mim... – Ele disse, passando suas mãos pelo rosto de Ava, que sorriu e disse que ele iria para um hospital e que lá eles iriam cuidar dele. –Daqui a alguns meses, eu vou ter que morar no hospital, eu não passo um dia sem visitar um. – Disse, dobrando suas pernas e as colocando em cima do banco.
-Não? É sempre assim? – Perguntou Ava, arrumando os cabelos de Mikey. Ele fez “aham”com a cabeça no mesmo tom da pergunta dela e ambos ficaram fofocando entre si. Assuntos do coração, provavelmente, estavam de mãos dadas. Gerard olhou para mim e sorriu e disse que o amor é o único sentimento que está fazendo o irmão dele sobreviver mais, somente para ficar com Ava. Passei meus dedos pelo rosto de Gerard e ele os beijou e então, estacionou o carro e me beijou. Havíamos chegado. Ele então desceu do carro e abriu a porta para mim e eu desci e nós dois nos abraçamos.
-Tenho que te contar uma coisa, Gerard... – Disse a ele, que passou suas mãos por meus braços e sorriu.
-O quê? – Perguntou, passando seus dedos por meus cabelos.
-Estou com um problema de pulmão. Se não conseguirem pulmões novos para mim vou ficar com mais problemas e provavelmente vou morrer. – Gerard então se assustou e me abraçou, chorando. Não estava acreditando.
-Isso não vai acontecer, vamos dar um jeito nisso, está bem? Você não vai ficar cega, eu não quero acordar e não olhar para esses olhos da cor do pôr-do-Sol. – Disse, me abraçando mais. Até que nos soltamos e eu disse que a prioridade é Mikey. Ele então tirou Ava do carro e ela me abraçou, dizendo que ouviu o que eu falei a Gerard. Até que Mikey saiu do carro e Gerard o colocou em seu colo e Mikey olhou para mim e sorriu. Disse a ele que agora ele não estará sozinho no hospital. Entramos e Mikey foi colocado em uma maca e foi levado para a sala do médico. Entramos e vimos que era o Dr. Krammer, parecia muito bem.
Capítulo 20. POV Cellia.
-Dr. Krammer? – Perguntou Gerard, enquanto colocava Mikey na cama do médico. Ele virou e o abraçou e na seqüência abraçou a mim e a Ava ao mesmo tempo e então passou sua mão macia pelo cabelo de Mikey, que abriu seus olhos e ambos se abraçaram. O médico então mediu o pulso de Mikey e a pressão dele e disse que se não tentarmos fazer ele se acalmar quando ele sentir raiva, o coração dele não vai melhorar e é possível que ele tenha uma parada cardíaca e talvez não vá sobreviver. Ele então se sentou com Mikey na cama, que olhou para o lado, provavelmente por medo e Ava segurou a mão dele.
-Filho, não é culpa sua ter nascido com esse problema. Eu não estou dizendo isso por estar magoado com o que você fez, eu somente estou tentando lhe ajudar. Foi como eu disse para seu irmão e para as meninas: você está sendo maltratado e provocado por ter um problema, está bem? Não é por ser quem você é ou por quem as pessoas que você ama são, é por causa do seu problema. – Disse, passando sua mão pelo cabelo de Mikey, que chorava. Ava o acalmava enquanto o doutor conversava com ele. Até que Mikey se sentou na cama e sua amada se sentou ao seu lado. O doutor Jonathan disse que estava tudo bem, mas Mikey não acreditava nisso, percebia-se isso nitidamente pela forma como ele olhava para o lado.
-Não... – Disse, fazendo-nos o olhar de forma preocupada. Ava estranhou o que ele disse.
-Não o que, Mikey? – Perguntou, olhando-o de forma séria. Mikey se envergonhou e olhou para o lado e Ava olhou para Gerard séria e eu abaixei meus olhos.
-Não está tudo bem, nunca esteve. Eu... eu estou feliz, tenho uma namorada inacreditável, alguém que compreende como eu me sinto e alguém que está sempre perto para me ajudar, meu irmão está mais preocupado comigo do que antes e a Cellia está cada vez mais madura, cada vez mais capaz de se abrir ao amor, mas e eu? No que é que eu mudei? Na minha forma de falar, de agir, de ser, o que é que tem de tão interessante em mim agora, de tão legal ou até mesmo surpreendente? A morte dos meus pais foi algo bom para mim, foi algo que me fez mudar a minha forma de ser? Antes eu não chorava nem ao menos na frente deles, mas agora eu choro, agora eu grito a todo momento e passo raiva a todo momento, mas com que finalidade? Para quê isso, Gerard? – O irmão se assustou por ele ter dirigido todas aquelas perguntas a ele. Um silêncio profundo ocorreu pela sala e então Jonathan saiu e nos deixou sozinhos.
Última edição por x_Midnight.Poison_x em 6/2/2010, 12:42 am, editado 3 vezes

x_Midnight.Poison_x- Vampiro Energético

-

Número de Mensagens: 471
Idade: 17
Localização: Somewhere, Just Dancing In The Dark
Interesses: MCR, Muse, fanfics, Artes, Música, Filmes, Etc. O clássico do clássico.
Ocupação: Fotografando, desenhando, escrevendo, publicando notícias.
Humor: "It's a new dawn
It's a new day
It's a new life for me
And I'm feeling good."
Fanlisting:
Preferido:
Data de inscrição: 11/07/2008

Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Vou postar 4 capítulos como presente e espero que me desculpem por não ter postado mais nada, mas é que eu estava sem inspiração há alguns meses atrás. Hehe... Com os Point Of View da Cellia e do Gerard. Divirtam-se!!
Capítulo 19. POV Cellia.
Enquanto Gerard dirigia para o outro hospital em que trabalhava, Ava falava com Mikey. Ele parecia ter recobrado sua consciência, mas estava com o rosto pálido e os olhos avermalhados e inchados nas pálpebras. Estava com sua cabeça deitada no ombro de Ava e ambos conversavam. Até que Mikey fechou seus olhos e dormiu.
-Ava, fica conversando com ele, se ele dormir vai ser pior para ele. – Disse Gerard, observando-os pelo retrovisor. Ela então sacudiu a cabeça de Mikey, que abriu seus olhos e a beijou.
-Meu rosto está em um tom bege... Isso não é bom para mim... – Ele disse, passando suas mãos pelo rosto de Ava, que sorriu e disse que ele iria para um hospital e que lá eles iriam cuidar dele. –Daqui a alguns meses, eu vou ter que morar no hospital, eu não passo um dia sem visitar um. – Disse, dobrando suas pernas e as colocando em cima do banco.
-Não? É sempre assim? – Perguntou Ava, arrumando os cabelos de Mikey. Ele fez “aham”com a cabeça no mesmo tom da pergunta dela e ambos ficaram fofocando entre si. Assuntos do coração, provavelmente, estavam de mãos dadas. Gerard olhou para mim e sorriu e disse que o amor é o único sentimento que está fazendo o irmão dele sobreviver mais, somente para ficar com Ava. Passei meus dedos pelo rosto de Gerard e ele os beijou e então, estacionou o carro e me beijou. Havíamos chegado. Ele então desceu do carro e abriu a porta para mim e eu desci e nós dois nos abraçamos.
-Tenho que te contar uma coisa, Gerard... – Disse a ele, que passou suas mãos por meus braços e sorriu.
-O quê? – Perguntou, passando seus dedos por meus cabelos.
-Estou com um problema de córnea. Se não conseguirem uma córnea nova para mim vou ficar cega pelo resto de minha vida. – Gerard então se assustou e me abraçou, chorando. Não estava acreditando.
-Isso não vai acontecer, vamos dar um jeito nisso, está bem? Você não vai ficar cega, eu não quero parar de olhar para esses olhos da cor do pôr-do-Sol. – Disse, me abraçando mais. Até que nos soltamos e eu disse que a prioridade é Mikey. Ele então tirou Ava do carro e ela me abraçou, dizendo que ouviu o que eu falei a Gerard. Até que Mikey saiu do carro e Gerard o colocou em seu colo e Mikey olhou para mim e sorriu. Disse a ele que agora ele não estará sozinho no hospital. Entramos e Mikey foi colocado em uma maca e foi levado para a sala do médico. Entramos e vimos que era o Dr. Krammer, parecia muito bem.
Capítulo 20. POV Cellia.
-Dr. Krammer? – Perguntou Gerard, enquanto colocava Mikey na cama do médico. Ele virou e o abraçou e na seqüência abraçou a mim e a Ava ao mesmo tempo e então passou sua mão macia pelo cabelo de Mikey, que abriu seus olhos e ambos se abraçaram. O médico então mediu o pulso de Mikey e a pressão dele e disse que se não tentarmos fazer ele se acalmar quando ele sentir raiva, o coração dele não vai melhorar e é possível que ele tenha uma parada cardíaca e talvez não vá sobreviver. Ele então se sentou com Mikey na cama, que olhou para o lado, provavelmente por medo e Ava segurou a mão dele.
-Filho, não é culpa sua ter nascido com esse problema. Eu não estou dizendo isso por estar magoado com o que você fez, eu somente estou tentando lhe ajudar. Foi como eu disse para seu irmão e para as meninas: você está sendo maltratado e provocado por ter um problema, está bem? Não é por ser quem você é ou por quem as pessoas que você ama são, é por causa do seu problema. – Disse, passando sua mão pelo cabelo de Mikey, que chorava. Ava o acalmava enquanto o doutor conversava com ele. Até que Mikey se sentou na cama e sua amada se sentou ao seu lado. O doutor Jonathan disse que estava tudo bem, mas Mikey não acreditava nisso, percebia-se isso nitidamente pela forma como ele olhava para o lado.
-Não... – Disse, fazendo-nos o olhar de forma preocupada. Ava estranhou o que ele disse.
-Não o quê, Mikey? – Perguntou Gerard, sério. Ava o olhou séria também e eu abaixei meus olhos.
-Não está tudo bem, nunca esteve. Eu... eu estou feliz, tenho uma namorada inacreditável, alguém que compreende como eu me sinto e alguém que está sempre perto para me ajudar, meu irmão está mais preocupado comigo do que antes e a Cellia está cada vez mais madura, cada vez mais capaz de se abrir ao amor, mas e eu? No que é que eu mudei? Na minha forma de falar, de agir, de ser, o que é que tem de tão interessante em mim agora, de tão legal ou até mesmo surpreendente? A morte dos meus pais foi algo bom para mim, foi algo que me fez mudar a minha forma de ser? Antes eu não chorava nem ao menos na frente deles, mas agora eu choro, agora eu grito a todo momento e passo raiva a todo momento, mas com que finalidade? Para quê isso, Gerard? – O irmão se assustou por ele ter dirigido todas aquelas perguntas a ele e se desculpou por ter ficado sério há alguns minutos atrás. Um silêncio profundo ocorreu pela sala e então Jonathan saiu e nos deixou sozinhos.
Capítulo 21. POV Gerard.
Olhei para meu irmão e disse, olhando-o fixo em seus olhos inchados e vermelhos pelas lágrimas e disse que eu não sabia como explicar a ele porque isso está acontecendo com ele, o que o fez olhar para baixo envergonhado. Ava e Cellia então saíram, nos deixando sozinhos. Andei até meu irmão lentamente e me sentei na cama de hospital e o olhei, que levantou seus olhos em minha direção e os abaixou apressadamente. Não compreendi porque fez isso, apenas o observei. Estava respirando com força e seu queixo estava tremendo.
-Eu queria poder não causar tantos problemas a todos vocês... – Disse. –Eu me sinto tão culpado por tudo que aconteceu com vocês, sabendo que a maioria foi realmente minha culpa. Eu queria ser uma pessoa melhor, não queria ser essa pessoa que eu sou, mas infelizmente, a cada passo que eu dou para tentar me ajudar parece ser mais um passo para eu me ferir mais e ferir vocês... – Continuou a falar, parecia estar sentindo-se realmente culpado por tudo. Não falei nada, apenas queria ouvir o que ele tinha a dizer, que parecia ser apenas aquilo. O abracei e ele fez o mesmo até que ouvimos um barulho de tiros. Me levantei apressadamente e Mikey me olhou. Olhei-o de volta e ele novamente abaixou seu rosto. Cheguei perto dele e levantei seu rosto e ele o colocou para baixo, a força. Sentei-me perto dele, que começou a chorar.
-Que foi, Mikey? – Perguntei, passando minhas mãos pelo rosto dele.
-Eu quero ir pra casa!! – Berrou, olhando para cima enquanto chorava e pressionava seus olhos. Disse a ele que iria ver o que está acontecendo e que então o levaria para casa. Ele então, desesperadamente, abraçou-me por minha cintura e começou a chorar com a cabeça afundada em minha barriga. Levantei a cabeça dele e Mikey me olhou e disse que sentia muito e então voltou a chorar. Soltei-me dele e disse para ficar no quarto. Saí e vi Ava e pedi para ela ficar com ele no quarto e disse que ia atrás de Cellia. Fui andar e ouvimos tiros e Ava gritou e Mikey abaixou sua cabeça. Eles então disseram que seria melhor se eu ficasse com eles e então, Cellia apareceu correndo e pulou em meus braços e nós entramos no quarto.
Capítulo 22. POV Gerard.
Ficamos esperando tudo passar até que a porta de nosso quarto abre. Mikey coloca Ava atrás dele, protegendo-a e eu faço o mesmo com Cellia. Ava abraçou-o e a porta de nosso quarto estourou com o barulho de tiros. Todos nos fomos para o chão e os cacos de vidro se espalharam pelo quarto. Nós então nos juntamos a Mikey e Ava no outro lado da cama e vimos um homem com uma metralhadora. Nós quatro tentamos ficar com a respiração calma para que ele não nos ouvisse. Até que Cellia pegou uma seringa e enfiou nas costas dele com força. Ele gritou de dor e caiu e nós corremos para fora do quarto. Descemos a escada apressadamente e atravessamos o longo corredor e vimos pessoas no chão. Mikey viu o Dr. Krammer no chão, tentando se levantar o ajudou e então nós continuamos a correr até que mais um homem com metralhadora aparece na nossa frente. Ele olha para nós e ri. Cellia se irrita e se coloca na frente de Mikey e de Jonathan.
-Qual é a graça?!! – Gritou, empurrando-os para trás e devagar. O homem disse que não queria saber nada dela e disse para ficar bem quieta. Mikey então deixou Jonathan comigo e se colocou na frente de Cellia, da mesma forma que ela fez.
-Vai nos matar? – Perguntou, olhando-o, tentando manter uma expressão séria. Olhei-o e perguntei o que ele estava fazendo. Mikey sorriu e me disse para manter a calma. O homem riu e disse para Mikey se aproximar devagar. Colocou sua metralhadora na cabeça de Mikey e começou a girar em volta dele, sempre com a arma apontada para a cabeça de meu irmão. Mikey olhou para baixo enquanto o homem parecia analisar ele.
-Será que eu te mato? – Ouvi o grito de Ava na seqüência e ela correu na direção de Mikey e o puxou para perto dela, desesperada. O homem riu novamente e o homem do quarto apareceu ao lado de dois agentes da SWAT. Ele então disse que se os policiais dessem mais um passo, iria matar a todos nós e sorriu. –Eu tenho que escolher quem matar e preciso da ajuda de vocês policiais porque, se não me ajudarem, vou meter chumbo em todos eles!! – Disse, apontando a arma para Cellia, que estremeceu. Mikey se virou lentamente para o louco e eu percebi que estava chorando.
-Atira em mim. – Disse, abrindo seus braços e chorando. –Acaba logo com isso, atira em mim. – Disse, tentando não chorar mais. O homem foi atirar mas então, alguém o acertou e ele caiu no chão, morto. Percebemos que era o detetive Mark, que havia nos ajudado no dia que aqueles quatro malucos entraram na nossa casa. Ele foi até Mikey, que se ajoelhou apavorado pelo que poderia ter acontecido aconteceu e então Ava correu na direção de Mikey e o abraçou pelas costas, chorando alegremente por nada ter acontecido. Ele então a olhou e entocou seus lábios aos dela.
-Este coração, mesmo doente, ele bate... Bate apenas por você, cada batimento é apenas por você, Ava... – Disse, fazendo-a chorar de emoção e então, derrubando-o no chão acidentalmente por chorar tanto. Mikey a abraçou e Ava rolou no chão com ele rindo e chorando ao mesmo tempo.
Amanhã (ou no dia que eu tiver inspiração) irei postar os dois capítulos com o POV do Mikey e então, da Ava.
Capítulo 19. POV Cellia.
Enquanto Gerard dirigia para o outro hospital em que trabalhava, Ava falava com Mikey. Ele parecia ter recobrado sua consciência, mas estava com o rosto pálido e os olhos avermalhados e inchados nas pálpebras. Estava com sua cabeça deitada no ombro de Ava e ambos conversavam. Até que Mikey fechou seus olhos e dormiu.
-Ava, fica conversando com ele, se ele dormir vai ser pior para ele. – Disse Gerard, observando-os pelo retrovisor. Ela então sacudiu a cabeça de Mikey, que abriu seus olhos e a beijou.
-Meu rosto está em um tom bege... Isso não é bom para mim... – Ele disse, passando suas mãos pelo rosto de Ava, que sorriu e disse que ele iria para um hospital e que lá eles iriam cuidar dele. –Daqui a alguns meses, eu vou ter que morar no hospital, eu não passo um dia sem visitar um. – Disse, dobrando suas pernas e as colocando em cima do banco.
-Não? É sempre assim? – Perguntou Ava, arrumando os cabelos de Mikey. Ele fez “aham”com a cabeça no mesmo tom da pergunta dela e ambos ficaram fofocando entre si. Assuntos do coração, provavelmente, estavam de mãos dadas. Gerard olhou para mim e sorriu e disse que o amor é o único sentimento que está fazendo o irmão dele sobreviver mais, somente para ficar com Ava. Passei meus dedos pelo rosto de Gerard e ele os beijou e então, estacionou o carro e me beijou. Havíamos chegado. Ele então desceu do carro e abriu a porta para mim e eu desci e nós dois nos abraçamos.
-Tenho que te contar uma coisa, Gerard... – Disse a ele, que passou suas mãos por meus braços e sorriu.
-O quê? – Perguntou, passando seus dedos por meus cabelos.
-Estou com um problema de córnea. Se não conseguirem uma córnea nova para mim vou ficar cega pelo resto de minha vida. – Gerard então se assustou e me abraçou, chorando. Não estava acreditando.
-Isso não vai acontecer, vamos dar um jeito nisso, está bem? Você não vai ficar cega, eu não quero parar de olhar para esses olhos da cor do pôr-do-Sol. – Disse, me abraçando mais. Até que nos soltamos e eu disse que a prioridade é Mikey. Ele então tirou Ava do carro e ela me abraçou, dizendo que ouviu o que eu falei a Gerard. Até que Mikey saiu do carro e Gerard o colocou em seu colo e Mikey olhou para mim e sorriu. Disse a ele que agora ele não estará sozinho no hospital. Entramos e Mikey foi colocado em uma maca e foi levado para a sala do médico. Entramos e vimos que era o Dr. Krammer, parecia muito bem.
Capítulo 20. POV Cellia.
-Dr. Krammer? – Perguntou Gerard, enquanto colocava Mikey na cama do médico. Ele virou e o abraçou e na seqüência abraçou a mim e a Ava ao mesmo tempo e então passou sua mão macia pelo cabelo de Mikey, que abriu seus olhos e ambos se abraçaram. O médico então mediu o pulso de Mikey e a pressão dele e disse que se não tentarmos fazer ele se acalmar quando ele sentir raiva, o coração dele não vai melhorar e é possível que ele tenha uma parada cardíaca e talvez não vá sobreviver. Ele então se sentou com Mikey na cama, que olhou para o lado, provavelmente por medo e Ava segurou a mão dele.
-Filho, não é culpa sua ter nascido com esse problema. Eu não estou dizendo isso por estar magoado com o que você fez, eu somente estou tentando lhe ajudar. Foi como eu disse para seu irmão e para as meninas: você está sendo maltratado e provocado por ter um problema, está bem? Não é por ser quem você é ou por quem as pessoas que você ama são, é por causa do seu problema. – Disse, passando sua mão pelo cabelo de Mikey, que chorava. Ava o acalmava enquanto o doutor conversava com ele. Até que Mikey se sentou na cama e sua amada se sentou ao seu lado. O doutor Jonathan disse que estava tudo bem, mas Mikey não acreditava nisso, percebia-se isso nitidamente pela forma como ele olhava para o lado.
-Não... – Disse, fazendo-nos o olhar de forma preocupada. Ava estranhou o que ele disse.
-Não o quê, Mikey? – Perguntou Gerard, sério. Ava o olhou séria também e eu abaixei meus olhos.
-Não está tudo bem, nunca esteve. Eu... eu estou feliz, tenho uma namorada inacreditável, alguém que compreende como eu me sinto e alguém que está sempre perto para me ajudar, meu irmão está mais preocupado comigo do que antes e a Cellia está cada vez mais madura, cada vez mais capaz de se abrir ao amor, mas e eu? No que é que eu mudei? Na minha forma de falar, de agir, de ser, o que é que tem de tão interessante em mim agora, de tão legal ou até mesmo surpreendente? A morte dos meus pais foi algo bom para mim, foi algo que me fez mudar a minha forma de ser? Antes eu não chorava nem ao menos na frente deles, mas agora eu choro, agora eu grito a todo momento e passo raiva a todo momento, mas com que finalidade? Para quê isso, Gerard? – O irmão se assustou por ele ter dirigido todas aquelas perguntas a ele e se desculpou por ter ficado sério há alguns minutos atrás. Um silêncio profundo ocorreu pela sala e então Jonathan saiu e nos deixou sozinhos.
Capítulo 21. POV Gerard.
Olhei para meu irmão e disse, olhando-o fixo em seus olhos inchados e vermelhos pelas lágrimas e disse que eu não sabia como explicar a ele porque isso está acontecendo com ele, o que o fez olhar para baixo envergonhado. Ava e Cellia então saíram, nos deixando sozinhos. Andei até meu irmão lentamente e me sentei na cama de hospital e o olhei, que levantou seus olhos em minha direção e os abaixou apressadamente. Não compreendi porque fez isso, apenas o observei. Estava respirando com força e seu queixo estava tremendo.
-Eu queria poder não causar tantos problemas a todos vocês... – Disse. –Eu me sinto tão culpado por tudo que aconteceu com vocês, sabendo que a maioria foi realmente minha culpa. Eu queria ser uma pessoa melhor, não queria ser essa pessoa que eu sou, mas infelizmente, a cada passo que eu dou para tentar me ajudar parece ser mais um passo para eu me ferir mais e ferir vocês... – Continuou a falar, parecia estar sentindo-se realmente culpado por tudo. Não falei nada, apenas queria ouvir o que ele tinha a dizer, que parecia ser apenas aquilo. O abracei e ele fez o mesmo até que ouvimos um barulho de tiros. Me levantei apressadamente e Mikey me olhou. Olhei-o de volta e ele novamente abaixou seu rosto. Cheguei perto dele e levantei seu rosto e ele o colocou para baixo, a força. Sentei-me perto dele, que começou a chorar.
-Que foi, Mikey? – Perguntei, passando minhas mãos pelo rosto dele.
-Eu quero ir pra casa!! – Berrou, olhando para cima enquanto chorava e pressionava seus olhos. Disse a ele que iria ver o que está acontecendo e que então o levaria para casa. Ele então, desesperadamente, abraçou-me por minha cintura e começou a chorar com a cabeça afundada em minha barriga. Levantei a cabeça dele e Mikey me olhou e disse que sentia muito e então voltou a chorar. Soltei-me dele e disse para ficar no quarto. Saí e vi Ava e pedi para ela ficar com ele no quarto e disse que ia atrás de Cellia. Fui andar e ouvimos tiros e Ava gritou e Mikey abaixou sua cabeça. Eles então disseram que seria melhor se eu ficasse com eles e então, Cellia apareceu correndo e pulou em meus braços e nós entramos no quarto.
Capítulo 22. POV Gerard.
Ficamos esperando tudo passar até que a porta de nosso quarto abre. Mikey coloca Ava atrás dele, protegendo-a e eu faço o mesmo com Cellia. Ava abraçou-o e a porta de nosso quarto estourou com o barulho de tiros. Todos nos fomos para o chão e os cacos de vidro se espalharam pelo quarto. Nós então nos juntamos a Mikey e Ava no outro lado da cama e vimos um homem com uma metralhadora. Nós quatro tentamos ficar com a respiração calma para que ele não nos ouvisse. Até que Cellia pegou uma seringa e enfiou nas costas dele com força. Ele gritou de dor e caiu e nós corremos para fora do quarto. Descemos a escada apressadamente e atravessamos o longo corredor e vimos pessoas no chão. Mikey viu o Dr. Krammer no chão, tentando se levantar o ajudou e então nós continuamos a correr até que mais um homem com metralhadora aparece na nossa frente. Ele olha para nós e ri. Cellia se irrita e se coloca na frente de Mikey e de Jonathan.
-Qual é a graça?!! – Gritou, empurrando-os para trás e devagar. O homem disse que não queria saber nada dela e disse para ficar bem quieta. Mikey então deixou Jonathan comigo e se colocou na frente de Cellia, da mesma forma que ela fez.
-Vai nos matar? – Perguntou, olhando-o, tentando manter uma expressão séria. Olhei-o e perguntei o que ele estava fazendo. Mikey sorriu e me disse para manter a calma. O homem riu e disse para Mikey se aproximar devagar. Colocou sua metralhadora na cabeça de Mikey e começou a girar em volta dele, sempre com a arma apontada para a cabeça de meu irmão. Mikey olhou para baixo enquanto o homem parecia analisar ele.
-Será que eu te mato? – Ouvi o grito de Ava na seqüência e ela correu na direção de Mikey e o puxou para perto dela, desesperada. O homem riu novamente e o homem do quarto apareceu ao lado de dois agentes da SWAT. Ele então disse que se os policiais dessem mais um passo, iria matar a todos nós e sorriu. –Eu tenho que escolher quem matar e preciso da ajuda de vocês policiais porque, se não me ajudarem, vou meter chumbo em todos eles!! – Disse, apontando a arma para Cellia, que estremeceu. Mikey se virou lentamente para o louco e eu percebi que estava chorando.
-Atira em mim. – Disse, abrindo seus braços e chorando. –Acaba logo com isso, atira em mim. – Disse, tentando não chorar mais. O homem foi atirar mas então, alguém o acertou e ele caiu no chão, morto. Percebemos que era o detetive Mark, que havia nos ajudado no dia que aqueles quatro malucos entraram na nossa casa. Ele foi até Mikey, que se ajoelhou apavorado pelo que poderia ter acontecido aconteceu e então Ava correu na direção de Mikey e o abraçou pelas costas, chorando alegremente por nada ter acontecido. Ele então a olhou e entocou seus lábios aos dela.
-Este coração, mesmo doente, ele bate... Bate apenas por você, cada batimento é apenas por você, Ava... – Disse, fazendo-a chorar de emoção e então, derrubando-o no chão acidentalmente por chorar tanto. Mikey a abraçou e Ava rolou no chão com ele rindo e chorando ao mesmo tempo.
Amanhã (ou no dia que eu tiver inspiração) irei postar os dois capítulos com o POV do Mikey e então, da Ava.

Última edição por x_Midnight.Poison_x em 9/2/2010, 2:28 pm, editado 2 vezes

x_Midnight.Poison_x- Vampiro Energético

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Idade: 17
Localização: Somewhere, Just Dancing In The Dark
Interesses: MCR, Muse, fanfics, Artes, Música, Filmes, Etc. O clássico do clássico.
Ocupação: Fotografando, desenhando, escrevendo, publicando notícias.
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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Aqui estão os dois capítulos com o POV do Mikey. Espero que gostem!!
Capítulo 23. POV Mikey.
Ava e eu nos sentamos e eu passei minhas mãos por seu rosto lindo. Ela então me beijou e o detetive Mark veio até nós e nos ajudou a levantar. Limpei meu moletom e meu short atrás e então o detetive disse para irmos embora porque logo a situação se resolveria. Enquanto andávamos, Cellia parecia triste e meu irmão notou isso e colocou sua mão no ombro dela.
-Que foi, meu amor? – Perguntou, sorrindo. Ela o olhou e disse para me pedir desculpas pela forma como ele falou comigo na sala do médico. Ele então andou até mim e pediu para falar comigo. Ava e Cellia então andaram mais um pouco e pararam e começaram a conversar entre si. –Você provavelmente deve ter ouvido o que a Cellia me pediu para fazer, não? – Respondi que sim, olhando para meus tênis. –Olha, Mikey, ela tem razão, eu fui muito rude com você lá na sala e eu queria muito ter te pedido desculpas naquela hora, mas eu fiquei com raiva e não tive coragem, me desculpe... Você é meu irmão, precisa de minha ajuda e eu fiquei com raiva de você, me perdoa... – Disse, envergonhado. Eu o falei que estava tudo bem e que a culpa também é minha por estar sempre chorando e sempre causando problemas. Ele então me abraçou apertado e me colocou no ar, sentia que meus pés estavam a 30 centimetros do chão. Olhamos para Cellia e Ava e ambas sorriam.
“Venha, deixe a verdade ser compartilhada
Ninguém nunca se atreveu
E para destruir essas mentiras inacabáveis
Secretamente ela chora”
Cellia correu em nossa direção e Gerard se soltou de mim e ela pulou em nós dois e Ava veio na seqüência e fez o mesmo. Nos abraçamos e então, fomos embora do hospital até que Cellia para de andar novamente.
-Gente... – Disse, com uma voz de pânico. Todos nós a olhamos preocupados e ela arregalou os olhos e olhou para baixo. Gerard se aproximou dela lentamente.
-Amor, o que foi? – Cellia o olhou arregalada e assustada e depois fez o mesmo conosco. Ela riu depois. –Você está possuída ou algo assim? – Perguntou Gerard, andando para trás.
-Nós temos de ir ao cinema!!! – Berrou, rindo e pulando nos braços de meu irmão na seqüência. Rimos juntos e fomos ao cinema ver o tal filme e algo me dizia que iríamos nos divertir muito no cinema. Enquanto íamos para o carro, Ava passava suas mãos macias em minhas costas e acariciava meu cabelo enquanto eu conversava com ela.
Capítulo 24. POV Mikey.
Quando entramos no carro, Ava e eu nos encolhemos em um abraço gentil e Gerard e Cellia foram na frente, sussurrando entre si. Eles riam baixo enquanto entrelaçavam seus dedos gentilmente e sorriam entre si. Olhei para suas mãos, entrelaçadas sobre o apoio do banco e comecei a sentir uma dor dentro de meu peito, como se meu coração estivesse chorando sangue. Olhei para o lado disfarçado quando meu irmão viu meu rosto pelo retrovisor e deitei minha cabeça na porta do carro. Eu estava sentindo dor para respirar, mas não queria ter de retornar ao hospital, não agora que estávamos finalmente indo nos divertir. Ava então colocou sua mão em cima da minha e meu coração fraco parou de doer, mas eu ainda não respirava bem. Gerard olhou-me novamente pelo retrovisor e quando o carro parou no sinal vermelho, ele virou para trás rapidamente.
-Mikey... – Chamou-me, mas eu não respondi, distraído. O sinal iria demorar para abrir e Cellia observava a multidão enquanto procurava alguma música no rádio. Ela balançava a cabeça, curtindo a melodia e depois mudava de rádio. –Mikey?? – Gerard me chamou novamente, em um tom de voz mais alto, assustando-me e cutucou meu joelho. Eu os olhei e percebi três pares de olhos azuis, verdes e cor mel me encarando. Olhei para cada um deles e depois, abaixei minha cabeça, tentando sentir minha respiração. Eu já não passava mal. Ava colocou sua mão em meu peito e eu disse que já passou. Ela então deitou sua cabeça em meu ombro e começou a chorar e isso me fez chorar também.
-É tudo minha culpa... – Disse, colocando minha cabeça em minhas mãos que se apoiavam em meus joelhos. Minhas mãos então escorregaram e eu fiquei chorando com minha cabeça quase “socada” no meio de minhas pernas enquanto Ava tentava me acalmar.
-Mikey, meu amor, para de chorar, nada disso é sua culpa, todos nós estamos nos sentindo assim. – Dizia, enquanto ela passava suas mãos por meus cabelos. Gerard então parou o carro e pediu para Ava dirigir e ele veio até o banco de trás e se sentou ao meu lado.
-Me escuta, Mikey, olha para mim... – Olhei-o enquanto ele passava suas mãos por minhas costas. A palma de sua mão fazia movimentos circulatórios nelas e ele então começou sua fala e eu o observava. – Mikey, você não devia ficar se sentindo assim, nós estamos tão preocupados quanto você porque nunca sabemos o que pode acontecer. – Eu o olhei e senti meus olhos marejarem. –Quer que eu te leve para casa para você se acalmar? – Perguntou, enxugando minhas lágrimas com sua mão, coberta em seu moletom. Disse que não e que queria ficar com eles, o que o fez sorrir e então Ava retornou para o banco de trás e me beijou na bochecha e me abraçou e nos “jogou” no banco do carro. Rimos e nos beijamos novamente e então, meu irmão dirigiu para o cinema.
Logo, logo, teremos mais. Obrigada a todas que leram, significa muito para mim.
Capítulo 23. POV Mikey.
Ava e eu nos sentamos e eu passei minhas mãos por seu rosto lindo. Ela então me beijou e o detetive Mark veio até nós e nos ajudou a levantar. Limpei meu moletom e meu short atrás e então o detetive disse para irmos embora porque logo a situação se resolveria. Enquanto andávamos, Cellia parecia triste e meu irmão notou isso e colocou sua mão no ombro dela.
-Que foi, meu amor? – Perguntou, sorrindo. Ela o olhou e disse para me pedir desculpas pela forma como ele falou comigo na sala do médico. Ele então andou até mim e pediu para falar comigo. Ava e Cellia então andaram mais um pouco e pararam e começaram a conversar entre si. –Você provavelmente deve ter ouvido o que a Cellia me pediu para fazer, não? – Respondi que sim, olhando para meus tênis. –Olha, Mikey, ela tem razão, eu fui muito rude com você lá na sala e eu queria muito ter te pedido desculpas naquela hora, mas eu fiquei com raiva e não tive coragem, me desculpe... Você é meu irmão, precisa de minha ajuda e eu fiquei com raiva de você, me perdoa... – Disse, envergonhado. Eu o falei que estava tudo bem e que a culpa também é minha por estar sempre chorando e sempre causando problemas. Ele então me abraçou apertado e me colocou no ar, sentia que meus pés estavam a 30 centimetros do chão. Olhamos para Cellia e Ava e ambas sorriam.
“Venha, deixe a verdade ser compartilhada
Ninguém nunca se atreveu
E para destruir essas mentiras inacabáveis
Secretamente ela chora”
Cellia correu em nossa direção e Gerard se soltou de mim e ela pulou em nós dois e Ava veio na seqüência e fez o mesmo. Nos abraçamos e então, fomos embora do hospital até que Cellia para de andar novamente.
-Gente... – Disse, com uma voz de pânico. Todos nós a olhamos preocupados e ela arregalou os olhos e olhou para baixo. Gerard se aproximou dela lentamente.
-Amor, o que foi? – Cellia o olhou arregalada e assustada e depois fez o mesmo conosco. Ela riu depois. –Você está possuída ou algo assim? – Perguntou Gerard, andando para trás.
-Nós temos de ir ao cinema!!! – Berrou, rindo e pulando nos braços de meu irmão na seqüência. Rimos juntos e fomos ao cinema ver o tal filme e algo me dizia que iríamos nos divertir muito no cinema. Enquanto íamos para o carro, Ava passava suas mãos macias em minhas costas e acariciava meu cabelo enquanto eu conversava com ela.
Capítulo 24. POV Mikey.
Quando entramos no carro, Ava e eu nos encolhemos em um abraço gentil e Gerard e Cellia foram na frente, sussurrando entre si. Eles riam baixo enquanto entrelaçavam seus dedos gentilmente e sorriam entre si. Olhei para suas mãos, entrelaçadas sobre o apoio do banco e comecei a sentir uma dor dentro de meu peito, como se meu coração estivesse chorando sangue. Olhei para o lado disfarçado quando meu irmão viu meu rosto pelo retrovisor e deitei minha cabeça na porta do carro. Eu estava sentindo dor para respirar, mas não queria ter de retornar ao hospital, não agora que estávamos finalmente indo nos divertir. Ava então colocou sua mão em cima da minha e meu coração fraco parou de doer, mas eu ainda não respirava bem. Gerard olhou-me novamente pelo retrovisor e quando o carro parou no sinal vermelho, ele virou para trás rapidamente.
-Mikey... – Chamou-me, mas eu não respondi, distraído. O sinal iria demorar para abrir e Cellia observava a multidão enquanto procurava alguma música no rádio. Ela balançava a cabeça, curtindo a melodia e depois mudava de rádio. –Mikey?? – Gerard me chamou novamente, em um tom de voz mais alto, assustando-me e cutucou meu joelho. Eu os olhei e percebi três pares de olhos azuis, verdes e cor mel me encarando. Olhei para cada um deles e depois, abaixei minha cabeça, tentando sentir minha respiração. Eu já não passava mal. Ava colocou sua mão em meu peito e eu disse que já passou. Ela então deitou sua cabeça em meu ombro e começou a chorar e isso me fez chorar também.
-É tudo minha culpa... – Disse, colocando minha cabeça em minhas mãos que se apoiavam em meus joelhos. Minhas mãos então escorregaram e eu fiquei chorando com minha cabeça quase “socada” no meio de minhas pernas enquanto Ava tentava me acalmar.
-Mikey, meu amor, para de chorar, nada disso é sua culpa, todos nós estamos nos sentindo assim. – Dizia, enquanto ela passava suas mãos por meus cabelos. Gerard então parou o carro e pediu para Ava dirigir e ele veio até o banco de trás e se sentou ao meu lado.
-Me escuta, Mikey, olha para mim... – Olhei-o enquanto ele passava suas mãos por minhas costas. A palma de sua mão fazia movimentos circulatórios nelas e ele então começou sua fala e eu o observava. – Mikey, você não devia ficar se sentindo assim, nós estamos tão preocupados quanto você porque nunca sabemos o que pode acontecer. – Eu o olhei e senti meus olhos marejarem. –Quer que eu te leve para casa para você se acalmar? – Perguntou, enxugando minhas lágrimas com sua mão, coberta em seu moletom. Disse que não e que queria ficar com eles, o que o fez sorrir e então Ava retornou para o banco de trás e me beijou na bochecha e me abraçou e nos “jogou” no banco do carro. Rimos e nos beijamos novamente e então, meu irmão dirigiu para o cinema.
Logo, logo, teremos mais. Obrigada a todas que leram, significa muito para mim.

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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
aaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh há quantos séculos eu não venho aqui????????????
AH! Tá cada vez melhor!!!!!!!!!!!!!!!!! Já disse que deverias escrever um livro??? Já né? ahsuhsauhusha
e é sério...eu quase choro com os momentinhos fofos do Gerard e do Mikey!!!!!!!!!!!!!!! Eu imagino as cenas, é como um filme na minha minha cabeça!!!!!!!!!!!!!!!!! Então fica muito fofo!!!!!!!!!!!!!!!!!! *__*
Quero mais hein!
Que lindo...me segue Midnight! Adoro você!
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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Devem fazer séculos desde que eu parei de escrever ela, então.
Hehehehe. Escreve um livro pra fazer mais sucesso que 'Crepúsculo' e afins.
Hehe, irmãos são assim. Eu também meio que imagino as cenas antes de escrever.
Vou ver se eu consigo digitar hoje ou amanhã e posto.
Hehehehe. Escreve um livro pra fazer mais sucesso que 'Crepúsculo' e afins.
Hehe, irmãos são assim. Eu também meio que imagino as cenas antes de escrever.
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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Mal posso esperar! *_*
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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Capítulos 25 e 26 com o POV da Ava. Demorou um pouco para escrever eles, mas, graças a Deus, eu consegui. Espero que todos gostem desses dois. 
Capítulo 25. POV Ava.
Chegamos ao shopping e fomos para o cinema andando e rindo. Mikey segurava minha mão e conversava comigo enquanto Gerard e Cellia observavam os produtos das vitrines de cada loja que nós passavamos por. Chegamos a porta do cinema e entregamos nossas entradas e entramos. Nos sentamos em uma das fileiras do canto e Mikey segurou minha mão e a beijou. As luzes então se apagaram e várias pessoas começaram a gritar e a rir. Nos divertimos também e então os trailers começaram a passar. Colocamos nossos pés apoiados nas cadeiras da frente e depois de 3 trailers, o filme começa. Entre caretas e sustos, risos e lágrimas de pânico, nós quatro nos divertíamos. Eu agarrava a perna de Mikey apertado toda vez que alguma cena de muito medo aparecia na tela. Ele se assustou várias vezes por causa disso, mas sempre estava rindo e se divertindo. Quando o filme finalmente acaba, saímos do cinema e fomos a uma lanchonete. Compramos nossos lanches, entramos e nos sentamos em uma mesa do canto e começamos a rir e a conversar. Nos divertíamos com as bobagens que falávamos. Distraímo-nos em risos até que distraídos olhamos para os cartazes dos outros filmes e uma mulher passou e sorriu para Mikey, que sorriu de volta e se levantou e Gerard acenou para a moça, que abraçou Mikey apertado e ele olhou para mim e me chamou. Fui conhecê-la, mas algo me dizia que já a tinha visto antes.
-Ava, essa aqui é a Sarah Lewitinn, uma de minhas melhores amigas, desde pequenos nos conhecemos. E Sarah, essa é Ava, minha namorada. – Sarah abraçou-me apertado e disse que era uma honra me conhecer. Eu então me lembrei de quem ela era: trabalhamos como editoras de uma revista de música de Londres. Disse a ela sobre isso e ela me abraçou de novo e disse que era ótimo me ver. Nós duas então abraçamos Mikey ao mesmo tempo e ele contou que eu e ele estudamos na mesma escola e formamos juntos. Ela riu e a convidamos para se sentar com nós e tomar um lanche e ela veio, rindo comigo e com Mikey sobre as palhaçadas que nós três fazíamos quando mais jovens, mesmo separados um do outro. Gerard a abraçou e ela abraçou Cellia na seqüência. Todos nos conhecemos e isso é bom. Mikey contou como nós dois nos conhecemos e Sarah disse que sentia muito pelo meu tio. Não que Mikey tivesse contado, mas ela sabia quem meu tio era. Eu sorri e agradeci por sua preocupação e ele sorriu para mim. Ficamos conversando durante horas. Até que Mikey pede para falar a sós comigo. Colocou-me em seu colo e as três fantásticas pessoas que sobraram na mesa aplaudiram e assobiaram, fazendo todos os presentes no shopping nos observarem e aplaudirem também. Mikey me tirou de seu colo e nos beijamos algumas vezes.
-O que você quer me falar? – Perguntei, arrumando seus cabelos para trás levemente e refazendo seu pequenino “topete”. Ele sorriu e arrumou meu cabelo também e fez uma expressão de mistério e de brincadeira. –Mikey, desembucha! O que foi? – Perguntei, rindo comigo mesma destes gentis olhos que me fitam. Ele olhou para o lado e fez uma expressão envergonhada e falou, meio trêmulo em sua voz e em seu corpo, percebi a leve tremedeira de seus braços.
-Quer jantar comigo essa noite? De preferência na sua casa, se não tiver problema... – Disse, sorridente e lindo. Disse que adoraria jantar com ele e perguntei o porque de irmos na minha casa e Mikey olhou para Gerard e Cellia e novamente para mim. – É que meu irmão e a Cellia vão querer participar e eu quero muito que seja uma coisa só nossa, sabe? – Sorri e concordei com a idéia. Ele me disse então que era para eu ir para lá as oito horas. Achei estranho ele me pedir para ir a minha própria casa em um determinado horário, mas queria me divertir ao lado dele. Concordei e então Gerard apareceu e disse que queria falar comigo e Sarah apareceu e ela e Mikey começaram a conversar.
Capítulo 26. POV Ava.
Andei até Gerard e ele me entregou um pager. Ele então olhou para Mikey e Sarah rindo entre si e novamente me olhou.
-Meu irmão foi transmitido para o 1º grupo, então isso significa que ele está na lista de espera para receber um coração. Quando algum doador aparecer, uma luzinha verde começará a apitar e ele deverá vir para o hospital o mais rápido possível. – Disse, olhando-me e sorrindo. Disse a ele que isso era algo fantástico e Gerard ficou um pouco sério. –Meu irmão tem um tipo sanguíneo raro então a chance de aparecer um coração que o corpo dele irá aceitar diminui as chances do transplante para 3, quase 5%. Mas devemos ter fé. – Disse, dando-me o pager e me pedindo para entregar a ele. Gerard me abraçou e foi ao encontro de Cellia. Retornei a Mikey e Sarah, que o abraçou e depois fez o mesmo comigo e se despediu de mim e disse que iria embora. Abracei-a e disse que estava muito feliz por ter visto ela, que sorri e sai andando pelo shopping. Entrego a Mikey o pager e ele lacrimeja um pouco, mas sorri alegremente e me abraça apertado e gentilmente.
“Ela queima como o Sol
E eu não posso olhar para o outro lado
Ela queimará nossos horizontes
Não comete nenhum erro”
Soltamo-nos e eu pergunto se ele quer dar uma volta no shopping. Sua resposta é positiva e avisamos seu irmão e Cellia e vamos na seqüência. Enquanto andávamos, Mikey sorria gentilmente enquanto segurava minha mão e brincava com meus dedos. As pessoas que passavam perto de nós sorriam enquanto conversávamos e olhávamos as vitrines. Nós então retornamos para a lanchonete e Gerard e Cellia nos chamaram para ir embora. Sorrimos e fomos com eles. Enquanto saíamos do shopping, conversávamos sobre várias coisas e ríamos de nós mesmos pelo que falávamos. Entramos no carro e então, Gerard ligou-o e fizemos nosso retorno ao “nosso” lar.
Amanhã teremos mais dois capítulos com o POV da Cellia.
Capítulo 25. POV Ava.
Chegamos ao shopping e fomos para o cinema andando e rindo. Mikey segurava minha mão e conversava comigo enquanto Gerard e Cellia observavam os produtos das vitrines de cada loja que nós passavamos por. Chegamos a porta do cinema e entregamos nossas entradas e entramos. Nos sentamos em uma das fileiras do canto e Mikey segurou minha mão e a beijou. As luzes então se apagaram e várias pessoas começaram a gritar e a rir. Nos divertimos também e então os trailers começaram a passar. Colocamos nossos pés apoiados nas cadeiras da frente e depois de 3 trailers, o filme começa. Entre caretas e sustos, risos e lágrimas de pânico, nós quatro nos divertíamos. Eu agarrava a perna de Mikey apertado toda vez que alguma cena de muito medo aparecia na tela. Ele se assustou várias vezes por causa disso, mas sempre estava rindo e se divertindo. Quando o filme finalmente acaba, saímos do cinema e fomos a uma lanchonete. Compramos nossos lanches, entramos e nos sentamos em uma mesa do canto e começamos a rir e a conversar. Nos divertíamos com as bobagens que falávamos. Distraímo-nos em risos até que distraídos olhamos para os cartazes dos outros filmes e uma mulher passou e sorriu para Mikey, que sorriu de volta e se levantou e Gerard acenou para a moça, que abraçou Mikey apertado e ele olhou para mim e me chamou. Fui conhecê-la, mas algo me dizia que já a tinha visto antes.
-Ava, essa aqui é a Sarah Lewitinn, uma de minhas melhores amigas, desde pequenos nos conhecemos. E Sarah, essa é Ava, minha namorada. – Sarah abraçou-me apertado e disse que era uma honra me conhecer. Eu então me lembrei de quem ela era: trabalhamos como editoras de uma revista de música de Londres. Disse a ela sobre isso e ela me abraçou de novo e disse que era ótimo me ver. Nós duas então abraçamos Mikey ao mesmo tempo e ele contou que eu e ele estudamos na mesma escola e formamos juntos. Ela riu e a convidamos para se sentar com nós e tomar um lanche e ela veio, rindo comigo e com Mikey sobre as palhaçadas que nós três fazíamos quando mais jovens, mesmo separados um do outro. Gerard a abraçou e ela abraçou Cellia na seqüência. Todos nos conhecemos e isso é bom. Mikey contou como nós dois nos conhecemos e Sarah disse que sentia muito pelo meu tio. Não que Mikey tivesse contado, mas ela sabia quem meu tio era. Eu sorri e agradeci por sua preocupação e ele sorriu para mim. Ficamos conversando durante horas. Até que Mikey pede para falar a sós comigo. Colocou-me em seu colo e as três fantásticas pessoas que sobraram na mesa aplaudiram e assobiaram, fazendo todos os presentes no shopping nos observarem e aplaudirem também. Mikey me tirou de seu colo e nos beijamos algumas vezes.
-O que você quer me falar? – Perguntei, arrumando seus cabelos para trás levemente e refazendo seu pequenino “topete”. Ele sorriu e arrumou meu cabelo também e fez uma expressão de mistério e de brincadeira. –Mikey, desembucha! O que foi? – Perguntei, rindo comigo mesma destes gentis olhos que me fitam. Ele olhou para o lado e fez uma expressão envergonhada e falou, meio trêmulo em sua voz e em seu corpo, percebi a leve tremedeira de seus braços.
-Quer jantar comigo essa noite? De preferência na sua casa, se não tiver problema... – Disse, sorridente e lindo. Disse que adoraria jantar com ele e perguntei o porque de irmos na minha casa e Mikey olhou para Gerard e Cellia e novamente para mim. – É que meu irmão e a Cellia vão querer participar e eu quero muito que seja uma coisa só nossa, sabe? – Sorri e concordei com a idéia. Ele me disse então que era para eu ir para lá as oito horas. Achei estranho ele me pedir para ir a minha própria casa em um determinado horário, mas queria me divertir ao lado dele. Concordei e então Gerard apareceu e disse que queria falar comigo e Sarah apareceu e ela e Mikey começaram a conversar.
Capítulo 26. POV Ava.
Andei até Gerard e ele me entregou um pager. Ele então olhou para Mikey e Sarah rindo entre si e novamente me olhou.
-Meu irmão foi transmitido para o 1º grupo, então isso significa que ele está na lista de espera para receber um coração. Quando algum doador aparecer, uma luzinha verde começará a apitar e ele deverá vir para o hospital o mais rápido possível. – Disse, olhando-me e sorrindo. Disse a ele que isso era algo fantástico e Gerard ficou um pouco sério. –Meu irmão tem um tipo sanguíneo raro então a chance de aparecer um coração que o corpo dele irá aceitar diminui as chances do transplante para 3, quase 5%. Mas devemos ter fé. – Disse, dando-me o pager e me pedindo para entregar a ele. Gerard me abraçou e foi ao encontro de Cellia. Retornei a Mikey e Sarah, que o abraçou e depois fez o mesmo comigo e se despediu de mim e disse que iria embora. Abracei-a e disse que estava muito feliz por ter visto ela, que sorri e sai andando pelo shopping. Entrego a Mikey o pager e ele lacrimeja um pouco, mas sorri alegremente e me abraça apertado e gentilmente.
“Ela queima como o Sol
E eu não posso olhar para o outro lado
Ela queimará nossos horizontes
Não comete nenhum erro”
Soltamo-nos e eu pergunto se ele quer dar uma volta no shopping. Sua resposta é positiva e avisamos seu irmão e Cellia e vamos na seqüência. Enquanto andávamos, Mikey sorria gentilmente enquanto segurava minha mão e brincava com meus dedos. As pessoas que passavam perto de nós sorriam enquanto conversávamos e olhávamos as vitrines. Nós então retornamos para a lanchonete e Gerard e Cellia nos chamaram para ir embora. Sorrimos e fomos com eles. Enquanto saíamos do shopping, conversávamos sobre várias coisas e ríamos de nós mesmos pelo que falávamos. Entramos no carro e então, Gerard ligou-o e fizemos nosso retorno ao “nosso” lar.
Amanhã teremos mais dois capítulos com o POV da Cellia.

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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Cá estão os dois capítulos com o POV da Cellia. E eu cheguei a uma conclusão triste para mim, já que essa fic é uma de minhas favoritas e está sendo ótima para escrever: ela está chegando ao final.
Eu sei que são poucas as pessoas que leram essa fic, mas eu gostaria de agradecer a todos os que leram por terem sido tão pacientes e por terem esperado por mim para postar. Significou o mundo para mim.
Capítulo 27. POV Cellia.
Durante nosso retorno, Mikey dormiu no ombro de Ava, sorridente. Ela passava suas mãos no cabelo dele e ele abria os olhos e os dois se beijavam e então ele deitava sua cabeça no ombro dela novamente e abaixava seus olhos, quase fechando-os. Até que chegamos e Gerard estaciona o carro e Mikey e Ava se beijam novamente e se abraçam. Ela estava com sua testa no ombro de Mikey e ele estava de olhos fechados, abraçado fortemente nela. Eles então se beijam e descem do carro, sorrindo para nós. Na calçada, começam a falar e se beijam entre uma fala e outra. Pareciam estar mais felizes do que nunca, agora que Mikey tem uma chance de ganhar um coração. Estavam abraçados gentilmente e se olhando. Mikey então a colocou no ar e ela o beijou mais, passando suas mãos pelo cabelo de Mikey, que segurava-a em seus braços. Olho para Gerard e ele sorri e diz que está feliz que Mikey está mais alegre. Digo o mesmo e também saímos do carro e vamos até eles, que nos abraçam e entramos em casa conversando. Quando entramos, Gerard resolve pedir uma pizza e disca o número e pede duas pizzas. Enquanto esperávamos, conversávamos e ríamos de forma animada. Mikey não forçava muito, mas estava vermelho, assim como o resto de nós e eu fazia o mesmo que ele, por causa de meus pulmões fracos. Até que Gerard falou uma idéia estranha.
-Por que não vamos nadar? Eu sei que está de noite, mas a piscina daqui é aquecida. Vamos nadar, faz tempo que não fazemos isso. – Levantou-se e foi pra varanda.
-E a Ava tem que ir na piscina. – Mikey falou, levantando-se com ela. Saímos e vimos a água cristalina e tirei meus tênis e coloquei meu pé na água e a temperatura estava perfeita. Tirei minha jaqueta e pulei e meus três melhores amigos fizeram o mesmo. Gerard e eu nos abraçamos e ficamos observando Mikey e Ava conversarem. O short preto de Mikey, que tinha listras verticais brancas nas laterais estava um pouco levantado por causa da água, então eu podia ver suas belas pernas quase brancas como neve facilmente (Droga, Gerard me viu olhando). O vestido de Ava não levantou tanto e Mikey o segurava enquanto os dois se beijavam e conversavam. Até que eles nos olham e sorriem. Nadamos para perto deles e Gerard abraçou Mikey, colocando-o para fora da piscina até metade de suas coxas, segurando-o por sua cintura. Mikey, apoiando suas mãos no ombro de Gerard, sorriu para ele e perguntou o que aconteceu. Gerard disse que não era nada e o soltou e saiu da piscina. Mikey estranhou um pouco a reação do irmão, mas voltou para perto de Ava, que o abraçou. Olhei-os e disse que iria falar com Gerard e deixei o jovem casal a sós. Mikey cutucou meu ombro e me pediu para dizer a Gerard que sente muito e virou seu rosto para o lado, deitando sua cabeça no ombro de sua amada. Saí da piscina e vi Gerard sentado, fumando.
Capítulo 28. POV Cellia.
Cheguei perto dele e me sentei ao seu lado. Ele então apagou o cigarro, tomou um copo de água para retirar o cheiro de sua boca e me beijou e perguntou se seu irmão havia ficado mal pela reação dele.
-Ele apenas me pediu para lhe dizer que ele sente muito... – Gerard me olhou e perguntou pelo quê. Respondi que achava que era pelo que houve com a gente nos últimos meses e Gerard também pensou nisso e nós o observamos com Ava, rindo e conversando na piscina e eles nos olharam e resolveram sair da piscina. Gerard então se levantou e pegou quatro toalhas, não havia se enxugado ainda e nós nos enrolamos nelas e fomos novamente para a sala de TV. Mikey e Ava se olhavam enquanto eu e Gerard procurávamos algum filme para ver na cesta de DVDs. Tínhamos de filmes de terror a animações da Disney. Começamos a conversar até que meus pulmões começaram a doer e eu comecei a chorar de dor. Gerard se aproximou e começou a apertar minhas costas e minhas costelas com um pouco de força e eu parei de passar mal, enquanto Mikey e Ava me acalmavam. Disse que estava tudo bem e Gerard me abraçou e nós olhamos para Mikey e para Ava novamente, sentados no sofá. Mikey havia adormecido e dava para perceber claramente o coração dele perdendo seu ritmo, enquanto eu observava sua respiração devagar enquanto ele segurava a mão de Ava, sorridente enquanto sonhava, provavelmente com ela. Estava feliz. Até que virou de costas para nós e seu short se levantou novamente e eu vi suas pernas e Gerard riu, dizendo que não está chateado e que acha as pernas de Mikey bonitas também. Ri alto e o beijei apertado na boca e Ava começou a bater palma e a imitar um cowboy em um rodeio, berrando os “Yeahs” e girando sua toalha para cima. Até que Gerard disse que era melhor nós tomarmos banho e vermos um filme para descansarmos. O beijei e ele foi até Ava e ela se levantou devagar e pegou Mikey pelas axilas e Gerard o segurou pelas dobraduras dos joelhos. E Mikey nem sequer abriu seus olhos ou mexeu sua cabeça.
Nos dois próximos capítulos, teremos o POV da Ava. Espero que todos gostem. E estou triste que essa história esteja chegando ao seu triste fim, mas é como dizem: tudo na vida tem um começo e tem um final. O começo alguém já fez para nós, mas o final está em nossas mãos escrever. Fui profunda, hein?
Eu sei que são poucas as pessoas que leram essa fic, mas eu gostaria de agradecer a todos os que leram por terem sido tão pacientes e por terem esperado por mim para postar. Significou o mundo para mim.
Capítulo 27. POV Cellia.
Durante nosso retorno, Mikey dormiu no ombro de Ava, sorridente. Ela passava suas mãos no cabelo dele e ele abria os olhos e os dois se beijavam e então ele deitava sua cabeça no ombro dela novamente e abaixava seus olhos, quase fechando-os. Até que chegamos e Gerard estaciona o carro e Mikey e Ava se beijam novamente e se abraçam. Ela estava com sua testa no ombro de Mikey e ele estava de olhos fechados, abraçado fortemente nela. Eles então se beijam e descem do carro, sorrindo para nós. Na calçada, começam a falar e se beijam entre uma fala e outra. Pareciam estar mais felizes do que nunca, agora que Mikey tem uma chance de ganhar um coração. Estavam abraçados gentilmente e se olhando. Mikey então a colocou no ar e ela o beijou mais, passando suas mãos pelo cabelo de Mikey, que segurava-a em seus braços. Olho para Gerard e ele sorri e diz que está feliz que Mikey está mais alegre. Digo o mesmo e também saímos do carro e vamos até eles, que nos abraçam e entramos em casa conversando. Quando entramos, Gerard resolve pedir uma pizza e disca o número e pede duas pizzas. Enquanto esperávamos, conversávamos e ríamos de forma animada. Mikey não forçava muito, mas estava vermelho, assim como o resto de nós e eu fazia o mesmo que ele, por causa de meus pulmões fracos. Até que Gerard falou uma idéia estranha.
-Por que não vamos nadar? Eu sei que está de noite, mas a piscina daqui é aquecida. Vamos nadar, faz tempo que não fazemos isso. – Levantou-se e foi pra varanda.
-E a Ava tem que ir na piscina. – Mikey falou, levantando-se com ela. Saímos e vimos a água cristalina e tirei meus tênis e coloquei meu pé na água e a temperatura estava perfeita. Tirei minha jaqueta e pulei e meus três melhores amigos fizeram o mesmo. Gerard e eu nos abraçamos e ficamos observando Mikey e Ava conversarem. O short preto de Mikey, que tinha listras verticais brancas nas laterais estava um pouco levantado por causa da água, então eu podia ver suas belas pernas quase brancas como neve facilmente (Droga, Gerard me viu olhando). O vestido de Ava não levantou tanto e Mikey o segurava enquanto os dois se beijavam e conversavam. Até que eles nos olham e sorriem. Nadamos para perto deles e Gerard abraçou Mikey, colocando-o para fora da piscina até metade de suas coxas, segurando-o por sua cintura. Mikey, apoiando suas mãos no ombro de Gerard, sorriu para ele e perguntou o que aconteceu. Gerard disse que não era nada e o soltou e saiu da piscina. Mikey estranhou um pouco a reação do irmão, mas voltou para perto de Ava, que o abraçou. Olhei-os e disse que iria falar com Gerard e deixei o jovem casal a sós. Mikey cutucou meu ombro e me pediu para dizer a Gerard que sente muito e virou seu rosto para o lado, deitando sua cabeça no ombro de sua amada. Saí da piscina e vi Gerard sentado, fumando.
Capítulo 28. POV Cellia.
Cheguei perto dele e me sentei ao seu lado. Ele então apagou o cigarro, tomou um copo de água para retirar o cheiro de sua boca e me beijou e perguntou se seu irmão havia ficado mal pela reação dele.
-Ele apenas me pediu para lhe dizer que ele sente muito... – Gerard me olhou e perguntou pelo quê. Respondi que achava que era pelo que houve com a gente nos últimos meses e Gerard também pensou nisso e nós o observamos com Ava, rindo e conversando na piscina e eles nos olharam e resolveram sair da piscina. Gerard então se levantou e pegou quatro toalhas, não havia se enxugado ainda e nós nos enrolamos nelas e fomos novamente para a sala de TV. Mikey e Ava se olhavam enquanto eu e Gerard procurávamos algum filme para ver na cesta de DVDs. Tínhamos de filmes de terror a animações da Disney. Começamos a conversar até que meus pulmões começaram a doer e eu comecei a chorar de dor. Gerard se aproximou e começou a apertar minhas costas e minhas costelas com um pouco de força e eu parei de passar mal, enquanto Mikey e Ava me acalmavam. Disse que estava tudo bem e Gerard me abraçou e nós olhamos para Mikey e para Ava novamente, sentados no sofá. Mikey havia adormecido e dava para perceber claramente o coração dele perdendo seu ritmo, enquanto eu observava sua respiração devagar enquanto ele segurava a mão de Ava, sorridente enquanto sonhava, provavelmente com ela. Estava feliz. Até que virou de costas para nós e seu short se levantou novamente e eu vi suas pernas e Gerard riu, dizendo que não está chateado e que acha as pernas de Mikey bonitas também. Ri alto e o beijei apertado na boca e Ava começou a bater palma e a imitar um cowboy em um rodeio, berrando os “Yeahs” e girando sua toalha para cima. Até que Gerard disse que era melhor nós tomarmos banho e vermos um filme para descansarmos. O beijei e ele foi até Ava e ela se levantou devagar e pegou Mikey pelas axilas e Gerard o segurou pelas dobraduras dos joelhos. E Mikey nem sequer abriu seus olhos ou mexeu sua cabeça.
Nos dois próximos capítulos, teremos o POV da Ava. Espero que todos gostem. E estou triste que essa história esteja chegando ao seu triste fim, mas é como dizem: tudo na vida tem um começo e tem um final. O começo alguém já fez para nós, mas o final está em nossas mãos escrever. Fui profunda, hein?


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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
cara eu to lendo mais esqueço de comentar e qdo eu comento eu esqueço do que eu tava querendo comentar
aahh mais já??? mais vc vai fazer otra né???
aahh mais já??? mais vc vai fazer otra né???


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Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Provavelmente. A primeira coisa que eu pensei quando comecei a escrever essa fanfic foi o final, o que eu achei bem esquisito. E eu já tenho algumas outras histórias escritas. 
Obrigada pelo comentário.
Obrigada pelo comentário.

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Interesses: MCR, Muse, fanfics, Artes, Música, Filmes, Etc. O clássico do clássico.
Ocupação: Fotografando, desenhando, escrevendo, publicando notícias.
Humor: "It's a new dawn
It's a new day
It's a new life for me
And I'm feeling good."
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Data de inscrição: 11/07/2008

Re: Entre Anjos E Demônios. - Fanfic/Songfic.
Como prometido, capítulos com o POV da Ava. Essa fanfic foi a mais longa de minha "carreira". Mas não vou negar que estou muito feliz de tê-la escrito e compartilhado com vocês. Valeu, povo!!!
Capítulo 29. POV Ava.
-Meu irmão deve ter entrado em “coma”... – Disse Gerard, fazendo aspas com os dedos e sorrindo. Rimos e então Cellia subiu as escadas e abriu a porta do banheiro. Carregávamos Mikey devagar enquanto subíamos as escadas. -Meu pai e minha mãe sempre tiveram de fazer isso quando ele era pequeno, meu irmão sempre teve sono pesado. Comecei a ter quando me mudei para Nova York para fazer medicina. – Continuou, enquanto segurava as pernas de Mikey, apoiando-as em sua cintura e eu apoiava a cabeça de meu amado em meu ombro, carregando-o agora por sua barriga, sem apertá-la demais.
-Cellia, enche a banheira, por favor! – Pedi, observando-a entrar no banheiro e abrir as duas torneiras. Chegamos e ela saiu, dizendo que ia pegar suas coisas para tomar banho também no outro banheiro. Nós então o colocamos sentado na borda da banheira e tirei as roupas dele devagar e o coloquei dentro da mini-piscina, dizendo a Gerard na seqüência que ia ficar com ele, sentando-me no chão. Ele sorriu e saiu. Segurava a mão de Mikey enquanto ele dormia, sempre colocando sua cabeça próxima de minha mão. Era uma sensação boa poder observar ele dormindo tranqüilamente apesar de tudo que aconteceu conosco nos últimos meses. Até que Gerard e Cellia entram vagarosamente e se sentam ao meu lado, ambos com sorrisos estampados em suas faces. Até que Mikey abre seus olhos e sorri.
-Se vocês estão aqui, é porque vieram ter certeza de que eu não vou passar mal ou ter uma crise de choro? – Disse, ainda sorrindo. Rimos e então Gerard disse que ele e Cellia estavam um pouco entediados. –Devem estar entediados de tanto me ouvirem chorar... – Falou novamente, me olhando e sorrindo meio lábio. Gerard disse que ele e Cellia já haviam se acostumado e eu concordei. Até que o casal se levanta e Mikey os observa e Gerard diz que eles vão tomar banho e fecham a porta e meu amado me olha na seqüência.
-Que foi, Mikey? – Perguntei, colocando minha mão em seu cabelo e o colocando para trás.
-Nada, só estou pensando que, tirando o que houve no hospital e tirando o que houve no carro, meu dia foi muito bom. – Disse, também arrumando meus cabelos. Concordo e digo que agora a situação irá se acalmar. –Deve ser porque eu tenho a oportunidade de receber um coração e ter uma segunda chance de viver minha vida corretamente. – Me beijou na seqüência.
-Com quem quer passar a vida ao lado? – Perguntei, sem nenhuma intenção. Ele estranhou minha pergunta e sorriu e pediu para eu chegar perto dele, o que eu fiz e ele me abraçou, saindo um pouco da banheira.
-Com quem mais eu posso querer passar minha vida, sendo que você é a pessoa que eu mais amo nesse mundo? – Comecei a chorar de alegria e Mikey me beijou e nos abraçamos mais. Até que Gerard e Cellia novamente entram e então dizem que querem fazer algo diferente essa noite, mas sem sairmos de casa. Olhei Mikey e ele disse que não tinha nenhuma idéia, já que fomos ao cinema e nadamos.
-Vamos pedir uma pizza e ver outro filme, como o Gerard falou! – Berrou Cellia, pulando em Gerard na seqüência. Mikey sorriu e então se levantou e pegou sua toalha apressadamente e enrolou-a em sua cintura e saiu da banheira e disse que ia colocar uma roupa e eu então o beijei e disse que era minha vez de tomar banho e ele disse que pegaria minha toalha e minhas roupas e esvaziou a banheira, pois disse que a água não estava muito quente e novamente e colocou para encher e saiu, me beijando. Gerard e Cellia saem na seqüência, fechando a porta. Passam-se uns 20 minutos e Mikey novamente retorna, já de roupa e com minhas coisas e sem nenhum tênis, pisando naquele chão frio. Estava com uma blusa preta com um guarda-chuva desenhado e novamente com um short, mas dessa vez era azul-marinho e sem listras e então colocou minhas coisas em cima de um banco que tinha perto da banheira e veio até mim e se sentou ao meu lado e segurou minha mão. Olhei para suas pernas brancas e Mikey riu.
-É, elas deveriam ter uma corzinha mais escura... E eu ouvi meu irmão dizer que a Cellia estava olhando minhas pernas. – Disse, rindo. Ri também e disse a ele que Gerard falou que acha suas pernas bonitas e Mikey sorriu e disse que a mãe dele insistia para ele e Gerard usarem shorts.
-Até mesmo no verão usávamos calças e moletons. Uma vez fomos para a Califórnia e eu e ele ficamos em casa, não queríamos ir a praia e não queríamos colocar shorts e muito menos chinelos. Mas eles nos forçaram a ir na praia e nos fizeram nadar. – Disse, enquanto lavava minhas costas. –Mas então, meu irmão pisou em um coral e tivemos de ir para o hospital e ele ficou interessado em como as pessoas deveriam ser tratadas, em como cuidar corretamente da saúde de alguém e coisas assim. Ele ficou durante 7 dias no hospital com o pé enfaixado e foi assim que descobriu que queria ser médico. – Mikey então jogou água levemente por minhas costas e a beijou.
-Por que ele quis ser médico? Para se vingar do coral? – Mikey riu de forma doce e disse que ele sempre foi interessado em cirurgias, em curar pessoas, e, mesmo tendo fobia de agulhas, ele sempre gostou disso. – E você, Mikey? Qual é a sua profissão? – Perguntei, virando-me para ele.
-Causar problemas para os outros. – Ri e depois, tentei ficar séria, mas ele estava com um sorriso adorável estampado em seu rosto então foi meio complicado. – Sincera e honestamente que quer saber minha profissão? – Perguntou, arrumando meu cabelo um pouco molhado.
-Sincera e honestamente.
-Bom, eu me formei em música. – Respondeu, corando um pouco. Sorri e disse que não precisava ter vergonha.
-Sabe tocar algum instrumento? Sabe cantar? – Fiz um interrogatório a ele, que se assustou e riu mais.
-Não consigo cantar. E eu sei tocar piano, guitarra e baixo.
-Acho que iria gostar de te ver tocar. Adoro esses instrumentos. – Disse, levantando-me e me enrolando em uma toalha e esvaziando a banheira. Ele se levantou e me ajudou a me secar. Pergunto se ele tem algum desses em sua casa.
-Sim, minha mãe comprou um piano de cauda, e ele fica no fundo da casa. – Coloquei minhas roupas e pulei devagar nele e disse que queria ver ele tocar. Mikey ficou vermelho e disse que não e que tinha vergonha de tocar em público. –Por que você não me fala no que se formou? – Disse, disfarçando sua vergonha. Não estava trêmulo e não sentia dores para respirar, o que era um sinal bom.
-Me formei em fotografia, mas isso não importa, porque eu quero muito ver você tocar. Por favor, Mikey! – Disse, pegando minha toalha e saindo do banheiro. Ele então disse que não, rindo. – Não seja chato, amor! Por favor! – Mikey falou novamente que não e saiu andando, mas eu o segurei devagar e ele se virou para mim. – Por mim? – Mikey fez uma cara de “sofrimento” e então disse que tudo bem e nós descemos e Gerard e Cellia ouviram a barulheira e foram atrás de nós.
Capítulo 30. POV Ava.
Saímos de casa e andamos devagar pela pequena mata e chegamos a um lugar cheio de velas, com um teto de vidro todo enfeitado. Gerard então pegou um isqueiro que tinha perto de uma mesa e acendeu todas as velas e então nós olhamos para um belo piano de cauda preto da Kawai. Disse que adoro os pianos dele e então nos sentamos em um sofá que tinha perto dele e Mikey levantou a cauda e a tampa do piano e se sentou em um pequeno banquinho.
-Eu realmente não consigo fazer isso... – Disse, avermelhando. Gerard disse que está tudo bem e que é normal sentir vergonha.
-Fiquei com vergonha na minha primeira cirurgia... – Disse Gerard, rindo. Mikey riu também e perguntou que música queríamos ouvir.
-Você vai cantar também, não é, Mikey? – Perguntei. Ele então riu e repetiu que não sabe cantar.
-Que música vai ser? – Perguntou, olhando-nos.
-Nocturne, do Chopin. Você sabe essa? – Perguntou Cellia. Mikey disse que sim e começou a tocar devagar. Seus dedos rapidamente tocavam as teclas brancas e negras do piano. Passados quase oito minutos, ele termina de tocar e para e olha para baixo. Levantamos e aplaudimo-lo e começamos a assobiar e a gritar. Mikey então abaixa a tampa e logo se levanta e abaixa a cauda do piano e eu o beijo e digo que foi incrível e ele fica vermelho e me beija repetidamente e diz que me ama. Até que Gerard pede para falar comigo. Beijei Mikey novamente e disse que também o amo e então eu vou ao encontro do irmão dele, que me chama para longe deles.
-Eu tomei uma decisão estranha, Ava e quero que você mantenha isso com você, é algo que não deve revelar em hipótese alguma ou ao meu irmão ou a Cellia. – Disse, vendo os dois conversando entre si e rindo. Olhei para trás e vi Mikey sorrindo delicadamente e sorri de volta.
-Não vou falar nada. O que houve? – Perguntei, aproximando-me do rosto de Gerard.
-Eu vou doar meus dois pulmões a Cellia. Discuti isso com um médico há alguns dias atrás e ele realizará minha cirurgia. Espero que compreenda isso e, se você puder, mantenha isso em segredo, irá me ajudar muito. – Disse, olhando para baixo.
-Eu também tomei uma decisão, Gerard. – Disse, abaixando-me para olhar a expressão triste dele, que se levantou e me olhou espantado.
-Vou doar meu coração ao Mikey. Não consigo vê-lo sofrer dessa forma, ele se sente culpado por tudo o que houve e eu quero que ele melhore e quero que ele viva. Ele me disse que quer uma segunda chance de viver. Ele disse que quer viver ao meu lado, mas com um coração saudável. – Disse, olhando para o lado oposto ao de Mikey e de Cellia. Gerard me disse para esperarmos um pouco e vermos se algum doador ou doadora irá aparecer.
-Se não aparecer ninguém com um coração ou pulmões disponível, nós vamos doar a eles. – Concordei e então vi Mikey e Cellia se aproximando e limpei meus olhos pelas lágrimas e Mikey me viu chorar e então chegou perto de mim e perguntou se estava tudo bem. Disse que sim e nos beijamos e então entramos em casa.
Amanhã (ou no dia em que a inspiração bater a minha porta) teremos dois capítulos com o POV do Gerard. Tá acabando.
Agora deixem eu fazer propaganda de livro: leiam "A Cabana", do William P. Young. É muito bom!!!!!
Capítulo 29. POV Ava.
-Meu irmão deve ter entrado em “coma”... – Disse Gerard, fazendo aspas com os dedos e sorrindo. Rimos e então Cellia subiu as escadas e abriu a porta do banheiro. Carregávamos Mikey devagar enquanto subíamos as escadas. -Meu pai e minha mãe sempre tiveram de fazer isso quando ele era pequeno, meu irmão sempre teve sono pesado. Comecei a ter quando me mudei para Nova York para fazer medicina. – Continuou, enquanto segurava as pernas de Mikey, apoiando-as em sua cintura e eu apoiava a cabeça de meu amado em meu ombro, carregando-o agora por sua barriga, sem apertá-la demais.
-Cellia, enche a banheira, por favor! – Pedi, observando-a entrar no banheiro e abrir as duas torneiras. Chegamos e ela saiu, dizendo que ia pegar suas coisas para tomar banho também no outro banheiro. Nós então o colocamos sentado na borda da banheira e tirei as roupas dele devagar e o coloquei dentro da mini-piscina, dizendo a Gerard na seqüência que ia ficar com ele, sentando-me no chão. Ele sorriu e saiu. Segurava a mão de Mikey enquanto ele dormia, sempre colocando sua cabeça próxima de minha mão. Era uma sensação boa poder observar ele dormindo tranqüilamente apesar de tudo que aconteceu conosco nos últimos meses. Até que Gerard e Cellia entram vagarosamente e se sentam ao meu lado, ambos com sorrisos estampados em suas faces. Até que Mikey abre seus olhos e sorri.
-Se vocês estão aqui, é porque vieram ter certeza de que eu não vou passar mal ou ter uma crise de choro? – Disse, ainda sorrindo. Rimos e então Gerard disse que ele e Cellia estavam um pouco entediados. –Devem estar entediados de tanto me ouvirem chorar... – Falou novamente, me olhando e sorrindo meio lábio. Gerard disse que ele e Cellia já haviam se acostumado e eu concordei. Até que o casal se levanta e Mikey os observa e Gerard diz que eles vão tomar banho e fecham a porta e meu amado me olha na seqüência.
-Que foi, Mikey? – Perguntei, colocando minha mão em seu cabelo e o colocando para trás.
-Nada, só estou pensando que, tirando o que houve no hospital e tirando o que houve no carro, meu dia foi muito bom. – Disse, também arrumando meus cabelos. Concordo e digo que agora a situação irá se acalmar. –Deve ser porque eu tenho a oportunidade de receber um coração e ter uma segunda chance de viver minha vida corretamente. – Me beijou na seqüência.
-Com quem quer passar a vida ao lado? – Perguntei, sem nenhuma intenção. Ele estranhou minha pergunta e sorriu e pediu para eu chegar perto dele, o que eu fiz e ele me abraçou, saindo um pouco da banheira.
-Com quem mais eu posso querer passar minha vida, sendo que você é a pessoa que eu mais amo nesse mundo? – Comecei a chorar de alegria e Mikey me beijou e nos abraçamos mais. Até que Gerard e Cellia novamente entram e então dizem que querem fazer algo diferente essa noite, mas sem sairmos de casa. Olhei Mikey e ele disse que não tinha nenhuma idéia, já que fomos ao cinema e nadamos.
-Vamos pedir uma pizza e ver outro filme, como o Gerard falou! – Berrou Cellia, pulando em Gerard na seqüência. Mikey sorriu e então se levantou e pegou sua toalha apressadamente e enrolou-a em sua cintura e saiu da banheira e disse que ia colocar uma roupa e eu então o beijei e disse que era minha vez de tomar banho e ele disse que pegaria minha toalha e minhas roupas e esvaziou a banheira, pois disse que a água não estava muito quente e novamente e colocou para encher e saiu, me beijando. Gerard e Cellia saem na seqüência, fechando a porta. Passam-se uns 20 minutos e Mikey novamente retorna, já de roupa e com minhas coisas e sem nenhum tênis, pisando naquele chão frio. Estava com uma blusa preta com um guarda-chuva desenhado e novamente com um short, mas dessa vez era azul-marinho e sem listras e então colocou minhas coisas em cima de um banco que tinha perto da banheira e veio até mim e se sentou ao meu lado e segurou minha mão. Olhei para suas pernas brancas e Mikey riu.
-É, elas deveriam ter uma corzinha mais escura... E eu ouvi meu irmão dizer que a Cellia estava olhando minhas pernas. – Disse, rindo. Ri também e disse a ele que Gerard falou que acha suas pernas bonitas e Mikey sorriu e disse que a mãe dele insistia para ele e Gerard usarem shorts.
-Até mesmo no verão usávamos calças e moletons. Uma vez fomos para a Califórnia e eu e ele ficamos em casa, não queríamos ir a praia e não queríamos colocar shorts e muito menos chinelos. Mas eles nos forçaram a ir na praia e nos fizeram nadar. – Disse, enquanto lavava minhas costas. –Mas então, meu irmão pisou em um coral e tivemos de ir para o hospital e ele ficou interessado em como as pessoas deveriam ser tratadas, em como cuidar corretamente da saúde de alguém e coisas assim. Ele ficou durante 7 dias no hospital com o pé enfaixado e foi assim que descobriu que queria ser médico. – Mikey então jogou água levemente por minhas costas e a beijou.
-Por que ele quis ser médico? Para se vingar do coral? – Mikey riu de forma doce e disse que ele sempre foi interessado em cirurgias, em curar pessoas, e, mesmo tendo fobia de agulhas, ele sempre gostou disso. – E você, Mikey? Qual é a sua profissão? – Perguntei, virando-me para ele.
-Causar problemas para os outros. – Ri e depois, tentei ficar séria, mas ele estava com um sorriso adorável estampado em seu rosto então foi meio complicado. – Sincera e honestamente que quer saber minha profissão? – Perguntou, arrumando meu cabelo um pouco molhado.
-Sincera e honestamente.
-Bom, eu me formei em música. – Respondeu, corando um pouco. Sorri e disse que não precisava ter vergonha.
-Sabe tocar algum instrumento? Sabe cantar? – Fiz um interrogatório a ele, que se assustou e riu mais.
-Não consigo cantar. E eu sei tocar piano, guitarra e baixo.
-Acho que iria gostar de te ver tocar. Adoro esses instrumentos. – Disse, levantando-me e me enrolando em uma toalha e esvaziando a banheira. Ele se levantou e me ajudou a me secar. Pergunto se ele tem algum desses em sua casa.
-Sim, minha mãe comprou um piano de cauda, e ele fica no fundo da casa. – Coloquei minhas roupas e pulei devagar nele e disse que queria ver ele tocar. Mikey ficou vermelho e disse que não e que tinha vergonha de tocar em público. –Por que você não me fala no que se formou? – Disse, disfarçando sua vergonha. Não estava trêmulo e não sentia dores para respirar, o que era um sinal bom.
-Me formei em fotografia, mas isso não importa, porque eu quero muito ver você tocar. Por favor, Mikey! – Disse, pegando minha toalha e saindo do banheiro. Ele então disse que não, rindo. – Não seja chato, amor! Por favor! – Mikey falou novamente que não e saiu andando, mas eu o segurei devagar e ele se virou para mim. – Por mim? – Mikey fez uma cara de “sofrimento” e então disse que tudo bem e nós descemos e Gerard e Cellia ouviram a barulheira e foram atrás de nós.
Capítulo 30. POV Ava.
Saímos de casa e andamos devagar pela pequena mata e chegamos a um lugar cheio de velas, com um teto de vidro todo enfeitado. Gerard então pegou um isqueiro que tinha perto de uma mesa e acendeu todas as velas e então nós olhamos para um belo piano de cauda preto da Kawai. Disse que adoro os pianos dele e então nos sentamos em um sofá que tinha perto dele e Mikey levantou a cauda e a tampa do piano e se sentou em um pequeno banquinho.
-Eu realmente não consigo fazer isso... – Disse, avermelhando. Gerard disse que está tudo bem e que é normal sentir vergonha.
-Fiquei com vergonha na minha primeira cirurgia... – Disse Gerard, rindo. Mikey riu também e perguntou que música queríamos ouvir.
-Você vai cantar também, não é, Mikey? – Perguntei. Ele então riu e repetiu que não sabe cantar.
-Que música vai ser? – Perguntou, olhando-nos.
-Nocturne, do Chopin. Você sabe essa? – Perguntou Cellia. Mikey disse que sim e começou a tocar devagar. Seus dedos rapidamente tocavam as teclas brancas e negras do piano. Passados quase oito minutos, ele termina de tocar e para e olha para baixo. Levantamos e aplaudimo-lo e começamos a assobiar e a gritar. Mikey então abaixa a tampa e logo se levanta e abaixa a cauda do piano e eu o beijo e digo que foi incrível e ele fica vermelho e me beija repetidamente e diz que me ama. Até que Gerard pede para falar comigo. Beijei Mikey novamente e disse que também o amo e então eu vou ao encontro do irmão dele, que me chama para longe deles.
-Eu tomei uma decisão estranha, Ava e quero que você mantenha isso com você, é algo que não deve revelar em hipótese alguma ou ao meu irmão ou a Cellia. – Disse, vendo os dois conversando entre si e rindo. Olhei para trás e vi Mikey sorrindo delicadamente e sorri de volta.
-Não vou falar nada. O que houve? – Perguntei, aproximando-me do rosto de Gerard.
-Eu vou doar meus dois pulmões a Cellia. Discuti isso com um médico há alguns dias atrás e ele realizará minha cirurgia. Espero que compreenda isso e, se você puder, mantenha isso em segredo, irá me ajudar muito. – Disse, olhando para baixo.
-Eu também tomei uma decisão, Gerard. – Disse, abaixando-me para olhar a expressão triste dele, que se levantou e me olhou espantado.
-Vou doar meu coração ao Mikey. Não consigo vê-lo sofrer dessa forma, ele se sente culpado por tudo o que houve e eu quero que ele melhore e quero que ele viva. Ele me disse que quer uma segunda chance de viver. Ele disse que quer viver ao meu lado, mas com um coração saudável. – Disse, olhando para o lado oposto ao de Mikey e de Cellia. Gerard me disse para esperarmos um pouco e vermos se algum doador ou doadora irá aparecer.
-Se não aparecer ninguém com um coração ou pulmões disponível, nós vamos doar a eles. – Concordei e então vi Mikey e Cellia se aproximando e limpei meus olhos pelas lágrimas e Mikey me viu chorar e então chegou perto de mim e perguntou se estava tudo bem. Disse que sim e nos beijamos e então entramos em casa.
Amanhã (ou no dia em que a inspiração bater a minha porta) teremos dois capítulos com o POV do Gerard. Tá acabando.
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"Quando você ouve uma música, ela te leva para um momento no tempo. Eu quero que o The Black Parade faça isso pelas pessoas." - Mikey Way.

x_Midnight.Poison_x- Vampiro Energético

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